
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Média Geral de "Ribeirão do Tempo" no RJ supera "Bela a Feia" e "Poder Paralelo"

terça-feira, 3 de maio de 2011
Último capítulo de "Ribeirão do Tempo" alcança picos de 19 pontos
O folhetim não foi um sucesso de audiência, mas esteve longe de ser um fracasso. Com uma média geral de 11 pontos na Grande São Paulo, "Ribeirão do Tempo" se iguala à média da antecessora, "Poder Paralelo".
O último capítulo foi marcado pelo desfecho dos vilões. Nicolau (Heitor Martinez) morreu enforcado; Flores (Antonio Grassi) caiu na própria armadilha e acabou sendo jogado no meio do mar por capangas de seu sócio; e, Karina (Juliana Baroni) acabou presa. Os protagonistas Joca (Caio Junqueira) e Arminda (Bianca Rinaldi), Tito (Ângelo Paes Leme) e Filomena (Liliana Castro) se entenderam e terminaram felizes para sempre.
Ibope:
De acordo com dados preliminares, o último capítulo da novela, exibido das 22h20 às 23h50, registrou uma média de 17 pontos; pico de 19, garantindo a vice-liderança isolada.. Nesse horário, a Globo liderou com 26; e, a Band, em terceiro, 5.
E, nesta terça (03/05), entra em cartaz "Vidas em Jogo", de Cristianne Fridman.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Último capítulo de "Ribeirão do Tempo" registra vice em SP e RJ
Fim de Ribeirão do Tempo é rodeado de expectativas
Cheia de humor, mas também de histórias misteriosas e maldades até não mais poder, a trama escrita por Marcílio Moraes e dirigida por Edgard Miranda deixará saudade nos telespectadores.
O elenco também já está no clima de despedida.
O ator Umbergo Magnani, o delegado Ajuricaba, diz que "o público vai se surpreender com o final da novela". Para ele, a trama ajudou a repensar o país.
Já o diretor-geral, Edgard Miranda, afirmou que "ficaria mais um ano no ar". Ele ainda falou que o fim não será óbvio e vai mexer com os telespectadores.
Um dos grandes destaques do folhetim foi a personagem Arminda, vivida por Bianca Rinaldi, que chamou a atenção dos telespectadores com seus looks elegantes.
E como toda novela que se preze, Ribeirão do Tempo teve muito beijo na boca.
Se romance não faltou, o senador Nicolau (Heitor Martinez) foi o responsável pelas maldades mais absurdas praticadas na trama.
domingo, 1 de maio de 2011
Depois de um ano no ar, "Ribeirão do Tempo" chegará ao fim sem cumprir a missão
sexta-feira, 29 de abril de 2011
"Ribeirão do Tempo" deixará saudades

quarta-feira, 27 de abril de 2011
SESSÃO ENTREVISTA: Marcílio Moraes
Apesar de ter sido esticada duas vezes, a trama de Marcílio Moraes teve média anual de 13 pontos. "'Ribeirão do Tempo' não foi uma campeã de audiência, mas foi boa. Acima de dez pontos na Record é bem razoável. O SBT colocou 'Ana Raio e Zé Trovão' para concorrer com a gente e a novela deles, apesar de ser uma reprise, teve uma audiência de 7 ou 8 pontos. Isso divide um pouco o telespectador. E ainda tinha os humorísticos, como o 'CQC', que é bom e tem o seu público. Fora que, de vez em quando, a Globo coloca a novela das nove até as 22h45", justifica.
Para o autor, Juliana Baroni, a Karina, e Bianca Rinaldi, a Arminda, foram as gratas surpresas. "No geral, todo mundo foi bem. Mas a Juliana e a Bianca surpreenderam porque as duas personagens eram dúbias. Arminda era meio vilanesca, mas tinha uma paixão pelo Joca [Caio Junqueira], que fazia com que o espectador não ficasse com raiva dela", analisa.
Na entrevista exclusiva a seguir, feita no escritório usado por Marcílio para escrever suas tramas, na zona sul do Rio, o autor fala sobre a época em que trabalhava na Globo, as adversidades de "Ribeirão do Tempo" e o filme "A Lei e o Crime", que deve ser rodado no segundo semestre.
UOL - "Ribeirão do Tempo" foi a maior novela que você já escreveu?
Marcílio Moraes - Foi a maior novela que já escrevi em termos de capítulos no ar. São 250 no ar e 215 escritos. É que tem capítulos menores e as tramas vão passando de um dia para o outro. A Record tem dessas coisas...
UOL - Você teve problemas para aumentar duas vezes a novela?
Marcílio Moraes - Não tive problema porque eu tinha muito assunto. Tinha por onde ampliar a trama sem cair na mesmice.
UOL - Então qual foi a maior dificuldade que você enfrentou em "Ribeirão do Tempo"?
Marcílio Moraes - A novela foi uma obra trabalhosa. É que a cidade toda era um personagem coletivo. Armar uma história com todo mundo junto, foi complicado. Era trabalhoso. Para o Querêncio [Taumaturgo Ferreira] descobrir que era filho da Madame Durrel [Jacqueline Laurence], movimentei toda a cidade. Jacqueline estava muito bem no papel, mas ela tinha que morrer para a história andar. Acho muito fajuto esse artifício de que morreu e depois não morreu. De repente, o morto reaparece. Não gosto muito. Em "Irmãos Coragem", enterraram um caixão cheio de pedras.
UOL - Mas você foi colaborador no remake de "Irmãos Coragem", em 1995, ao lado do Dias Gomes.
Marcílio Moraes - Mas a Janete Clair tinha escrito isso em 1970!
Marcílio Moraes - A Record tem essa estratégia porque considera que a terça-feira é o dia mais vulnerável da Globo. Mais do que a segunda porque a concorrência pode botar um filmaço e a Record perderia audiência. "Vidas Opostas" também terminou em uma segunda-feira.
UOL - Não seria bom se o último capítulo fosse, pelo menos, reprisado?
Marcílio Moraes - Seria bom uma reprise, mesmo que fosse em outro dia que não a terça, já que é quando a Record quer estrear outra novela. Talvez uma boa opção fosse o domingo, que tem uma grade mais flexível. Muita gente perde o capítulo final. Se bem que hoje tem a internet, que facilita. Todos os capítulos estão na internet.
UOL - Você abordou temas polêmicos em "Ribeirão do Tempo", como política corrupta e pedofilia, no caso do senador interpretado por Heitor Martinez. Sofreu algum tipo de censura?
Marcílio Moraes - Tive total liberdade. Não teve nenhuma restrição. Um ou outro detalhe às vezes acontece de ser cortado, como um capítulo que tenha muito palavrão. Aí, tiro alguns. Mas nunca o bispo [Edir Macedo] me ligou. O Hiran Silveira [diretor de teledramaturgia da Record] é que fazia contato. Mas este é um acordo que acontece em qualquer emissora. Reduzi um pouquinho as cenas picantes também. Mas nem botei muitas porque não gosto mesmo. Nesse aspecto, "Ribeirão do Tempo" era uma novela leve e bem-humorada.
UOL - Você já trabalhou na Globo, onde fez "Roda de Fogo", "Mandala" e "Sonho Meu". Acha que "Ribeirão do Tempo" se encaixa no perfil de sua antiga emissora?
Marcílio Moraes - Acho que a Globo não aprovaria por causa da política. Essa história de política, com pessoas fazendo ilações com o Lula, porque havia políticos bebendo cachaça... Só para esclarecer: o personagem bêbado não era o Lula. Não era ninguém. Mas isso seria uma preocupação na Globo. Pelo menos essa é a lembrança que eu tenho de lá. Pode ser que alguma coisa tenha mudado, mas acredito que não.
UOL - Você disse textualmente que não se inspirou no Lula para fazer os políticos de "Ribeirão". Mas teria se inspirado na política brasileira de um modo geral?
Marcílio Moraes - Na política brasileira sim. A começar por essa história de que o senador tem um suplente que não é votado pelo povo. Se ele renunciar ou morrer, como aconteceu com o pai do Nicolau [Heitor Martinez], o suplente assume. E, no caso de "Ribeirão", Nicolau é um perverso, alucinado total. Ele não é um vilão comum porque tem perversões, como a pedofilia, e gosta de poder. Para piorar, o partido ainda o indica para a presidência. Ele faz um jogo com a morte o tempo inteiro.
UOL - E Nicolau morre no final?
Marcílio Moraes - Todos os vilões serão punidos.
UOL - Isso significa que ele vai morrer, então?
Marcílio Moraes - Me entreguei, né? Ele morre, sim. No último capítulo. Todos os crimes dele vão vir à tona. Mas eu não vou te contar como vai ser essa morte.
Marcílio Moraes - É assim mesmo. Aconteceu. Não foi proposital.
UOL - Nasinho [Thelmo Fernandes] foi morto pela então mocinha Karina, feita pela Juliana Baroni. Ela já era uma possível vilã na história?
Marcílio Moraes - Ela já tinha características, mas nem era tão vilã. Karina começou na trama como namorada do Tito [Ângelo Paes Leme]. Aí, ele transa com a Filomena [Liliana Castro], que fica rica. E Tito se casa com Filó para salvar a pousada, deixando Karina para trás. Ela ficou abandonada, o senador se interessou por ela, os dois transaram enquanto ela ainda estava com Tito e aos poucos vai entrando na maluquice de Nicolau. Mas Karina sempre foi mentirosa. No começo, não tinha ideia de que ela seria capaz de matar e nem havia pensado em juntá-la com Nicolau. No meio do caminho, achei que seria um casal interessante. Juliana estava fazendo bem e achei que valia a virada da personagem. Ela já tinha esse potencial.
UOL - Você sentiu dificuldade em escalar o elenco? Galãs são sempre difíceis na hora da escalação...
Marcílio Moraes - Não gosto de galãs. Não ligo para essas categorias de galã ou vilão. Prefiro os personagens mais normais. O casal romântico de "Ribeirão" era o Joca boboca com a Arminda, que era malvada e desprezava ele. Joca era um personagem querido por ser atrapalhado. Podia ter escolhido até alguém mais feio do que o Caio Junqueira. O Caio é até bem bonitinho. [risos] Não houve dificuldade na escalação. Não faço um personagem para um determinado ator. Eu crio o personagem. Depois vejo quem pode fazer bem. Isso me dá mais liberdade para escrever e desafia o ator também. Esse negócio de dar o personagem para o ator é ruim. O cara pode não querer, não estar com vontade de fazer...
UOL - Como é a sua rotina quando está escrevendo?
Marcílio Moraes - Novela é um inferno! Ocupa o tempo todo fisicamente e mentalmente. Eu acordo, leio o jornal, saio de casa e venho para o escritório para ficar mais isolado. Passo aqui o dia todo. Só volto para casa à noite. Aí, vejo a novela no ar. Eu gosto para ver a concorrência, ficar de olho no Ibope. Muitas vezes trabalhava em casa mesmo quando a novela terminava. É muito desgastante. No final, escrevi 7 mil laudas.
UOL - Você se preocupa com o Ibope?
Marcílio Moraes - Hoje não tem mais aquele aparelhinho que mede a audiência. A Record paga e dá uma senha para o autor acompanhar o Ibope pela internet. Não fico preocupado com o Ibope, mas acompanho. Na Record, dando acima de dez pontos, já fica mais tranquilo.
UOL - Você foi colaborador de Aguinaldo Silva em "Roque Santeiro" [1985], e também de Dias Gomes no remake de "Irmãos Coragem" [1995]. Que qualidades você destaca nestes dois autores?
Marcílio Moraes - O Aguinaldo é competente, estruturava muito bem os capítulos. O Dias era mais um mestre mesmo. Vinha do teatro, como eu, e nós tínhamos uma identificação maior.
UOL - "Roque Santeiro" foi escolhida para substituir "Vale Tudo", de Gilberto Braga, no Canal Viva. Como você recebeu essa notícia?
Marcílio Moraes - "Roque Santeiro" já foi reprisado no "Vale a Pena Ver de Novo". "Vale Tudo" nunca tinha sido. Talvez "Roque Santeiro" não faça tanto sucesso por isso. Mas é claro que vou dar uma olhada. Eu assino o Viva. Mas não vou ver tudo de novo.
UOL - Você diz que Dias Gomes é um mestre e se identificava mais com ele. Mas ele te deixou com um problema nas mãos quando escreveu só 26 capítulos de "Mandala" [1987] e você assumiu o restante da novela...
Marcílio Moraes - Isso já estava previsto. Ele ia escrever 36 capítulos e depois eu assumia. Ele só escreveu dez a menos. "Mandala" foi um projeto muito ousado de fazer. Era complicada a questão do relacionamento amoroso entre a mãe e o filho. E depois é que se viu que o problema era enorme. Na época, o Boni {José Bonifácio de Oliveira] tinha assinado um compromisso com a censura de que o incesto não ia acontecer. Me mostraram a carta. Aquilo foi um inferno. A Vera Fischer, que fazia a Jocasta, se apaixonou de verdade pelo Felipe, que era o Édipo e chegou a largar o então marido. Foi um inferno completo. Foi muito duro de fazer. Consegui contornar a situação graças ao bicheiro Tony Carrado [Nuno Leal Maia], que se apaixonou pela Jocasta.
UOL - Você saiu da Globo em 2002. O que aconteceu?
Marcílio Moraes - A gente não se entendia. Os projetos que eu queria fazer, a Globo não aceitava. E o que eles queriam que eu fizesse, eu não concordava. Resumido: Eu estava de saco cheio da Globo e eles de saco cheio de mim.
UOL - Depois da sua saída da Globo, você ficou três anos sem emprego. Como viveu essa época?
Marcílio Moraes - Foi complicado, mas eu tinha uma reserva. Na realidade, para mim era mais traumático porque a Globo é uma empresa. E eu era um escritor só. Pensei... E agora? Se não aparecer alguma coisa legal? Mas faço teatro... Me viro... Não tinha mais nada em termos de teledramaturgia. A Record não estava em expansão. O SBT só fazia novelas mexicanas e a Record fazia poucas coisas. Nesse tempo, eu reciclei minha cabeça e depois, felizmente, fechei com a Record.
UOL - Seu contrato com a Record vai até 2013. Já pensa em um novo projeto?
Marcílio Moraes - Para fazer outra novela, a Record vai ter que correr atrás de mim. Vou me esconder. É muito tempo. Não é tão cansativo, mas você tem que se dedicar o tempo inteiro para aquilo. Deixei de nadar, que é uma coisa que eu adoro fazer. Ia duas vezes por mês à natação. Aí é chato. Mas tem um seriado policial que a gente quer fazer. O "Chapa Quente", mas esse é um nome provisório, que com certeza vai mudar. Penso em fazer esse ano ainda, mas no segundo semestre. Seriado é sempre mais leve, com poucos capítulos. Inicialmente, seriam quatro capítulos. Agora vamos ter que conversar de novo. Mas sempre é pouco. Não são 200, como em uma novela.
UOL - Em 2010, você fez o seriado "A Lei e o Crime". Ele vai mesmo virar um filme?
Marcílio Moraes - O roteiro está pronto. É uma produção independente com apoio da Record. Atrasou por questões burocráticas de captação de recursos. Já era para ter saído, mas agora eu acho que vai. Deve ser filmado esse ano. Ainda não tenho elenco definido porque tenho que rever, fazer o segundo tratamento no roteiro. A nossa realidade mudou. A bandidagem já não está tão presente na mídia do Rio de Janeiro. E teve as ocupações nos morros cariocas recentemente. Pode ser que eu inclua a ocupação no roteiro.
UOL - "Vidas Opostas" [2006] tinha conflitos policiais. "Ribeirão do Tempo" teve oito assassinatos até agora e ainda tem o seriado "A Lei e o Crime" para virar filme. O estilo policial te atrai?
Marcílio Moraes - Eu tenho facilidade de fazer o gênero policial. Mas em "Ribeirão" não teve o tradiiconal quem matou?. Existem duas maneiras de se fazer bem esse estilo: ou há uma situação em que os personagens sabem o mistério e o espectador não sabe, ou vice-versa. Os personagens não sabem que o Flores [Antônio Grassi] é o vilão, mas nós sabemos. Isso cria um mistério que funciona bem. Acho que o quem matou? fica muito fajuto normalmente porque acaba podendo ser qualquer um. Você inventa na hora uma história para aquele que matou. Um romance policial tem que ser mais rigoroso. Não sou um grande leitor de livros policiais, mas gosto de escrever.
UOL - Com quais atores você gosta de trabalhar?
Marcílio Moraes - Gosto do Ângelo Paes Leme e do Heitor Martinez. Também admiro muito o trabalho da Adriana Garambone, mas nunca acontece de a gente trabalhar. Agora ela está no ar em "Rebelde".
UOL - Seus próximos projetos são para o segundo semestre. Isso significa que você vai ter apenas dois meses de férias. Já pensou no que vai fazer?
Marcílio Moraes - Não sei ainda. Estou acabando uma obra na minha casa, na Gávea [na zona sul do Rio de Janeiro], mas depois vou fazer uma viagem. A família fica meio de lado quando se está envolvido em um projeto grande como uma novela. Os filhos cresceram e foram embora, os amigos sumiram. Só ficou a mulher [a professora Violeta Quental], que está comigo há trinta e poucos anos.
Reta Final em "Ribeirão do Tempo": Joca e Arminda assumem seu amor!
Gravações de "Ribeirão do Tempo" vão até sábado (30); A novela perdeu o rumo e a audiência também

A trama tem autoria de Marcílio de Moraes.
sábado, 23 de abril de 2011
"Ribeirão do Tempo" vai bem no RJ e alcança 19 de pico
domingo, 17 de abril de 2011
Ribeirão do Tempo: Resumo dos Capítulos de 18 a 22 de Abril
Segunda-feira (18/4) - Adriana se atrasa para a boate por causa de Joca
Iara fala para Filomena que está preocupada com a irritação de Newton com Tito e pede para ela acompanhá-la. Eles discutem feio, mas Iara e Filó entram para encerrar a discussão. Diana, Carlos e Guilherme conversam sobre os assassinatos e Mateus chega. Diana vai falar com o piloto e Carlos brinca que Guilherme está com ciúmes. Filomena alerta Tito para que ele não perca os amigos por causa de orgulho bobo. Lincon e Alfredo estão no Já Era quando Romeu chega dando a notícia de que vários “carrões” de placa azul estão indo em direção à fazenda de Nicolau. Lincon quer começar uma manifestação contra a Lei Úmida e puxa Sérgio para chamar os jovens da cidade. Karina avisa Nicolau sobre a chegada da cúpula da presidência com alguns jornalistas. O senador comemora o progresso do seu plano e pede que Karina os enrole um pouco, e também, que não desgrude de Beatriz. Ari diz a Ajuricaba que não sabe se vai à reunião que Nicolau o convidou. O delegado diz para ele comparecer porque é possível que o senador vire presidente. Querêncio diz que não vai a reunião do partido na fazenda. Sancha e Célia ficam preocupadas. Karina conversa com o presidente do partido, quando Nicolau sai de sua sala e cumprimenta a todos. O senador diz ao que está à disposição do partido. Adriana chega à boate e Marisa pergunta o motivo de seu atraso. A nova dançarina da boate confessa que estava “mimando” Joca. Marisa pede para ela não complicar ainda mais a situação. Querêncio se lamenta com Arminda, que tenta animá-lo quando ambos são chamados para a reunião com Bruno. Nesta, todos chegam à conclusão de que Teixeira deve renunciar ao inventário da herança, à assessoria da empresa, e sumir do mapa. O advogado diz que vai pensar. O presidente do partido anuncia que Nicolau deverá assumir a presidência da República. Beatriz chama Ari para conversar afastado de todos e conta que Érico quer que ele seja vice-presidente. Filomena encontra Mateus no Agito Colonial e o convida para jantar com seu pai. Eles trocam olhares sorridentes. Jairo reclama da cidade com Marta quando Sereno chega perguntando se o jantar deles está confirmado. Marta o recebe sorridente e confirma.
Terça-feira (19/4) - Filomena vai ao Solar com Mateus para conversar com Querêncio
Ari vai à pousada. Aflito, ele diz que talvez será candidato à vice-presidência. Nicolau e Karina chegam à Folha da Corredeira com a comitiva do partido. Lincon vai à redação do jornal e exige que lhe paguem o que é devido. O Senador convida o jornalista para uma conversa em sua sala. Lincon tenta negociar para obter uma parte maior do jornal. Clorís avisa Ari que ele será impedido de pôr os pés na pousada, caso aceite o suposto convite de Nicolau. Diana começa a estranhar o comportamento de Arminda. Filomena vai ao Solar acompanhada de Mateus para conversar com Querêncio. Ela conta para seu pai que vai se separar de Tito. Nicolau não aceita a proposta de Lincon. Esbravejando, o jornalista é levado para fora pelos seguranças. O Senador anuncia aos repórteres sua candidatura à presidência do Brasil. Joca acompanha as notícias pela internet e deduz que Nicolau irá se livrar de Iara. Impaciente, o detetive pega sua mochila e sai. Marta leva Sereno a sua casa. Arminda se irrita porque Joca não atende o celular. O detetive marca um encontro com Iara. Marta serve um jantar para Sereno e faz perguntas, sem levantar suspeitas, para tentar extrair alguma informação relevante. Arminda convida Claudel ir à boate de Ribeirão do Tempo. Sereno começa a ficar incomodado com as perguntas de Marta e, subitamente, decide ir embora. Arminda e Claudel chamam Marisa para acompanhá-los em um drinque. Joca avisa Iara que ela corre risco de vida e ela conta sobre chantagem que fez com Nicolau. Mateus saem em um carro do Solar acompanhado de Filomena. Ele encosta o carro e diz que eles devem assumir o que sentem.
Quarta-feira (20/4) - Filomena convida Mateus para vê-la saltar
Termina o coquetel de boas-vindas para os agentes de turismo na pousada e Filomena chega acompanhada de Mateus. Tito fica furioso, mas se controlar. Já no quarto, ele demonstra sua insatisfação e Filó fica irritada. Arminda, ainda preocupada, mergulha em pensamentos sobre o que Joca deve estar fazendo. O celular dela toca em seguida. É o detetive. A empresária fica mais tranqüila e dorme. Arminda tem um pesadelo onde vê Joca se casando com outra mulher. Ela desperta furiosa e soca o travesseiro. Mateus liga para Filomena, que o convida para assisti-la saltar. Arminda e Bruno cogitam a possibilidade de Teixeira revelar seus segredos para prejudicar todos. Em um passeio com Célia, Teixeira diz que talvez seja hora de sair do Brasil e a convida para fugir com ele. Ela aceita, mas se preocupa com a reação do marido. Mateus observa o avião que leva Filomena para decolar. Tito se aproxima do piloto e eles quase brigam. Newton interfere. Ari conta a Ajuricaba que Beatriz falou sobre sua possível candidatura à vice-presidência. O delegado cai na gargalhada e fala sobre a falta de lucidez da mãe de Nicolau. O Senador avisa Karina que fará um comício em Ribeirão do Tempo. Adriana tenta seduzir Joca fazendo uma massagem. O detetive se deixa levar por alguns instantes, mas subitamente, tem uma ideia para acabar com os planos de Nicolau e pede a ajuda da dançarina. Claudel comunica à Arminda que talvez ela tenha que voltar para a Europa. O francês a convida para tomar um sorvete e começa a cortejá-la. Lincon adverte os militantes do Comando Invisível expondo sua suspeita sobre o movimento. Sônia deixa um bilhete para seus pais avisando que está saindo de casa. Sereno termina o comunicado do Comando Invisível. Ele vai até Marta e diz que não guardará mais segredos.
Quinta-feira (21/4) - Querêncio e Teixeira se abraçam e fazem as pazes
Flores e Nicolau conversam ao telefone sobre os preparativos para sua chegada à presidência. Marisa e Sereno saem da delegacia e ele diz que está disposto a conversar. Claudel conversa com Arminda no Agito Colonial jogando charme. Joca entra no restaurante disfarçado de turista americana e pede um sorvete sem que os dois percebam. Joca fica invocado quando Claudel diz que ainda vai convencer Arminda a se casar com ele. Sônia chega a casa de André com suas malas. Joca escuta escondido uma conversa de Nicolau com Flores no celular. O detetive liga para Iara. Diz que está preocupado com os movimentos do senador e pede a ajuda dela para uma ação de improvisada. Sereno diz a Marta que só conta seus segredos depois que ela dormir com ele. Ivo avisa a Nicolau que uma amiga de Virgílio quer falar com ele ao telefone. Relutante, acaba recebendo a ligação. Iara marca um encontro com Nicolau, que aceita. Ao desligar, ele pega uma arma na gaveta da mesa. Marta diz a Arminda que não consegue falar com Joca e que ela tem que tomar uma decisão urgente para conseguir provas importantes, se entregar para um homem. Célia diz a Bruno que Teixeira vem falar com algo com ele. Querêncio e Teixeira se abraçam e fazem as pazes dos seus desentendimentos. Teixeira diz que enganou Durrel depois de morta mas que vai consertar seu erro. Arminda desce as escadas apressada. Nicolau dá instruções a Vitor, um de seus capangas. O senador se encontra com Iara e Joca se prepara para fotografá-los. Nicolau finge que vai pegar uma pacote de dinheiro e saca uma arma. Iara joga o pacote na cara de Nicolau e corre. Quando ele se prepara para atirar, toma uma paulada de Joca disfarçado de turista. Vitor atira e Joca corre. O detetive consegue fugir com Iara. Virgínia entrega o bilhete de Sônia para Ajuricaba que esbraveja furioso. Sereno escreve um comunicado para o site do Comando Invisível e sai apressado. Flores desconfia da atitude dele. Marta pergunta a Sereno se a promessa está de pé. Ele confirma. Marta tira a blusa e fica de sutiã.
Sexta-feira (22/4) - Teixeira e Célia contam a Bruno que estão apaixonados
Nicolau decide Ligar para Flores pedindo conselhos sobre o que fazer em relação à Joca. Mateus diz a Filomena que está louco para beijá-la e a deixa sem graça. Após transar com Marta, Sereno fica imerso em seus pensamentos. Marisa fica preocupada com Joca. Querêncio visita Marisa na boate. Querêncio diz a Marisa que está sentindo sua falta. A dançarina diz que também, mas que por enquanto os dois continuam separados. Iara e Joca chegam a salvos na casa de Adriana. Sereno diz a Marta que chegou o momento de ver se pode confia nela. Ele explica se ele contar o que ele faz na internet pode ser muito perigoso, mas mesmo assim Marta insiste em saber. Flores fica assustado com o estado de Nicolau. Claudel pergunta a Diana se ela está preparada para morar na Europa. Ela diz que quer continuar morando em Ribeirão do Tempo. Joca liga para Arminda para dar notícias. Ela, furiosa, dá uma bronca no detetive. Marisa diz a Querêncio que não voltará a casar com ele, mas que talvez eles possam namorar. Sereno confessa a Marta que ele, Nicolau, Karina e o professor mataram o presidente. Flores diz a Nicolau que ele precisa matar Iara e Joca. Teixeira e Célia contam a Bruno que estão apaixonados. Bruno quer conversar sozinho com Célia e Teixeira os deixa. Ajuricaba sai de casa furioso e Virgínia o acompanha para tentar segurar seus ânimos. Marta tenta tirar mais informações de Sereno que sai correndo, de repente. Flores acalma Nicolau dizendo que Iara não tem como provar que o dinheiro do suborno veio dele. Ari toma um chope com Clorís e confessa que quer se casar com ela. Filomena confessa a Mateus que ainda tem sentimentos por Tito e que parte dela quer seguir em frente, mas o que ela teve por ele não vai sumir repentinamente. Tito confessa a Newton que está mal por causa de Filomena. Ajuricaba chega a casa de Lincon e discute com André. Patrícia convence seu filho a ir para seu quarto. Ajuricaba e Lincon discutem sobre quando ele poderá ver sua filha. Patrícia e Virgínia dizem que elas que vão decidir como as coisas serão daqui para frente.
sábado, 16 de abril de 2011
"Ribeirão do Tempo" pode chegar ao fim com 3 pontos abaixo da meta
sábado, 26 de março de 2011
Confira a média de "Ribeirão do Tempo" pelo Brasil
"Ribeirão do Tempo", novela de Marcílio Moraes, será esticada mais uma vez, 3 de maio é a data provável para a exibição do seu último capítulo.
A trama, que está no ar desde 18 de maio de 2010, vem colecionando audiências modestas Brasil afora, com exceção de Belém e Rio de Janeiro, os índices estão ligeiramente abaixo do esperado pela alta cúpula da Record.
Confira os dados:
Belém - 19
Rio de Janeiro - 15
São Paulo - 11
Fortaleza - 11
Brasília - 10
PNT (Painel Nacional de Televisão ou Média Nacional) - 10
sexta-feira, 25 de março de 2011
"Ribeirão do Tempo" ficará quase 1 ano no ar
"Ribeirão do Tempo" estreou em maio, mais precisamente dia 18, um dia após a estreia de "Passione" na Globo, e de lá pra cá já conviveu com algumas atrações da Globo e do SBT que já sairam do ar faz tempo. Segue a lista: "Passione", "Tempos Modernos", "Ti Ti Ti", "Cama de Gato", "Escrito nas Estrelas", "Araguaia", "Sete Pecados", duas temporadas de "Malhação", "Uma Rosa com Amor", "As Tontas Não Vão ao Céu", "Camaleões", "O Clone", "Insensato Coração", "Morde & Assopra", atualmente, "Cordel Encantado", a partir do dia 11, entre tantas outras.
Isso sem contar com: Copa do Mundo da África do Sul, Eleições 2010, primeiro e segundo turno, horário de verão, natal, fim de ano, férias e carnaval. Por pouco não acompanharia o dia das mães e a Páscoa deste ano.
É porque a Record resolveu esticar a trama de Marcílio Moraes até 3 de maio, ficando, portanto, 11 meses e meio no ar. O motivo foram os atrasos nas gravações de "Vidas em Jogo", trama de Cristianne Fridam, que tinha estreia prevista para o dia 26 de abril e possivelmente ficará para o início de maio.
Será praticamente um ano de novela, os atores, como ninguém, aguardam o fim o quanto antes. Muitos emendaram um trabalho no outro e se levarmos em conta o período de pré-estreia, somam-se quase 18 meses envolvido com um mesmo trabalho.
A audiência que já não era tão satisfatória, variava entre 13 e 14 pontos, atualmente mantém-se na casa dos 10 pontos. Um índicio que até o telespectadoer está cansado.
Para reverter o quadro, o autor apostará numa série de assassinatos até a última cena. Será uma forma de segurar o público até maio.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Acidente

Na cena da morte do presidente, em "Ribeirão do Tempo", Paulo Gorgulho caiu de joelhos num copo de vidro e acabou se ferindo. Teve que levar vários pontos.
O acidente aconteceu durante as gravações da última quinta-feira.
sexta-feira, 18 de março de 2011
"Ribeirão do Tempo" pode ser a última novela de Bianca Rinaldi na Record
Ao que tudo indica, e segundo amigos, a atriz Bianca Rinaldi não vai renovar contrato com a Record.
Segundo o colunista Léo Dias, um certo descontentamento entre Bianca e a direção da Record já é visivil desde que Eduardo Menga, seu marido, deixou a emissora em 2009. Ele ocupava um cargo executivo responsável por levar para a Record grandes nomes do cenário artístico.
O sálario da atriz é um dos mais altos da Record e é sempre chamada para interpretar papeis importantes nas novelas da emissora. A informação que ronda, também, é que Bianca está infeliz com a queda da produção da dramaturgia da Record, além do desgaste. A mãe das gêmeas Beatriz e Sofia está no ar no papel de Arminda há quase um ano.
"Ribeirão do Tempo" tem tudo pra ser a última novela da loira.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Elenco de "Ribeirão do Tempo" pede férias, diz jornal
O elenco de "Ribeirão do Tempo" está exausto com o ritmo intenso das gravações. De acordo com informações do jornal Extra, tem até ator pedindo a morte de personagem para ganhar férias.
Apesar de ter estreado em maio do ano passado, as gravações da novela começaram em novembro de 2009. São aproximadamente 16 meses de gravações até agora e, provavelmente, ainda tem 1 mês de trabalhos pela frente.
O ritmo de gravações no RecNov é diferente do PROJAC (Globo). Na emissora dos Marinho, o estúdio, por exemplo, só abre 12h e, as gravações, terminam no máximo às 21h. Na Record, estúdios abertos a partir das 7h com trabalhos até 0h.
"Ribeirão do Tempo" deve chegar ao fim no final de abril, quando "Vidas em Jogo" entrará no ar na faixa das 22h.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Ribeirão do Tempo: Rosa seduz Sérgio

Rosa (Pâmela Côto) é uma mulher que corre atrás do que quer. A garçonete do Agito Colonial investiu pesado em Sérgio (Henrique Ramiro), que por ser tímido e ainda virgem, inventou mil desculpas para não ficar sozinho com Rosa. Ela não desistiu até ele aceitar um encontro no motel.
Resultado: Sérgio não é mais virgem e está feliz da vida.
Na saída do motel, o rapaz e a moça percebem que não tem dinheiro para o táxi e terão que pedir carona na beira da estrada.
A cena está prevista para ir ao ar dia 10 de março, em Ribeirão do Tempo.sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Ribeirão do Tempo: André e Lincon discutem por causa de casamento
André (Vitor Facchinetti) vai ao trabalho do pai dizer que o casamento será no dia seguinte e Lincon (Eduardo Lago) diz que nunca vai pisar na casa do torturador. André se exalta com a falta de compreensão do pai e sai furioso, batendo a porta.
A cena vai ao ar na sexta-feira (18/2/11)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
"Ribeirão do Tempo" será esticada por aproximadamente um mês
Apesar da audiência não tão boa quanto esperavam, a novela de Marcílio Moraes na Record será esticada por mais 35 capítulos, terminando lá pro mês de Abril se tudo ocorrer como planejado.
Um dos motivos é o atraso na nova novela de Cristianne Fridmann, "Vidas em Jogo", que está com atrasos de gravações devido ao fato de não ter fechado totalmente o elenco da trama.
Com isso, "Ribeirão do Tempo" deve terminar com cerca de 11 meses de exibição. Já sua audiência anda longe da meta estabelecida, até então, a Média Geral da atração está em torno de 11 a 12 pontos.