sábado, 11 de janeiro de 2014
Fox inicia produção de nova série de Tiago Santiago
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Autor Tiago Santiago pode fechar com a Fox
terça-feira, 5 de março de 2013
SBT registra título de possível nova novela
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Sem previsão de trabalho no SBT, Tiago Santiago é sondado pela Record
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Novela alienígena de Tiago Santiago pode não ser produzida pelo SBT
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Tiago Santiago entrega sinopse de nova novela ao SBT
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Tiago Santiago trabalha em novo projeto para o SBT
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Tiago Santiago finaliza minissérie voltada para a comédia, mas com realismo mágico
sábado, 21 de abril de 2012
Nova novela de Tiago Santiago é inspirada no filme “Crepúsculo”; autor nega
terça-feira, 6 de março de 2012
Tiago Santiago garante que sua nova novela no SBT terá muitos efeitos e magia
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Nova novela de Tiago Santiago no SBT misturará ficção com realismo fantástico e terá tons de comédia

domingo, 11 de dezembro de 2011
Nova novela do SBT pode ter bruxas e vampiros

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Após reunião com Silvio Santos, Tiago Santiago só escreverá novela em 2013
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Tiago Santiago, autor do SBT, comemora demissão do diretor Del Rangel
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Trabalho extra para o público decidir
O telespectador da novela, através da internet ou telefone, é quem irá escolher o destino de alguns personagens.
No ar, a novela continuará sendo exibida até novembro. Isto significa que muitos deles serão forçados a gravar finais alternativos, para atender esse desejo do autor. Ou do telespectador.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Tiago Santiago garante que a audiência de "Amor e Revolução" vai subir

Sua declaração gerou especulações no microblog, sobre o que vai mudar no folhetim ele não disse, mas haverá mudanças: "Nesta semana, no ar, começaram a entrar os caps que escrevi depois da estreia! Vocês vão sentir a mudança!". Vale lembrar que o autor escreveu 120 capítulos antes mesmo da novela estrear.
O autor tambem falou do destino de Marcela e Marina: "Vão ficar juntas, mesmo sem podermos mostrar novos beijos"
Em poucos minutos, Tiago recebeu diversas mensagens de apoio. Um dos internautas elogiou a coragem do autor: "Tiago Santiago, realmente , Amor e Revolução está muito boa!!, a globo nunca teria peito pra fazer o q vcs fazem ... (#mutorabopreso)".
terça-feira, 12 de julho de 2011
Tiago Santiago pode voltar para a Record
domingo, 3 de abril de 2011
Tiago Santiago, autor de 'Amor e revolução', nova trama do SBT, fala sobre novela

Mas Santiago assume esperar que "Amor e revolução" dê o que falar. Diz não temer críticas e garante não contemporizar: promete mostrar que tortura "é um ato de vilania", sem deixar de lado a outra face da moeda, encenando ações controversas da luta armada. Em entrevista por telefone, o autor usa os termos "coincidência" e "sincronicidade" ao ser questionado sobre a estreia de "Amor e revolução" acontecer três meses depois da posse da presidente Dilma Rousseff, presa política torturada nos anos de chumbo, e num momento de debate pela aprovação no Congresso da Comissão da Verdade (para esclarecer casos de violação de direitos humanos durante a ditadura).
O GLOBO: Que reação você espera do público à "Amor e revolução"?
TIAGO SANTIAGO: Espero criar uma novela muito emocionante, que dê o que falar. Que as antigas gerações possam reviver com emoção o passado e lavar a alma sobre as feridas não cicatrizadas. E que as novas gerações possam conhecer um pouco mais desta história para que fique gravado em seus corações as lições da democracia e da liberdade.
Membros das Forças Armadas e da extrema direita se manifestaram ou mostraram preocupação com a novela?
SANTIAGO: Entraram em contato indiretamente, enviando e-mails para a produção da novela, que os procurou primeiro, convidando-os a dar depoimentos que serão apresentados ao final de cada capítulo, assim como tem feito o pessoal da chamada esquerda. Soube que recentemente houve uma reunião do grupo "Terrorismo nunca mais", na qual eles decidiram usar o espaço da novela para dar depoimentos. Então, imagino que teremos, sim, relatos de pessoas deste grupo, que chamam o golpe militar de contrarrevolução. Eles dizem que foi uma revolução para conter uma revolução de esquerda que estava acontecendo no Brasil. Por enquanto, depois de colher mais de 70 depoimentos de vítimas da repressão, familiares e pessoas que combateram a ditadura, conseguimos apenas um do outro lado, o de Jarbas Passarinho (militar reformado que foi ministro do Trabalho e da Educação nos governos Costa e Silva e Emílio Garrastazu Médici, um dos signatários do Ato Institucional número 5). Nossa intenção sempre foi apresentar os dois discursos.
Mas quem enviou esses e-mails e o que diziam?
SANTIAGO: O e-mail que a produção me encaminhou foi enviado por Maria Joseíta Silva, mulher do coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra (ex-chefe do DOI-Codi entre 1970 e 1974, chegou a ser processado, acusado de comandar sessões de tortura em presos políticos). Ela fez uma coletânea de mensagens de pessoas manifestando preocupação. De modo geral, escreveram que temiam ser retratados de forma negativa, ver as Forças Armadas e o movimento que chamam de contrarrevolução denegridos. Minha resposta, enviada a Maria Joseíta por meio da produção, foi de que não estou denegrindo as Forças Armadas. Meu herói é um militar. E há vários outros personagens que são militares e democratas. As Forças Armadas são mostradas como algo muito plural, com militares de centro, esquerda e direita. Mas sei que novela tem uma lógica própria. Se eu mostro um personagem sendo torturado porque está lutando por justiça social, o torturador será visto como vilão e o torturado, como mocinho, até pela covardia da situação. Não dá para escapar desta dinâmica e tampouco há justificativa para a tortura, é um ato de vilania. Há personagens de boa índole na polícia, nas Forças Armadas e também guerrilheiros de caráter polêmico. E vamos mostrar atos controversos da esquerda revolucionária, como sequestros, expropriações e mortes.
A novela pode influenciar na votação do Congresso para a criação da Comissão da Verdade?
SANTIAGO: Há 15 anos penso em fazer esta novela. É uma coincidência ter conseguido realizá-la agora. Quando propus o tema ao SBT, não tinha a menor ideia de que haveria um projeto de lei para a criação de uma Comissão da Verdade. Os depoimentos de pessoas que foram torturadas, que têm familiares desaparecidos, vão causar comoção. São relatos muito fortes. Mas não sei se isso vai ajudar na aprovação do projeto. O governo tem maioria no Legislativo, então espero que a comissão seja aprovada, independentemente da novela.
Você teme ser criticado por banalizar ou espetacularizar a violência exibindo de forma realista cenas de tortura?
SANTIAGO: Tenho certeza de que vou ser muito criticado por todos os lados. Estou acostumado. Então, por favor, critiquem à vontade. Quis fazer uma novela que se passa nesta época justamente porque é possível fazer algo muito emocionante. As críticas virão com certeza. Estou esperando por elas.
A TV aberta já tratou da ditadura militar na minissérie "Anos rebeldes". O cinema também abordou o tema em filmes como "O que é isso, companheiro?", "Cabra cega", "Batismo de sangue", o "Ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. O assunto está esgotado?
SANTIAGO: Dá para fazer dezenas de novelas, filmes e peças que se passam nesta época. É um período muito rico de acontecimentos. Há muito mais histórias para me inspirar do que a possibilidade de contar todas. A novela tem 180 capítulos. Se der certo, estou disposto a aumentá-la, mas acredito que o ideal seja chegar a, no máximo, 250. Pretendo tratar da história de 1964 até a Guerrilha do Araguaia, mostrando diversos segmentos da sociedade: imprensa, artistas de teatro, guerrilheiros, estudantes, policiais, militares, advogados, padres. São mais de 60 personagens. É difícil comparar um filme de uma hora e meia ou uma minissérie de 20 capítulos com uma novela. E "Amor e revolução" é a primeira que vai tratar deste assunto em todos os seus capítulos.
Qual sua posição política?
SANTIAGO: Sou um democrata, um pouco socialista, no sentido de ser a favor de socializar as oportunidades. Tenho vontade de viver num mundo com mais justiça social, ainda mais em um país onde existe tanta disparidade. Um social democrata, digamos assim. Acredito, como sistema de governo, em uma democracia parlamentar, com independência dos três poderes. Me vejo como centro-esquerda.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Diretora do SBT se afasta por divergências com equipe de Tiago Santiago

Tina Pacheco, diretora de dramaturgia do SBT, está se afastando da emissora por divergências com a equipe de Sérgio Madureira e Reinaldo Boury, respectivamente, produtor executivo e diretor da novela de Tiago Santiago. Tina voltará ao SBT no próximo folhetim de Íris Abravanel.
Segundo comenta-se nos corredores da Anhanguera, Tiago Santigo está disposto a fazer bem feito dessa vez. Não que "Uma Rosa com Amor" foi feita de qualquer jeito, mas sim espera-se que os eventuais contratempos que surgiram na época não se repitam agora. Isso explica o fato dele ter trazido um produtor e um diretor da Globo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Nova novela do Tiago Santiago vai acontecer no período da ditadura militar

Deve fechar com 7 de média. Número bem razoável.
