quarta-feira, 31 de outubro de 2012

“Sangue Bom” já tem 18 capítulos escritos

Letícia Isnard fará par com Felipe Camargo na trama
 
Maria Adelaide Amaral já está bem adiantada nos trabalhos de “Sangue Bom”, título provisório da próxima novela das sete. Junto com Vincent Villari, a autora entregou à Globo 18 capítulos escritos.
 
A trama terá muita comédia. Letícia Isnard, a Ivana de “Avenida Brasil”, foi confirmada no papel de Brenda, que faz parte de uma família aristocrática paulista falida. Yoná Magalhães será a matriarca desta família. Brenda também formará par romântico com o personagem de Felipe Camargo.
 
O folhetim conta ainda com Marco Pigossi, Sophie Charlotte, Débora Evelyn, Marisa Orth, Malu Mader, Marco Ricca, Regiane Alves, Bruno Garcia, entre outros. A direção-geral é de Dennis Carvalho.
 

(fdp) – 1×02/03: A Mãe/Entre a Chuteira e a Sapatilha


¡És un ladrón!

Spoilers Abaixo:

Após uma boa estreia, as expectativas para os episódios seguintes de (fdp) estavam bem altas. Felizmente, a série vem mostrando que é uma bola dentro da HBO Brasil (depois da enfadonha Preamar). Seja aprofundando o lado pessoal da vida do juiz boa pinta (em “A Mãe”), ou o lado profissional (em “Entre a Chuteira e a Sapatilha”), a produção segue cumprindo seu papel, apostando em um humor bem feito, divertido e politicamente incorreto.
 
1×02: A Mãe
¡Hijo de puta! O segundo episódio de (fdp) também termina com a expressão que dá nome à série. Só que dessa vez em espanhol, dada a introdução de mais um personagem: Bartolomeu Guzman, o “namorado/amante/parceiro sexual” argentino da mãe de Juarez. Ô dona Rosali, tinha que ser um argentino? E Guzman cumpre exatamente o seu papel: ser um argentino canastrão. A cena em que ele conhece o árbitro, com o velho pelado abrindo a porta da geladeira, é um trauma para toda a vida! Entendo totalmente Juarez agindo como menino birrento, virando a cara pro “novo pai” (e depois de ter “ouvido” toda a movimentação no quarto ao lado – sabe como é, depois que inventaram o Viagra…). Pobre Juarez!
 
Tal encontro se deu pelo fato de o árbitro ter que voltar para casa por falta de dinheiro (devo considerar que acho um absurdo botar a culpa no advogado – só cobramos o justo e necessário para uma representação de qualidade!). Muito além da humilhação imbuída na situação, o pior é ter que, além de aturar o autoproclamado padrasto argentino, lidar com dona Rosali, que se mostrou ácida como um abacaxi (filtro entre o cérebro e a boca passou foi longe). Como essa mulher solta pérola! Não basta mandar o filho para o quarto de costura, tem que frisar que ele não é tão bem vindo ali.
 
Além dos problemas da “velha nova casa”, em geral o segundo episódio de (fdp) foi muito bom, corrigindo alguns problemas que observei no episódio piloto. Naquela ocasião, embora tenha gostado bastante da estreia, tinha ficado com uma impressão de amadorismo: os atores não pareciam tão confortáveis e a direção deu algumas escapadas. Contudo, neste episódio, tudo pareceu mais acertado, e as personificações estavam mais confortáveis e realistas. Tanto que, quando me dei conta, o episódio já tinha acabado.
 
Em um roteiro bem feito, me agradaram as observações sobre a paixão brasileira pelo futebol: os torcedores que xingam só por que o juiz favoreceu time rival, sem se importar com a realidade; os clichês da cobertura esportiva (“um amistoso com clima de decisão!”); as propagandas invasivas no meio do jogo; a torcida violenta, e por aí vai. É importante notar, também, como são bons os coadjuvantes. Os bandeirinhas continuam ótimos alívios cômicos, em especial Caravalhosa. Um amor de pessoa, ele sempre tem um comentário fdp para fazer. O que não me convenceu ainda foi o draminha da ex-esposa Manu (desculpa, eu olho pra ela, mas só vejo a “me serve vadia” da novela das 8). Meio que foi um repeteco do piloto (“ah, você me transmitiu sífilis, e agora estou com raiva eterna de você e por isso não pode ver meu filho nunca mais”). Porém, compreendo que o enredo é necessário. Só tem que evoluir, nada de ficar no mesmo draminha de sempre, ok?
 
Ainda, pode parecer picuinha minha, mas uma coisa me incomoda: a partida de futebol em si. Como no episódio anterior, ficou artificial demais. O espectador pôde perceber que a partida não ocorria de verdade (e não é função da mágica linguagem televisa nos fazer crer no que não aconteceu?). Por exemplo, a arquibancada que mostrava a torcida era sempre a mesma. Pior, os barulhos da torcida eram plásticos (como nas laughtracks das sitcoms): às vezes a torcida aparecia calma, mas o som era de uma multidão em polvorosa. As jogadas eram as mesmas poucas ensaiadas, repetidas. É um pequeno detalhe, que não interfere tanto no resultado final – mas que certamente deveria ser levado em conta.
 
Por fim, quanto ao jogo da semana, mais uma vez Juarez teve que enfrentar um interessante dilema ético. Se no primeiro episódio foi confirmada toda a hombridade do árbitro, dessa vez os roteiristas acertaram em nos deixar na dúvida: será que Juarez apitou novamente um pênalti aos quarenta e tantos minutos do segundo tempo só para “se vingar” do padrasto que torcia pelo time argentino? Pelas imagens que foram mostradas, tenho minhas dúvidas, mas me inclino a achar que o orgulho ferido de ver a mãe se enroscando com o velho falou mais alto. Recebo muito bem tal conclusão, para tirar aquela aura idealista e pouco realista que poderia se criar em torno de um juiz-que-nunca-comete-injustiças.
 
1×03: Entre a Chuteira e a Sapatilha
O terceiro episódio de (fdp) veio para nos mostrar como é difícil ser árbitro de futebol. Ser xingado eternamente e correr risco de ser linchado após a partida, não é pra qualquer um. Nesse caso, apitar o jogo Siete Cruces x Punta Del Este traz consigo uma grande pressão, por ocorrer o jogo na casa do time uruguaio. E o episódio ilustrou muito bem a situação, ao mostrar a reação da torcida – jogando garrafas e latinhas logo no início do jogo – e do comentarista uruguaio (que soltou a frase que abre esta review). Pressão esta que se repete a cada jogo, e aumenta conforme a importância do campeonato – no caso a Libertadores. Assim como no episódio piloto, o juiz não se deixou abater e, pelo que foi mostrado, apitou a partida como deveria – mesmo que isso signifique enfurecer a torcida do estádio onde você está.
 
E, ainda que com alguma dose de artificialidade, a partida da Libertadores foi bem mais convincente do que as anteriores – aleluia! Contudo, está começando a ficar repetitivo e fora da realidade o fato de que, em todos os jogos, algo só acontece após os 40 minutos do segundo tempo. Nesse caso foi a não marcação de um pênalti e a anulação de um gol do time da casa – tudo a poucos minutos do fim do jogo. Por enquanto, relevemos para dar mais emoção ao episódio, mas uma hora isso tem que mudar. O ponto positivo foi que, dessa vez, chamaram mais figurantes, e a cena da corrida tresloucada do trio de arbitragem para salvar suas vidas foi bem verossímil (e hilária) – dava pra ver o desespero na cara dos coitados! Quem salvou o dia foi Serjão, faixa preta em taekwondo – falemos disso.
 
Tenho que dizer que achei uma sacanagem o site oficial da HBO denotar a homossexualidade do personagem antes mesmo de os episódios começarem (fica a dica: permaneça longe daquele site, que tem informações demais sobre o enredo de episódios futuros). Como já sabia disso, a revelação deste episódio não me pegou de surpresa, já esperava desde o piloto que algo do gênero fosse ocorrer. Ainda assim, achei bem pertinente a série abordar o tema, até por que, depois de sair do armário para o amigo Juarez (bem enfaticamente, até!), o personagem melhorou muito: bem resolvido e sem dramas, Serjão se dedica a fazer piadinhas canastras para o protagonista. Sobram piscadelas, insinuações de beijo e frases de duplo sentido, que, claro, deixam o encabulado Juarez ainda mais desconcertado. Quero ver quando Carvalhosa descobrir, a zoação que não vai ser.
 
Por falar em homossexualidade, a parte do drama familiar essa semana foi um pouco mais divertida, com a história do filho querer uma sapatilha de ginástica artística só para conquistar uma menina. Juarez, mesmo sem querer admitir, estava travadinho, torcendo pelo filho querer voltar ao boxe. E nossa, como o juiz respirou aliviado ao ter certeza que Vinny gosta do sexo oposto. E daí se construiu o já tradicional “filho da puta” do fim desse episódio, desta vez enunciado, claro, por Serjão (e com toda razão!).
 
Quanto a história da ex-mulher, continua um porre. Ô criatura azia, boa de procurar algo para fazer! Além de abusar da paciência de Juarez, todo o romancinho com o advogado foi totalmente dispensável. Todo mundo já sabe que eles estão juntos, não precisava a cena do restaurante chique como se fosse o primeiro encontro.
 
Obviamente, o saldo é mais que positivo. Após os episódios, fiquei ainda mais contente com a série que, até agora, é a surpresa da fall season (esticando o termo para o Brasil), pois está ficando difícil achar uma comédia de qualidade. Há muito não me empolgava tanto com uma série do gênero, e já estou torcendo pelo trio de arbitragem – que consigam apitar a Copa do Mundo! E estarei lá para acompanhar, na primeira fila da arquibancada.
 
Observações:
- Imperdível mesmo é o programa do Neri Nelson, sempre com sua enxurrada de merchan. Tal e qual a cobertura esportiva de muitos canais. E não esqueça: “Preservativos UAU, ela vai te achar um animal!”
- O advogado Rui diz que a apelação movida por Juarez fora julgada improcedente, mas que a advogada do réu vai apelar. Mas de novo? Olha que assessoria jurídica é importante, Prodigo Filmes, sejamos verossímeis!
- Senti falta, no terceiro episódio, do casal na Rosali e Guzman! Nem sequer uma pérola de sabedoria deles neste capítulo. Absurdo!
Aprenda a ser sutil com (fdp):
- Juarez: “Vou ficar só até eu me acertar”
Rosali: “Da última vez levou 25 anos”.
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- Torcida: “Aê juiz cuzão, trouxe a mamãezinha também?”
Rosali: “Vai tomar no seu cu, seu viado!”
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- Arquibancada: “Viado!”
Serjão: “Preto é foda!”
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- Juarez, irônico: “Você escolhe bem as palavras, entende bem os problemas dos outros…”
Carvalhosa: “Cara, sou teu amigo, eu sirvo pra tomar cerveja. Quer colo? Liga pra mamãe!”
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- Rosali: “Hoje tô aqui, jantando sozinha”
Juarez: “E eu sou o que, um fantasma?”
Rosali: “Logo agora, que aprendi a chegar no orgasmo…”
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- Juarez, após o filho ir tentar a sorte com uma garota: “Esse menino, vai ser um comedor!”

TRILHA SONORA: Avenida Brasil

Trilha Sonora 1


01. REZA - Rita Lee (tema de Cadinho e suas mulheres)
02. AMIGA DA MINHA MULHER - Seu Jorge (tema de Olenka e Silas)
03. HUMILDE RESIDÊNCIA - Michel Teló (tema de Adauto)
04. ASSIM VOCÊ MATA O PAPAI - Sorriso Maroto (tema de Leleco e Tessália)
05. DEPOIS - Marisa Monte (tema de Nina e Jorginho)
06. CACHORRO PERIGOSO - Tchê Garotos (tema de Darkson)
07. CORRENDO ATRÁS DE MIM - Aviões do Forró (tema de Suelen)
08. MEU LUGAR - Arlindo Cruz (tema de locação: Divino)
09. FILHO DA SIMPLICIDADE - Revelação (tema da família de Tufão)
10. ESTÓRIA DE NÓS DOIS - José Augusto (tema de Monalisa e Tufão)
11. PURA ADRENALINA - Belo (tema de Silas)
12. A MENINA DO SALÃO DE BELEZA - Pedro Luís (tema de locação: salão de Monalisa)
13. O DIA DO CORNO - Reginaldo Rossi
14. TÁ FALTANDO HOMEM - Nanda Xeiro de Mel
15. VEM DANÇAR COM TUDO - Robson Moura e Lino Krizz (tema de abertura)
16. CUPIDO - Maria Rita (tema de Débora e Jorginho)

Trilha Sonora 2



01. VOCÊ DE MIM NÃO SAI - Luan Santana
02. EU QUERO TCHU TCHA TCHA - João Lucas e Marcelo (tema geral)
03. HOT DOG - Buchecha (tema de Dolores e Diógenes)
04. FAVORITA - Mc Marcinho (remix)
05. EM UM OUTDOOR - Zeca Pagodinho (tema de locação)
06. MAS QUE NADA - Sergio Mendes featuring Black Eyed Peas (tema dos treinos do Divino Futebol Clube)
07. MINHA RAZÃO - Péricles (participação especial de Chitãozinho & Xororó) (tema de Tufão)
08. PRA ME PROVOCAR - Mc Koringa (tema geral)
09. RICARDÃO - Mariozan (tema de Leleco e Muricy)
10. NEM VEM QUE NÃO TEM (NÃO VEM QUE NÃO TEM) - Wilson Simonal (tema de Nilo)
11. CHARME - Bebeto
12. NA CADÊNCIA DO SAMBA (QUE BONITO É) (instrumental) - Waldir Calmon (tema dos treinos do Divino Futebol Clube)
13. MULHER CARIOCA - Preta Gil
14. TANTA COISA - Paolo (tema geral)

Trilha Sonora Internacional



01. LONG LIVE - Taylor Swift featuring Paula Fernandes (tema de locação: Rio de Janeiro - Zona Sul)
02. SET FIRE TO THE RAIN - Adele (tema de Nina)
03. FINALLY FALLING - Mayer Hawthorne
04. CHARLIE BROWN - Coldplay (tema de Jorginho)
05. VIDEO GAMES - Lana del Rey (tema de Débora e Iran)
06. THE ONE THAT GOT AWAY - Katy Perry
07. HOTEL NACIONAL - Glória Estephan (tema de Cadinho e suas mulheres)
08. ADDICTED TO YOU - Shakira (tema de locação: Rio de Janeiro - Zona Sul)
09. BRING ON THE NITE - Mr. Jam featuring Ali Pierre & Cymcolé (tema de Max)
10. INFILTRADO - Bajofondo (tema de Carminha)
11. THE GLORY OF LOVE - Paul MacCartney
12. ENDLESS LOVE - Lionel Richie & Shania Twain (tema de Roni e Suelen)
13. BELLE - Cattle & Cane
14. SHE'S GOT EVERYTHING - Ellison Chase

SET FIRE TO THE RAIN - Adele (tema de Nina) ainda
EU VOU PEGAR VOCÊ E TÃE - Munhoz & Mariano
RED DUST - Zero 7
SMILE - Charles Chaplin (tema de Rita e Batata crianças)
DON´T THINK TWICE, IT´S ALRIGHT - Bob Dylan (tema de Rita / Nina)
WITHOUT YOU - David Guetta e Usher

Sessão de Terapia – 2ª Semana


Nós já conhecemos suas histórias. Agora é hora de começarmos a conhecer suas almas.

Spoilers Abaixo:

Depois das primeiras impressões, a 2ª semana da série Sessão de Terapia do canal GNT, nos convida a continuar analisando seus personagens e mergulharmos em suas histórias para continuar conhecendo mais deles e, quem sabe, até mais sobre nós mesmos. E então? Vamos ver o que rolou nessa semana?


Segunda – Júlia
Júlia passou de furacão para brisa. A tensão sexual continua a mesma, mas Júlia estava diferente. Se na sessão passada ela apareceu chorando, nessa ela própria se intitulou “feliz”. E com uma novidade: vai se casar!
 
Foi bom conhecer mais de Júlia, saber que o “não” de Théo resultou no “sim” para André, mesmo que ela não concorde com ideal de família perfeita que é o sonho de seu noivo. Júlia sempre foi carente e quis ter posse sobre as pessoas, como Théo bem lembrou, quando adolescente ela desejou ser adotada para fugir do pai que estava abalado com a morte de sua mãe. Percebam que aí fica claro que se no passado ser adotada era o escape de Júlia, na situação atual, é Théo o escape para o relacionamento frustrado dela.
 
Júlia consegue desestabilizar o terapeuta e um exemplo disso é quando ela pede pra usar o banheiro da casa já que o do escritório estava entupido, demonstrando mais uma vez a vontade de ultrapassar o profissional e entrar na vida de Théo. Mesmo com o casamento abalado e brigando com a esposa até na hora de desentupir uma privada, a resposta para Júlia, tanto para o banheiro como para vida, foi “não”.
 
Por mais que eu tenha um problema com a escolha de Maria Fernanda Cândido para interpretar a personagem, posso dizer que fiquei mais satisfeita essa semana, com um episódio mais leve do que o da semana passada.
 
Obs.: O que foi Júlia dizendo “não quero que você me adote, quero que você me coma”?


Terça – Breno
O episódio começa mais informal, menos tenso, com Théo preparando um café quando Breno chega. Sabendo do vício de seu paciente por café, oferece uma xícara. Só que Breno ao desgostar do café, cuspiu e reclamou e com Breno funciona do mesmo jeito na terapia: se ele não gostar de uma opinião de Théo, ele também vai cuspi-la e se desfazer dela.
 
Breno voltou para o consultório a fim de contar o que aconteceu na sua volta à escola onde matou o menino. É interessante notar a indiferença nas palavras dele quando revela que não sentiu nada ao ver o sofrimento das pessoas com a morte de Douglas, e como sua expressão facial transmitiu um incômodo ao contar que o avô da criança o reconheceu. Achei essencial para entendermos a ineficiência do personagem em demonstrar sentimentos, quando ele conta a história do seu pai que teria matado o seu avô.
 
Breno acredita que cumpriu sua função, já que matou o traficante, ainda que uma criança inocente tenha sido atingida. Achei interessante o personagem falando sobre a vida pessoal, relatando o que o irritava na esposa para no fim dizer que ela quer que ele volte ao trabalho. A questão é que ele não quer voltar porque sabe que não vai voltar como o melhor; E Breno não está preparado para não ser o melhor. Breno já decidiu que quer se separar e só foi até lá para contar a Théo. Ele simplesmente rejeita e bloqueia a opinião do terapeuta, deixando claro que já tem uma decisão tomada. Gostei do episódio, mas quero ver mais do personagem fora dessa casca dura para que possamos nos conectar mais a ele e entendo que isso levará um tempo.
 
Obs.: Breno dizendo o que o incomoda na esposa é o seu perfeccionismo: “Ela até para peidar tem data determinada”.


Quarta – Nina
O episódio se inicia e vemos uma Nina mais relaxada até corporalmente. Após receber ajuda de Clarice, esposa de Théo, para trocar a roupa molhada com que chegou ao escritório, ela até demonstrou um semblante de alegria em seu rosto dizendo ao terapeuta que gostou dela. Mas a alegria foi embora durante a sessão, e a garota, para se proteger, respondeu agressivamente por muitas vezes, até contando fofocas sobre a filha de Théo.
 
A busca do terapeuta em assumir uma relação de cumplicidade com a paciente é evidenciada quando Théo lê suas impressões sobre Nina ou quando ele disse que tentou se colocar no lugar dela e compreendeu que é difícil escovar os dentes com os braços engessados. Nina tem medo de não poder contar com ninguém, já que todos os relacionamentos dela são conturbados. Além da falta de uma amizade, as brigas com a mãe e o pai ausentes, vimos que o treinador (que Théo descobriu ser o homem que falou com ela no telefone no início do episódio), não é apenas um simples treinador pra ela. Nina se mostrou irritada com as outras garotas que queriam a atenção dele ou chateada com o fato da esposa dele ter voltado de um período em que passou fora, o que a levou a ser dispensada de cuidar da filha dele.
 
O questionamento da Nina sobre só ter ficado com os dois braços quebrados por causa do acidente e o abraço (com toda passagem de carência possível) em Clarice foram emocionantes. Surpreendi-me positivamente com o episódio, que teve na emoção um grande trunfo. Nessa semana achei a interpretação de Bianca Müller superior, ela não deu um ar chato ou irritante como na semana passada. Notem inclusive como a moça desviava o olhar quando era questionada por Théo ou em como seu corpo ficava mais relaxado com o passar da sessão. Mas Nina continua sendo a personagem mais retraída e, consequentemente, a que penso que terá a maior evolução.

Obs.: Nina não falou várias vezes “bosta” nesse episódio, né? Ainda bem.


Quinta – Ana e João
Esse episódio foi no mínimo, excêntrico. Primeiro, porque começa com o casal Ana e João no maior clima de romance, com direito a amassos e risos compartilhados. Na sessão passada, o posicionamento foi totalmente contrário, o casal não se aceitava e tinham opiniões diferentes sobre a gravidez. Abortar ou não, eis a questão.
 
Até Théo se surpreendeu ao perceber a mudança de comportamento do casal. Eles disseram que perceberam que brigar por uma gravidez era bobagem e de repente, estavam bem novamente! Ana decidiu não abortar (por enquanto) e até pensava que gostaria que o bebê fosse uma menininha; Já João era só felicidade e por isso pensava que a terapia já poderia ser encerrada. Só que Théo, como terapeuta, achava que ainda é cedo pra finalizar seu trabalho com esse casal. Nesse momento, novamente, há um (ainda que pequeno) embate entre João e Théo, já que possuem opiniões diferentes. Mesmo assim, a sessão estava bem mais calma do que a da semana passada, pelo menos até que Ana começou a sangrar e teve que ir rapidamente para o hospital.
 
A bizarrice vem do fato de que pouco tempo do episódio foi dedicado ao casal, sendo que a maioria foi gasto mesmo com a briga de Théo e sua esposa Clarice depois da sessão. Gostei da interpretação de Maria Luíza Mendonça, que passou toda mágoa da personagem pelo marido que se importa mais com os pacientes do que com a família. Só achei meio apressada toda àquela situação de limpar a mancha, discutir sobre a família, revelar uma traição e querer o divórcio. Sem contar o fato que a esposa disse que tudo ali dependia dele, logo, que é por culpa dele tudo estar dando errado entre eles.
 
Essa trama do casal Ana e João desde o começo, eu considero muito interessante, ainda mais porque aqui no Brasil, o aborto não é permitido. Espero que seja dada a essa trama a devida importância e que foquem mais nos pacientes.
 
Obs.: Nesse episódio, ainda tivemos o diretor Selton Mello, fazendo uma participação especial, como um paciente mega nervoso. Deu pra sentir que não foi um episódio comum mesmo, né?


Sexta-feira – Dora
Agora quem fala é Théo. Após descobrir a traição da esposa, lógico que o terapeuta estava precisando desabafar. É aí que entrou novamente na história a terapeuta e ex-amiga Dora. Diferente da semana passada, em que achei que a atriz Selma Egrei estava absolutamente fria e parada demais, nessa semana gostei de sua interpretação, achei que ela encontrou o tom da personagem e ficou muito bom.
 
Com Théo descontrolado e tomando comprimidos, não faltaram críticas aos pacientes e declarações de ódio a esposa. Isso até que Dora tocou novamente no assunto do relacionamento de Théo e Júlia. Percebam que até o momento, Théo havia falado de cada um dos pacientes, mas nem tinha citado o nome de Júlia, claramente se omitindo ali e não querendo falar da paciente. Quando falou foi sobre não querer que Júlia ultrapasse a porta que separava seu escritório do restante da casa, simbolicamente sendo a porta que estabelecia o limite entre a relação de terapeuta e seu paciente com a sua vida pessoal.
 
Dora, diante da crise do relacionamento de Théo e Clarice, sugeriu então que ele passasse Júlia para outro profissional. Nesse momento, uma lembrança de Théo é ativada e ele joga para nós, como telespectadores, algo do passado dos dois. No passado, foi Dora que teve um paciente apaixonado por ela e diante da situação (e exposição), ela fugiu com outro homem e o paciente, depois morreu. Foi incrível a hora em que Théo diz que não vai abandonar Júlia como Dora fez com seu paciente, o que claramente a afetou.
 
Por mais que eu não seja fã de Zécarlos Machado como o terapeuta de Sessão de Terapia, é inegável o quanto ele foi bem nesse episódio. O que acende minha esperança para o fato de que sua atuação pode nos convencer ainda até o final da temporada.
 

“Lado a Lado” registra sua pior média semanal e segue como o pior Ibope das seis

 


Os protagonistas Camila Pitanga e Lazaro Ramos
 
A novela “Lado a Lado” registrou sua pior média semanal desde a estreia. A trama das seis ainda não empolgou, apesar da bela história e um grande elenco, e conta ainda com o horário de verão e muito calor na cidade de São Paulo.
 
De 22 à 27 de outubro a novela marcou 16.3 pontos de média. Diga-se de passagem, esse Ibope deveria ser da reprise de “Da Cor do Pecado”, mas que também está mal das pernas. Vale destacar, ainda, que “Lado a Lado” tem 17.81 pontos de média geral até o momento.
 
Até o capítulo 42, confira o Ibope das outras tramas: “Amor Eterno Amo” 21.81, “A Vida da Gente 21.5, “Cordel Encantado” 24.4, “Araguaia” 21.4 e “Escrito nas Estrelas” 25.7 pontos.
 

“Guerra dos Sexos” não terá alterações por causa da audiência de São Paulo

Personagens de Irene Ravache e Tony Ramos vivem em guerra
 
Muito tem se falado sobre a baixa audiência do remake de “Guerra dos Sexos”. A trama, diferente da primeira versão, não caiu no gosto popular. Para a crítica, a história repete um tema que não é tão discutido quanto nos anos 80.
 
A novela vem atingindo baixíssimas audiências na Grande São Paulo, causando decepção na emissora. Porém, não podemos esperar grande mudanças no rumo da história. Silvio de Abreu pretende seguir com o que planejou em relação ao roteiro.
 
Fora de São Paulo, “Guerra dos Sexos” vem marcando praticamente os mesmos índices de “Cheias de Charme”.
 
Já rolou até guerra de comida / Reprodução
 
A trama acumula em seus primeiros 25 capítulos apenas 22.8 de média, enquanto Chayene e sua turma tinham 28.9 no mesmo período, de acordo com dados de São Paulo.
 
Porém, muito diretores da Globo acreditam que com o fim do horário eleitoral, e a volta ao horário normal, não só “Guerra dos Sexos” mas também as demais novelas voltarão a atingir audiência satisfatória.

Primeiras Impressões: (fdp)


Filho da…

Spoilers Abaixo:

O palavrão, que foi a última fala do roteiro desse episódio inaugural da nova série da HBO Brasil criada por José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta, é o grande mote por trás de fdp. A série pretende mostrar que, muito além da mítica figura do juiz de futebol há um homem que sofre tantas pressões quanto qualquer outro, seja como pai, como marido ou como filho… Filho da…
 
Bem, brincar com a maior paixão dos brasileiros utilizando para isso a figura mais emblemática do futebol é o grande trunfo da série, que já começa nos mostrando que o sonho da vida de Juarez Gomes da Silva (Eucir de Souza) é apitar uma final de uma copa do mundo, o que parece ser bem mais tranquilo do que lidar com sua própria vida pessoal, que se encontra de cabeça pra baixo depois que sua mulher o expulsou de casa e ficou com seu filho.
 
E em cima disso se desenvolve todo o primeiro episódio de fdp, que conseguiu com mérito mostrar que, mesmo sendo um homem comum, ele sofre os mesmos problemas de qualquer outro, o pobre Juarez tem que carregar a sina de ser um fdp e pode até perder a guarda do filho unicamente porque assinalou um pênalti “errado” no último minuto do jogo, contra o time do juiz que julgava seu processo.
 
E acredito ser este o maior trunfo do argumento da série: a possibilidade de brincar com todo um universo próprio enquanto desenvolve seus personagens incertos nesse mundo único. E para todos que são acostumados com o universo futebolístico, foi possível se deliciar com cada referência – nada sutil – que a série nos presenteou nesse primeiro episódio. Seja a dupla de comentarista e narrador, seja o técnico escolhido a dedo a ponto de deixar um certo incômodo com a referência mais do que direta ao Luxemburgo ou até mesmo o apresentador-merchan que deixou Milton Neves enciumado.
 
Outro elemento que foi usado com parcimônia nesse episódio é a própria mãe de Juarez (Maria Cecília Audi), que, pelos previews, promete ser mais um grande ponto de humor na série. Dona Rosali vai mostrar que não é ela quem está por trás do apito, mas que é capaz de defender sozinha sua honra e a de seu querido filho.
 
A verdade é que, tendo um argumento tão bem desenvolvido, fdp tem um longo caminho para trilhar e, se o fizer com talento e competência em seus próximos 12 episódios dessa 1ª temporada – bem como foi feito neste episódio de estreia – vai saber levar para a TV o ponto mais doentio da cultura brasileira: o amor pelo futebol que coloca o seu time como prioridade em sua vida. E entre o seu time e a vitória só existe uma barreira: o fdp do juiz.
 
Criada por José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta, com base em argumento de Adriano Civita e Giuliano Cedroni, a série também traz em seu elenco os atores Cynthia Falabella (Manuela), Maria Cecília Audi (Rosali), Vitor Moretti (Vini), Paulo Tiefenthaler (Carvalhosa, o bandeirinha), o ator e cantor Saulo Vasconcelos (Serjão), Fernanda Franceschetto (Vitória, a bandeirinha), Adrian Verdaguer (Guzmán), Domingas Person (Paloma) e Chris Couto (Gilda Marques, a comentarista).
 
Produzida pela Pródigo Filmes, a primeira temporada tem treze episódios produzidos.

Lima Duarte é confirmado em nova novela de Walcyr Carrasco

Lima Duarte volta às novelas no horário nobre
 
A próxima novela das nove, de Walcyr Carrasco, já conta com um mega elenco. Depois de Antonio Fagundes, Susana Vieira, Cássia Kis, Ary Fontoura, Fúlvio Stefanini, Christiane Torloni, Rosamaria Murtinho, Maitê Proença, Elizabeth Savalla, a trama ganhou mais um nome de peso em seu elenco.
 
De acordo com o jornal O Globo, Lima Duarte, afastado das novelas desde o fim de “Araguaia” (2010), foi escalado para o elenco. O ator, junto com todo elenco, começa a gravar logo após o Carnaval. A equipe da trama, comandada por Wolf Maya, embarca para o Peru em dezembro.
 
Lá, eles vão escolher locações para a trama.
 
O folhetim se passará em um hospital, de propriedade de Antonio Fagundes. Um dos grandes dramas da história será a adoção de um menino por um homossexual, que será interpretado por Malvino Salvador. O pai solteiro brigará na Justiça com a mãe biológica do garoto, papel destinado à Paolla Oliveira, que tentará a guarda do filho.
 

Isaac Bardavid pode ser visto na Globo e na Record ao mesmo tempo

Isaac Bardavid em "Salve Jorge" e "Rei Davi"
 
Presença importante na dramaturgia brasileira, Isaac Bardavid pode ser visto simultaneamente no horário nobre da Globo e da Record. O ator, que vive o Tartan na novela “Salve Jorge”, está no elenco de “Rei Davi”, que vem sendo reprisada pela Record, no mesmo horário. Na minissérie bíblica, o ator atuou como Samuel.
 
Aliás, muitos nomes de “Rei Davi” também aparecem no elenco de “Balacobaco”, que é exibida logo na sequencia da minissérie. É o caso de Paulo Figueiredo, Roger Gobeth, Thierry Figueira, Rodrigo Phavanello, Léo Rosa, Leandro Leo, Roberta Gualda, entre outros.

“Presença de Anita” estreia dia 22 de novembro no Viva

Mel Lisboa (Anita) e Leonardo Miggiorin (Zezinho) na minissérie
 
Inspirada na obra homônima de Mário Donato, “Presença de Anita” apresenta uma história de obsessão, sedução e morte. A minissérie de Manoel Carlos foi exibida originalmente em 2001, e estreia no Viva no dia 22 de novembro, logo após o término de “JK”, às 23h15.
 
Carolina Kasting, Julia Almeida, Leonardo Miggiorin, Marcos Caruso, Nelson Sargento e Vera Holtz também estão no elenco. Para protagonizar a trama, Manoel Carlos e os diretores queriam uma atriz desconhecida.
 
Então foi feita uma concorrida seleção e a estudante Mel Lisboa foi aprovada para o papel entre mais de 100 jovens.

“Dona Xepa” será ambientada em São Paulo

O autor Gustavo Reiz
 
Assim como na primeira versão, exibida em 1977 pela Globo, “Dona Xepa” será ambientada em São Paulo, na nova versão que começará a ser produzida em breve pela Record.
 
Gustavo Reiz, responsável pela trama, recebeu ordens para adiantar o processo de adaptação da novela. Ivan Zettel, recém-saído de “Rebelde”, ficará a cargo da direção.
 
“Dona Xepa” terá entre 60 e 80 capítulos, e começa a ser gravada na capital paulistana ainda este ano.
 
O folhetim, que será exibido na faixa das 20h30, estreia no primeiro semestre de 2013.
 

Primeiras Impressões: Sessão de Terapia

 
Com direção de Selton Mello e roteiro adaptado de Jaqueline Vargas, “Sessão de Terapia” coloca o Brasil numa lista de países que realizaram suas próprias versões da aclamada série israelense Be Tipul, que já contém EUA, Argentina, Holanda, Canadá, Romênia, entre outros. Contudo, o que todo mundo realmente quer saber é se a nossa versão está fazendo jus à série. Nesse review, tentei resumir minhas impressões sobre a série após a exibição da sua primeira semana de episódios.
 
Spoiles Abaixo:

Ao longo da temporada brasileira, que contará com um total de 45 episódios, sendo estes exibidos de segunda a sexta, sendo um paciente a cada dia, entre segunda e quinta, e na sexta o próprio terapeuta se consultando com sua antiga supervisora, o público brasileiro poderá descobrir que um roteiro bem amarrado e um elenco em sintonia são mais que suficientes para fazer um produto televisivo de qualidade, sem precisar apelar a baixarias ou pirotecnias.
 
Admito que adaptar uma série de sucesso internacional não é um trabalho fácil, especialmente quando o diretor é relativamente novato na profissão. Mesmo assim, e esse já é sem dúvida um dos pontos fortes de Sessão de Terapia, a direção soube copiar de maneira bastante competente o que foi visto por aqueles que assistiram a versão americana da série, In Treatment. Focando-se exclusivamente nos atores, sempre no centro da tela, ora em closes ora em planos médios, Selton Mello soube usar sua própria experiência como ator para capturar os melhores ângulos do elenco durante os episódios, fazendo sua parte para que este colocasse na prática o que o roteiro lhe exigia.
Antes de prosseguirmos, adianto ao leitor, até mesmo por uma questão de honestidade, que já assisti In Treatment e sou fã dessa versão. Gabriel Byrne, o ator responsável por interpretar o terapeuta na versão americana, está simplesmente brilhante em sua atuação. Como bem comentou comigo uma conhecida, ele é aquela série e, sem ele, simplesmente nada faz sentido. Byrne é o melhor retrato de um terapeuta que eu jamais vi em toda minha vida; as pequenas nuances de sua performance durante as sessões fictícias são tão contidas como as reações de um verdadeiro terapeuta em ação (já fiz terapia e conheço alguns). Em resumo, ele estava perfeito naquele papel. Não surpreende que tenha inclusive ganho um Globo de Ouro de Melhor Ator pela sua atuação.
 
Talvez seja justamente por isso que foi difícil não torcer o nariz inúmeras vezes durante os episódios dessa primeira semana ao trabalho realizado por Zécarlos Machado no papel de Theo (nos EUA, o personagem se chamava Paul). Não que sua atuação seja algo horrível, mas lhe falta um pouco mais de tato para encarnar um personagem tão complexo e fascinante, especialmente quando o que mais ele tem que aprender a fazer em cena é como se expressar para o público sem precisar dizer nada.
Posto isto, podemos agora abordar cada uma das histórias vistas em cada um dos cinco episódios (ou sessões) mostradas nessa primeira semana da série:
 
 
Segunda – Júlia
A adaptação do piloto não surpreendeu nem inovou, preferindo se manter plenamente fiel a versão americana. É curioso que durante todo o episódio de estreia, Sessão de Terapia só tenha conseguido me fazer lembrar completamente de cada detalhe do piloto de In Treatment. Pior: não foi só o roteiro que ficou idêntico (com as devidas adaptações a realidade brasileira, evidentemente), mas até mesmo as atuações e trejeitos dos personagens (para não comentar sobre o escritório do terapeuta que ficou igual ao americano) pareciam uma simulação total da versão feita nos EUA.
 
A atriz Maria Fernanda Cândido deixou muito a desejar no papel de Júlia (em In Treatment, a personagem se chamava Laura), uma anestesista que tem problemas com relacionamentos. Aliás, aqui cabe comentar que, ao contrário da química entre Gabriel Byrne e Melissa George na versão americana, aqui os atores Zécarlos e Maria Fernanda pareciam se esforçar, às vezes com maior ou menor intensidade, para convencer o público da veracidade do que seus personagens diziam ou gesticulavam.
 
No mais, o clichê (entendido aqui de forma positiva) presente no piloto da série original e das demais versões foi mantido de forma integral: paciente caindo em lágrimas; terapeuta tentando confortá-la; paciente culpando os outros por seus problemas; terapeuta a fazendo perceber que os problemas estavam nela mesmo; paciente declarando está apaixonada pelo terapeuta.
 
A crítica fica por conta do fato de que senti falta de algo nesse episódio que desse a versão brasileira uma identidade própria. Por exemplo: na versão americana, ao contrário da original, o escritório do terapeuta é bem mais fechado e com um ambiente familiar. Pode parecer algo insignificante, mas é uma mudança interessante. No nosso caso, contudo, se optou em simplesmente copiar em tudo o cenário e roteiro da versão dos EUA. Dito isto, não tenho nada mais a comentar sobre essa sessão.
 
 
Terça – Breno
Em seu 2º episódio, o que faltou, em minha opinião, no piloto de Sessão de Terapia finalmente foi dado ao público: uma identidade. Breno, interpretado pelo ator Sérgio Guizé, em muito me lembrou do trabalho feito pelo ator Blair Underwood no mesmo papel, em In Treatment. As roupas, o modo de falar e as expressões corporais do personagem foram seguidos da mesmíssima forma em que o personagem foi apresentado na versão americana, mas tivemos uma ótima inovação aqui.
 
A história do personagem teve que ser obrigatoriamente alterada quanto à versão original e a dos EUA. Primeiramente porque ao contrário desses países, nossas Forças Armadas não estão envolvidas em conflitos internacionais. Em segundo lugar, porque a ideia de transformar o personagem, na versão nacional, em um atirador de elite que mata um inocente (uma criança ainda por cima) acidentalmente é algo que já ocorreu no Brasil, gerando assim um feedback interessante com o público, sem que para isso tenha sido preciso fugir da essência do problema enfrentado pelo paciente em todas as demais versões.
 
Só me incomodou mesmo a falta de coragem do roteiro nacional de alterar alguns elementos das versões anteriores que seriam dispensáveis, como é o caso da obsessão do personagem por café. Excetuando-se essa questão, a sessão de terça foi realmente boa.
 
 
Quarta – Nina
Confesso que estava ansioso pela sessão de quarta. Isso porque a minha paciente favorita na 1ª temporada de In Treatment é a Sophie (que no Brasil, virou Nina). Estava realmente na torcida para que a atriz Bianca Müller chegasse próximo do nível de atuação que a Mia Wasikowska conferiu a personagem.
 
Então finalmente chegou a quarta-feira. O problema foi que terminei ficando levemente decepcionado com a versão brasileira da paciente ginasta com tendências suicidas. Obviamente não desconsidero que o desafio que a jovem atriz Bianca encarou era enorme, especialmente quando a última intérprete da sua personagem foi ninguém menos que Mia Wasikowska.
 
O que realmente achei é que, mesmo ficando incomodado com o excesso de vezes em que a palavra “bosta” foi dita (aliás, porque a vasta maioria das produções nacionais acredita que para demonstrar raiva o personagem precisa xingar muito?), ela até que conseguiu fazer um bom trabalho. Há inclusive uma forte possibilidade de ela crescer em sua atuação ao longo dos episódios, o que realmente torço para que ocorra. Portanto, é prudente aguardar mais um pouco para realizar uma avaliação completa.
 
No mais, a história da personagem tem todos os elementos para ser, como na versão americana, a melhor de todas. Por isso recomendo que não percam as sessões de quarta. Quanto a Zécarlos, assim como nas duas sessões anteriores, ele ainda não tinha conseguido me convencer com o seu personagem. Foi a partir daqui que preferi tentar ignorá-lo, ainda que tenha falhado neste intento.
 
 
Quinta – Ana e João
Não vou esconder que o casal não foi uma das tramas que tenha me agradado em In Treatment e, pelo que pude perceber nesse episódio de estreia, não será dessa vez que eles me farão repensar meu ponto de vista.
 
Ana (Mariana Lima) e João (André Frateschi) são, em Sessão de Terapia, respectivamente, uma executiva bem sucedida e um ator desempregado. No caso, assim como na versão americana, o casal quer que Theo atue como um mediador em suas constantes brigas, só que dessa vez focando-se exclusivamente em uma questão: Ana deve ou não abortar sua gravidez?
 
Não sei vocês, e aqui abro um adendo, mas, provavelmente meu lado mais conservador pense assim, nunca achei que um relacionamento que surja de uma traição (Ana era casada quando começou a se envolver com João), tenha muitas chances de ter um futuro a longo prazo.
 
O que ficou claro é que a tônica de brigas, ofensas e desconfianças será o grande forte das sessões de quinta. O problema é que depois de já ter acompanhado a mesma história uma vez, meu interesse pela trama do casal (que foi até bem desenvolvida em In Treatment) não será tão grande assim.
 
Obs.: Na versão americana, mesmo existindo uma polêmica envolvendo a questão do aborto, ao menos por lá isso é legal. Já no Brasil, até onde me lembro, ainda é crime. Portanto, na versão nacional, a polêmica envolvendo o tema é maior ainda, afinal estamos falando de um terapeuta que tem que aconselhar seus pacientes a cometerem ou não um crime.
 
 
Sexta – Dora
Senti vergonha. Não consigo usar outro termo para descrever este confronto de egos em forma de sessão de terapia. Zécarlos e Selma Egrei agiram de forma tão confusa e perdida em cena que era difícil saber o que realmente estava ocorrendo. Reconheço que o problema nem foi no roteiro, mas na forma como os atores tentavam interpretar ao mesmo tema o misto de emoções que existiam, pelo menos em tese, naquele momento.
 
Primeiramente, porque se em In Treatment, Gabriel Bryne é o espírito da série na forma do terapeuta Paul, ao menos na 1ª temporada, Dianne Wiest é o corpo no papel de antiga orientadora e amiga Gina. Em segundo lugar, porque nesse episódio teríamos que ver dois terapeutas experientes em seu melhor, e não foi isso que vi. Aliás, desde o início do episódio, no momento em que Theo senta na poltrona de Dora, a forma como ela reage foi tão bruta que foi inevitável não notar a diferença substancial entre o jeito frágil e calmo da personagem na outra versão e nessa.
 
Quanto a trama em si, nada muito diferente das demais versões: Theo revela que seus problemas em casa, desde a distância sexual e emocional com a sua esposa (a qual ele acredita subconscientemente que o está traindo) até a maneira como vem tratando seus pacientes, “pulando etapas” para ficar nas palavras do mesmo, deixam claro que a vida pessoal e profissional estão começando a se afetarem mutuamente.
 
A atriz Selma, por sua vez, que por algum motivo acha que parecer uma estátua é o mesmo que atuar, até que foi tentando demonstrar que os problemas de Theo são uma prova de que o terapeuta precisa de supervisão, possibilidade que ele afasta completamente (por enquanto, claro).
 
Resumo da Semana
Ok, ok. Há potencial para um desenvolvimento gradual e de alto nível nas tramas de Sessão de Terapia, mesmo que no geral as impressões iniciais não tenham sido as melhores. Com uma direção competente, o grande empecilho da série será mesmo as atuações. Obviamente, por se tratar de primeiras impressões de episódios de estreias de cada um, eles terão mais nove semanas ainda (consequentemente nove episódios cada) para mostrar que podem transmitir toda a carga dramática que seus personagens exigem e, mais importante de tudo, fazer o público simpatizar com seus dramas pessoais. Se tivesse que apostar em quais serão as tramas mais promissoras no decorrer da série, diria que são as da ginasta Nina e do casal João e Ana, tendo mais por base o roteiro do que as atuações.
 
E vocês? O que acharam de Sessão de Terapia? Gostaram? Detestaram? Ainda não formaram uma opinião? Comentem.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Multishow estreia ‘Meu Passado Me Condena’


O canal a cabo Multishow estreiou no último dia 10 de outubro, às 23h, mais uma série brasileira. Meu Passado Me Condena é uma sitcom criada por Tati Bernardi, que tem treze episódios encomendados para sua primeira temporada.

Neste primeiro momento, a série acompanha o período da lua de mel de Miá (Miá Mello) e Fábio (Fábio Porchat) que, após um mês de relacionamento, decidem se casar. Os dois vão para uma pousada em Itaipava, no Rio de Janeiro, mas logo eles descobrem que aquele momento romântico e encantado pode se transformar em uma dura realidade.

Os donos da pousada, Wilson (Marcelo Valle) e Suzana (Inez Viana), já estão separados há alguns anos, embora continuem trabalhando juntos. Na convivência com o jovem casal, eles dão conselhos e revelam o lado negativo do relacionamento a dois. Enquanto isso, é na lua de mel que Fábio e Miá começam a se conhecer de fato.

Antes de Fábio, Miá namorou o ricaço Beto (Rafael Sieg), o que deixa o marido inseguro, tentando compensar a esposa com presentes e passeios caros. Por outro lado, Miá tenta se transformar na melhor amiga do marido já que, antes dela, ele namorou uma mulher (Julia Gorman) que era uma verdadeira companheira de todas as horas. Os exs do casal serão vistos em cenas de flashbacks.

Ao longo da temporada, a série contará com a participação especial de Sidney Magal, que interpreta Afonso Carlos, um famoso cantor (e ídolo de Miá) que escolhe a pousada para passar alguns dias descansando de sua vida agitada.

Com direção de Julia Rezende, a série é uma produção da Morena Filmes e da Atitude Produções.

Globo apresenta seriado sobre fim do mundo para a imprensa


A coletiva de lançamento de ‘Como Aproveitar o Fim do Mundo’, realizada nesta última terça-feira, dia 16, reuniu elenco, direção, autor e equipe para apresentação do novo seriado à imprensa. O local escolhido foi um restaurante na Lagoa Rodrigo de Freitas, cujo ambiente remete às experiências vividas na trama e traduz também o clima cosmopolita, romântico e de certa forma melancólico que permeará o universo dos personagens.



: Rede Globo / Estevam Avellar


Acompanhado de Alexandre Machado, Alinne Moraes, Danton Mello e Nelson Freitas, o diretor de núcleo e diretor-geral José Alvarenga Jr. deu início ao bate-papo com os jornalistas. "Vamos contar a história de duas pessoas em um improvável caso de amor. É um romance que já nasce com uma data pra acabar, e, diferente dos demais, não projeta nada para o futuro. Ao mesmo em que terá humor, terá também uma certa melancolia", disse Alvarenga, reforçando o trabalho com o elenco na arte de fazer rir, mas com uma certa tristeza de fundo.


Foto: Rede Globo / Estevam Avellar

A forma como os protagonistas irão reagir diante da possibilidade do derradeiro fim também foi lembrada pelo autor. "É como se eles zerassem a vida e recomeçassem um novo período. Da tragédia vem a graça. O seriado mostrará exatamente como duas pessoas estranhas e solitárias encontrarão uma maneira de encarar tudo isso", explicou Alexandre Machado. "Eles vão fazer muitas loucuras juntos, e a sintonia é tão boa, que eles acabam se apaixonando", revelou Danton.

Encarando pela primeira vez o desafio de um programa que tem como pano de fundo o humor, Alinne assume se divertir bastante nos bastidores. "As cenas são hilárias, mesmo com o clima nostálgico da história. Eles querem aproveitar todos os momentos como se fossem os últimos".

‘Como Aproveitar o Fim do Mundo’, seriado de Alexandre Machado e Fernanda Young com direção de núcleo e geral de José Alvarenga Jr., estreia no dia 1º de novembro, quinta-feira, na Rede Globo, após ‘A Grande Família’. 
 

5ª Chamada de Salve Jorge

Fim inesperado de “Rebelde” reaproxima Televisa do SBT

Anúncio produzido pela Record para o lançamento de "Rebelde"

O fim inesperado de “Rebelde”, que tem seu último capítulo exibido nesta sexta-feira (12) – a previsão inicial era de que o folhetim ficasse no ar até março -, pegou de surpresa até mesmo os executivos da Televisa, parceira da Record na produção do remake. Os mexicanos sequer foram avisados antecipadamente sobre o fim da trama. O clima entre as duas emissoras não é dos melhores.

Com contrato próximo do fim – o vínculo se encerra em março -, é difícil arriscar que final terá essa história. A insatisfação da Televisa com a Record não vem de agora. As constantes mudanças de horário, que acabaram comprometendo a audiência de “Rebelde” vinha sendo uma pedra no sapato dos mexicanos desde o início do ano.

Enquanto isso, a reaproximação do SBT é comemorada. A parceria em “Carrossel” e a negociação do texto de “Carinha de Anjo”, para substituir “Chiquititas”, é vista com bons olhos entre as partes. Comenta-se nos bastidores que é questão de tempo para a Televisa rescindir com a Record e retomar a parceria com o canal de Silvio Santos.

Record organiza fila de autores; tramas brasileiras serão prioridade


Com a possibilidade de não ter o contrato com a Televisa renovado, a Record começa a organizar a fila de autores para os horários das 20h30 e 22h15. Ecila Pedroso, que vinha desenvolvendo o remake de “Patito Feo” (Patinho Feio) pode ter que esperar um pouco para emplacar um trabalho na emissora. Isso porque a ordem no canal é para privilegiar histórias brasileiras.

Desta forma, o remake de “Dona Xepa”, que teve seus direitos adquiridos recentemente pela emissora ficará a cargo de Gustavo Reiz, autor de “Sansão e Dalila”. A ideia é que a obra de Pedro Bloch seja transformada numa minissérie. A Carlos Lombardi caberá a criação de uma trama inédita, com direção de Alexandre Avancini, em faixa ainda a definir.

Para a faixa das 22h15, em substituição à “Balacobaco”, que deve ficar no ar até junho, o mais cotado é Marcílio Moraes, que teve uma sinopse aprovada recentemente. Cristianne Fridman, que está com contrato próximo a vencer e na mira da Globo, também entregou o argumento de uma trama, chamada provisoriamente de “Maré Alta”.

A propósito, o novo responsável pelo departamento de teledramaturgia da Record, Marcelo Silva, analisa a possibilidade de adotar um padrão de duração para as próximas tramas, algo como sete ou oito meses no ar, no máximo. Atualmente, a emissora chega a ficar com uma novela por um ano na grade.

“Rebelde” sai de cena como sucesso comercial e fracasso de audiência


A novela “Rebelde”, que chega ao fim nesta sexta-feira (12), saíra de cena como um sucesso comercial, mas sem ter o mesmo êxito no Ibope.

Em sua primeira temporada, o remake teve 247 capítulos e obteve 9 pontos de média, já o  segundo ano teve 154 capítulos e 6 pontos no Ibope. Porém, se for levada em conta a carreira musical e comercial dos protagonistas, “Rebelde” foi um sucesso.

Segundo a coluna “Zapping”, os dois CDs e o DVD ao vivo lançados venderam cerca de 227 mil cópias. Além disso, os shows da banda RebeldeS acontecerão ao menos até dezembro e um novo CD deve ser lançado ainda este mês.

“Balacobaco” terá web-série na internet


A Record deve fazer mais uma ação transmídia em “Balacobaco”, interligando televisão e internet para promover a trama.

Além de manter a rádio no site da novela, a fictícia Ampola 1290 AM, a direção do folhetim pode colocar os episódios de “Socorro, Paquetá!”, fictícia web-série feita pelo estudante de cinema Zé Maria (Silvio Guindane) e sua namorada Dóris (Roberta Gualda) na página da trama.

Segundo a coluna “Zapping”, a web-série satiriza a história de “Balacobaco”, contando de forma irônica a trama principal da novela protagonizada por Isabel (Juliana Silveira). As cenas da web-série foram feitas no famoso Piscinão de Ramos, subúrbio do Rio de Janeiro.

Maria Fernanda Cândido entra em “Lado a Lado”

Maria Fernanda Cândido

Fora das novelas desde “Paraíso Tropical” (2007) e longe da TV desde “As Brasileiras” (2012), Maria Fernanda Cândido vai fazer uma participação especial em “Lado a lado”.

A morena entra na novela a partir do dia 29 para viver uma famosa dançarina francesa chamada Jeanett Dórleac. Na trama, ela é considerada por muitos como uma mulher que está muito à frente de seu tempo. Dórleac se tornará amiga de Isabel (Camila Pitanga), que vai apresentar o samba a ela.

Durante sua estada no país, a beldade viverá um forte romance com Umberto (Kléber Toledo), que é 15 anos mais jovem que ela. O caso com o bonitão, claro, vai chocar a sociedade.

SESSÃO CHAMADAS: Guerra dos Sexos (1983)

Maria Zilda é reservada para novela de Walcyr Carrasco

Maria Zilda

Maria Zilda Bethlem é mais um possível nome a integrar o elenco da próxima novela de Walcyr Carrasco, que substituirá “Salve Jorge” no horário das nove.

A presença da atriz está praticamente confirmada, assim como a dos atores Paolla Oliveira, Malvino Salvador, Antônio Fagundes, Maitê Proença, Fúlvio Stefanini, Elizabeth Savalla, Cássia Kiss, Rosamaria Murtinho, entre outros.

Maria Zilda trabalhou com Carrasco em “Sete Pecados” (2007) e “Caras & Bocas” (2009). Na TV, a atriz está afastada da telinha desde “Aquele Beijo” (2011).

SBT prepara DVD com clipes de “Carrossel”

Maria Joaquina no clipe de "Beijo, Beijinho, Beijão"

O SBT quer aproveitar ao máximo o sucesso de “Carrossel”. Depois de produzir o primeiro CD da trama, que superou todas as expectativas de venda, a emissora prepara um DVD com clipes das músicas exibidas no folhetim. A ideia é incluir faixas inéditas no material.

A emissora estuda a possibilidade de realizar uma turnê de shows, como o grupo “RebeldeS”, mas a agenda do elenco, que divide as gravações com os estudos, impossibilitou a ideia.

O SBT também está produzindo o segundo CD de “Carrossel”, que terá uma música inédita de Jean Paulo Campos, intérprete do Cirilo na história. A expectativa é que a venda ultrapasse a linha de 100 mil cópias.

Atores de “Avenida Brasil” devem gravar até quinta-feira

Carminha (Adriana Esteves)

Sucesso de audiência e repercussão, “Avenida Brasil” entrou em sua reta final prometendo muitas surpresas e grandes emoções.

E para não deixar vazar nada para a imprensa, a equipe da novela vai continuar gravando até quarta ou quinta-feira desta semana. Os diretores Ricardo Waddington, Amora Mautner e José Luiz Villamarim estão à frente dos trabalhos.

Adriana Esteves, Débora Falabella, Cauã Reymond, Murilo Benício, Vera Holtz, José de Abreu e Juca de Oliveira estão na lista dos que gravarão até o penúltimo capítulo. Marcello Novaes também está escalado para gravar flashbacks que revelarão o assassino de Max.

Novela alienígena de Tiago Santiago pode não ser produzida pelo SBT

Os planos são outros na dramaturgia da Anhanguera

O remake de “Chiquititas” já está garantido na grade de programação do SBT do ano que vem,  assumirá o horário de “Carrossel” a partir de maio ou junho. A propósito, o canal gravará as duas tramas ao mesmo tempo por cerca de dois meses.

Essa certeza acaba por indefinir outros projetos do departamento. Tiago Santiago, com contrato a vencer em 2013, não tem perspectiva de emplacar uma de suas obras na emissora nos próximos meses. O autor já entregou dois projetos – uma série, com foco nas “Mil e Uma Noites”, e uma novela, estrelada por crianças e jovens superpoderosos, que se unem para defender a Terra de um ataque alienígena.

Por enquanto, as prioridades na dramaturgia do canal são “Carrossel” e “Chiquititas”. Com o vínculo de Santiago próximo do fim, é pouco provável que um de seus projetos sejam levados ao ar ainda em 2013. Tiago, inclusive, não deve renovar com o SBT. A Record, sua antiga casa, já demonstrou interesse por seu passe.

“Rainha da Sucata” estreia dia 21 de janeiro no Canal Viva

Maria do Carmo (Regina Duarte)

Escrita por Sílvio de Abreu, “Rainha da Sucata” está com data marcada para voltar à TV. A trama substitui “Que Rei Sou Eu?” e chega ao VIVA a partir de 21 de janeiro de 2013.

A novela retrata o universo dos novos-ricos e da decadente elite paulistana. A novela conta a história da emergente Maria do Carmo (Regina Duarte), que enriquece com os negócios do pai, o vendedor de ferro-velho Onofre (Lima Duarte), e se torna uma bem-sucedida empresária, mas ainda com os modos do passado.

“Rainha da Sucata” estava entre as mais pedidas pelos telespectadores. “A Viagem”, “Tieta” e “Selva de Pedra” também figuram entre as sempre lembradas.

SESSÃO ABERTURA: Balacobaco

Nina foi congelada 53 vezes nos encerramentos de “Avenida Brasil”

Nina foi a mais congelada

O “Fantástico” desse domingo, 13, foi quase que especial em torno da morte do personagem Max (Marcello Novais), em “Avenida Brasil”. A lista de suspeitos é grande, e o verdadeiro assassino só será revelado na próxima sexta-feira, 19.

O jornalístico ainda trouxe números pitorescos da novela de João Emanuel Carneiro. Foi apresentado um top five dos cinco personagens mais “congelados em cinza” da trama até agora.

Nina (Débora Falabella) foi a campeã, com 53 frisadas. Carminha (Adriana Esteves) ficou em segundo, com 42. Depois vem Jorginho (Cauã Reymond), com 14, Tufão (Murilo Benício) com 12, e Max, com 8.

Saiba qual é o segredo de Adauto em “Avenida Brasil”

Adauto (Juliano Cazarré

“Avenida Brasil” entrou em sua reta final prometendo muitas emoções e suspense. E por conta disso, vários são os boatos que acabam surgindo para despistar a imprensa. Um deles envolve Adauto, personagem de Juliano Cazarré.

Para quem andava triste porque o gari poderia ser o mentor dos crimes de Carminha (Adriana Esteves), pode respirar aliviado. Adauto tem um segredo, mas nada sombrio como se cogitou. Aliás, um segredo ingênuo, característico do personagem.

Nos próximos capítulos, Olenka (Fabíula Nascimento) vai descobrir que o namorado é viciado em chupeta. Foi por conta do objeto infantil que ele perdeu o pênalti na tão falada final de campeonato que acabou com a chance do Divino jogar na primeira divisão. Na ocasião, o jogador do time adversário chamou Adauto de “Chupetinha”, seu apelido de infância, segundos ante de ele cobrar a penalidade. Desestabilizado, o rapaz acabou chutando para fora. Ao descobrir o segredo do lixeiro, a cabeleireira vai obrigar Adauto a queimar a chupeta e o ajudará a abandonar o vício.

Bruna Lombardi é alvo de disputa na Globo

A sempre bela Bruna Lombardi

Afastada da telinha desde a minissérie “O Quinto dos Infernos” (2002), Bruna Lombardi está sendo alvo de uma disputa interna na Globo. A bela atriz, hoje com 60 anos, está na mira de dois autores da emissora.

Um dos interessados seria Walcyr Carrasco, que prepara a substituta de “Salve Jorge” no horário das nove. 

Bruna, a propósito, não atua em uma novela desde 1999, quando deu vida à Frida em “Andando nas Nuvens”. A atriz tem se dedicado ao cinema nos últimos anos.

Lombardi é casada com Carlos Alberto Riccelli, que fez uma pequena participação no remake de “Guerra dos Sexos” como Vitório, marido de Roberta Leone (Glória Pires).

Alessandra Negrini começa gravar “Lado a Lado”

Alessandra Negrini será a cantora lírica Catarina

Fora das novelas desde “Paraíso Tropical” (2007), Alessandra Negrini voltará às telinhas muito em breve. A atriz gravou nesta segunda-feira (15) suas primeiras cenas em “Lado a Lado”, como Catarina, que chega ao Brasil para abalar as estruturas do casamento de Edgar (Thiago Fragosso) com Laura (Marjorie Estiano).

Casado com a filha de Constancia (Patrícia Pillar), Edgar não conseguirá apagar a história que teve em Portugal. Com uma carta na manga, a cantora quer se reaproximar de sua antiga paixão. Junto dela, virá Melissa (Eliz David), sua filha, que passa por apuros com a mãe.

As primeiras cenas de Alessandra Negrini em “Lado a Lado” serão exibidas a partir da primeira semana de novembro.

Carminha pode terminar “Avenida Brasil” como a grande heroína da história

Carminha pode salvar Tufão e Nina de sequestro

Ao que tudo indica, Carminha (Adriana Esteves) se arrependerá de todo o mal que causou nos últimos tempos. Como informado, a “vilã” pode terminar a trama fazendo as pazes com Nina.

De acordo com o site O Fuxico, antes disso, porém, Carminha vai salvar a vida de Tufão (Murilo Benício). É que depois de se revelar como o grande bandido da história, Santiago (Juca de Oliveira) vai sequestrar o ex-jogador de futebol.

A ideia do “médico de bonecas” é pegar todo o dinheiro de Tufão, matar ele e fugir para a Itália com Carminha. Só que a mãe de Jorginho (Cauã Reymond), misteriosamente, não vai apoiar a ideia do pai.

Nina (Débora Falabella) também é sequestrada por Santiago, mas tudo indica que Carminha pode salvar a ex-enteada e o ex-marido. Quando está tudo pronto para fugir, a loira lembra de todas as maldades cometidas por Santiago e atira nele.

Tufão e Nina não entendem a reação de Carminha, mas ainda aconselham a suposta ex-vilã a fugir, mas ela não aceita e se entrega para a polícia. Antes disso, Carmen Lúcia se desculpa com o ex-marido. “Eu gostava de ser a esposa perfeita, gostava de ter uma família, gostava de te fazer feliz… Porque você me fazia feliz, como eu nunca tinha sido antes, como nunca mais eu vou ser! Obrigada, viu? Eu só tenho mais um pedido a te fazer: cuida da Ágata por mim”, completa.

Nina e Carminha devem se perdoar no último capítulo

Amigas?
Ao que tudo indica, Carminha matou Max (Marcello Novaes) para salvar a pele de Nina. No final, as duas podem terminar fazendo as pazes.

Primeira chamada de Renascer no Canal Viva

Betânia estava no lixão quando Max morreu

Betânia pode ter matado Max para salvar a amiga

A morte de Max ganhou ainda mais um suspeito. Betânia (Bianca Comparato) estava no lixão no dia do crime. A amiga de Nina (Débora Falabella) chegou de taxi e viu toda a movimentação no aterro.

A revelação acontecerá no último capítulo, que vai ao ar nesta sexta (19). Já está definido também que ninguém da família de Tufão (Murilo Benício) matou o Max. Todos terão um final feliz, inclusive Janaína (Claúdia Missura).

“Carrossel” supera “Jornal Nacional” em Goiânia e é líder de audiência em setembro


Professora Helena e seus alunos

Na praça de Goiânia, através da TV Serra Dourada afiliada SBT, a novela “Carrossel” foi líder de audiência na faixa horária em que concorre diretamente com o “Jornal Nacional”, durante a média de todo o mês de setembro.

Na média do mês, de segunda a sexta feira, dias em que os dois programas são exibidos nos mesmos dias e horários, “Carrossel” obteve média de 19,99 pontos e “Jornal Nacional” 19,67 pontos de audiência. No dia 25/09 a novela abriu mais de 7 pontos de diferença do principal telejornal da emissora.

Confira os embates em que Carrossel superou a audiência do Jornal Nacional e onde a Record chega a perder para a Band:

Tabela de audiência

“Da Cor do Pecado” ainda é a reprise de pior audiência da Globo


“Da Cor do Pecado” ainda não subiu em audiência. Mesmo sem o horário eleitoral gratuito a trama continuou a marcar baixos índices de audiência e até mesmo foi ameaçada, em um dos dias, pela reprise de “Maria Mercedes”.

Na média geral até agora a reprise do Vale a Pena Ver de Novo registrou 10.6 pontos de média na Grande São Paulo e continua sendo a reprise de pior audiência do horário de todos os tempos.

A meta para o horário é de 18 pontos. Confira como estavam as outras novelas neste mesmo período: “Chocolate com Pimenta” 14.87, “Mulheres de Areia” 14, “O Clone” 15.67, “Sete Pecados” 10.67 e “Sinhá Moça” 14.33 pontos.