quarta-feira, 5 de junho de 2013

Marcelo Adnet analisa projetos para o futuro

Marcelo Adnet
Marcelo Adnet

Contratado da Globo até 2016, Marcelo Adnet já volta as suas atenções para seu próximo trabalho na emissora. Com o fim da primeira – e provavelmente única – temporada de “O Dentista Mascarado” no próximo dia 21, o comediante retorna ao ar já no segundo semestre.

De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, Adnet estaria propenso a aceitar qualquer convite, menos para o “Zorra Total”. Não que Marcelo, diz Feltrin, se considere superior aos humoristas que lá estão, mas para ele seria regredir no tempo, uma vez que ganhou notoriedade na mídia a partir do belo trabalho apresentado na MTV.

A Globo, quando consultada, diz que ainda não fechou a grade do segundo semestre, mas o que se comenta é que Adnet pode, a princípio, emplacar um quadro – de criação própria – no “Fantástico”. Há também em discussão um projeto solo, para os domingos, com a participação de outros comediantes.

Adriana Esteves voltará ao ar na próxima novela do autor de “Avenida Brasil”

Esteves deve permanecer um bom tempo fora do ar
Esteves deve permanecer um bom tempo fora do ar

Após brilhar na pele da vilã Carminha em “Avenida Brasil”, a atriz Adriana Esteves deve reeditar a parceria com o autor João Emanuel Carneiro.

De acordo com o colunista Flávio Ricco, Esteves já estaria virtualmente reservada para a próxima novela de Carneiro, prevista para estrear em 2015 na faixa das 21h da Globo.

Carminha consagrou Adriana como a melhor atriz do ano de 2012. Especula-se que Murilo Benício, o Tufão de “Avenida Brasil”, também possa aparecer nesta mesma novela, visto que os atores já manifestaram o interesse de voltar a contracenarem juntos.

Relembre todos os casais de protagonistas da história de “Malhação”

“Malhação” estreou no dia 24 de abril 1995 com uma missão nada simples: servir de celeiro para a criação de novos talentos e, simultaneamente, cativar a audiência do público jovem.

Apesar de algumas turbulências e da inegável queda de prestígio, dezoito anos após sua estreia, a ‘novela sem fim’ parece ter atendido às expectativas da Globo.

Ao longo do tempo, a liderança nunca deixou as mãos da emissora e, no que diz respeito a revelar talentos, “Malhação” é ainda hoje um sucesso absoluto.

Diversos astros e estrelas do horário nobre já bateram ponto nos fins de tarde, malhando na Academia Malhação, estudando no Múltipla Escolha ou comendo alguma coisa no Gigabyte.

O NOVELAS ONLINE resolveu relembrar os 19 casais de protagonistas que embalaram a trama ao longo dos anos. Devido ao período ‘pré-Internet’, algumas fotos têm baixa resolução e, pasme!, alguns casais sequer foram fotografados.

E então? Preparado para ‘se permitir’?

Primeira Temporada (24/04/ 1995 – 01/03/1996 em 245 capítulos)
Tendo o judô como plano de fundo, os primeiros protagonistas de “Malhação” se chamavam Héricles e Isabella, interpretados por Danton Mello e Juliana Martins.

Danton prosseguiu com sua carreira e se tornou um dos principais atores da Globo, voltando a participar de “Malhação” em 2012, já integrando o núcleo adulto. Já Juliana emplacou mais algumas novelas, mas nunca mais em papéis de destaque.

Danton (à dir) e Juliana: Protagonistas da primeira "Malhação"
Danton (à dir) e Juliana: Protagonistas da primeira “Malhação”

Segunda Temporada (04/03/1996 a 28/03/1997 em 190 capítulos)
Embalada pelo sucesso do ano anterior e ainda tendo a Academia Malhação como cenário principal, a segunda temporada da trama teen teve Fernanda Rodrigues e Cláudio Heinrich interpretando o casal Luíza e Dado.

A temporada, dirigida por que se ama e sofre nas mãos de uma vilã apaixonada pelo mocinho.

Fernanda é figura constante da Globo ainda hoje. Cláudio, por sua vez, transferiu-se para a Record em 2005 e estará na novela “Pecado Mortal”.

Henrich e Rodrigues: casal loiro
Henrich e Rodrigues: casal loiro

Terceira Temporada (31/03/1997 a 02/01/1998 em 200 capítulos)
Esta foi a primeira temporada a fracassar. Com os atores Luana Piovani (Patrícia) e Pedro Vasconcellos (Victor) nos papéis principais, a Globo se viu obrigada a estancar a queda de audiência e, para isso, diminuiu a participação do casal e fez com que Dado vivido por Cláudio Heinrich, voltasse ao centro dos holofotes.

Luana se recuperou do ano ruim e hoje faz parte do chamado ‘primeiro escalão’ da Globo. Pedro, porém, abandonou a função de ator dois anos depois e se tornou diretor da Globo, onde permanece até hoje.

O fracasso da temporada foi tal, que não se encontra fotos do casal Patrícia e Victor na Internet.

Luana, aos 18 aninhos, contracena com André Marques
Luana, aos 18 aninhos, contracena com André Marques

Quarta Temporada (30/03/1998 a 02/10/1998 em 110 capítulos)
Tentando voltar aos bons tempos, “Malhação” emplacou sua quarta temporada tendo uma trama um pouco mais complexa. O casal principal – vivido por Rodrigo Faro (Bruno) e Cássia Linhares (Alice) – enfrentou problemas dos mais diversos, como acusações policiais e até mesmo uma gravidez indesejada.

Esta foi a última temporada que teve uma academia como cenário principal. Atualmente, Cássia está na Record, onde, já ‘quarentona’, fez “Rebelde”. Rodrigo, na mesma Record, se tornou um apresentador de sucesso.

Cássia e Rodrigo. Temporada de sucesso em 1997
Cássia e Rodrigo. Temporada de sucesso em 1997

Quinta Temporada (05/10/1998 a 15/10/1999 em 270 capítulos)
Num ano atípico, a temporada serviu como uma espécie de retrospectiva das anteriores. Tendo Mocotó (André Marques) como centro das ações, diversos personagens iam ao ‘cafofo’ do moço e relembravam suas aventuras.

“Malhação” era apresentada ao vivo por André Marques e contava com a participação de telespectadores e internautas (ainda raros naquela época), que davam opiniões e pediam para rever determinadas cenas.

André Marques
André Marques

Sexta Temporada (18/10/1999 a 07/04/2000 em 125 capítulos)
Nesta temporada de sucesso, a trama girou em torno do trio Tatiana, Rodrigo e Érica, vividos, respectivamente, por Priscila Fantin, Mário Frias e Samara Felippo.

Na história, Rodrigo é disputado por Tati e Érica, melhores amigas desde a infância. Rodrigo, porém, ama Tati e o drama fica por conta de Érica, que acaba contraindo o vírus HIV.

Foi a primeira temporada em que o colégio Múltipla Escolha serviu como cenário principal, função que exerceria por uma década.

Quanto aos atores, os três traçaram destinos diferentes. Priscila continua na Globo, enquanto Samara foi para a Record. Mário, por sua vez, peregrinou por diversas emissoras até se tornar apresentador da RedeTV!.

Fantin e Frias: "Malhação 6"
Fantin e Frias: “Malhação 6″

Sétima Temporada (10/04/2000 a 04/05/2001 em 277 capítulos)
Pouco lembrada, essa temporada teve Fábio Azevedo e Ludmila Dayer na pele dos protagonistas Marcelo e Joana. Ambos enfrentam a fúria de Bia, vivida por Fernanda Nobre, que amava Marcelo sem ser correspondida.

Tanto Fábio quanto Ludmila tiveram carreiras pouco animadoras na TV. Ela ainda despontou em “Senhora do Destino”, onde interpretou a sensual esposa do bicheiro Giovanni. Anos depois, porém, saiu do Brasil, para onde retornou este ano.

Fábio ainda protagonizou “Jamais te Esquecerei” no SBT, mas acabou deixando de ser ator e atualmente trabalha como diretor de cinema e teatro.

Fernanda, Fábio e Ludmila: trio apagado
Fernanda, Fábio e Ludmila: trio apagado

Oitava Temporada (07/05/2001 a 19/04/2002 em 250 capítulos)
Um dos melhores anos da história da novela e considerada inesquecível por muitos fãs, esta temporada teve Gui e Nanda como protagonistas. Interpretados por Iran Malfitano e Rafaella Mandelli, os apaixonados enfrentaram uma das piores vilãs da história da novelinha: Valéria, personagem de Bianca Castanho.

Curiosamente, o trio de protagonistas hoje em dia está entre os principais atores do cast da Record.

Iran, Rafaella e Max: Temporada de sucesso
Iran, Rafaella e Max: Temporada de sucesso

Nona Temporada (22/04/2002 a 25/04/2003 em 265 capítulos)
Ju e Pedro precisavam enfrentar a inveja doentia de Thaíssa. Nesta temporada, Juliana Silveira e Henri Castelli formaram um dos mais belos casais da história de “Malhação”. Bárbara Borges era a grande vilã da vez.

Naquele ano, um erro médico guiou o destino do casal; o pai de Pedro operou erroneamente o pai de Júlia. Ainda assim, ambos superaram o trauma e foram felizes para sempre.

Naquele ano, Henri despontou como um dos principais atores de sua geração e atualmente protagoniza “Flor do Caribe”. Juliana ainda alcançaria novo sucesso junto ao público infanto-juvenil em “Floribella”, da Band, e hoje possui status de estrela na Record.

Rara imagem de "Malhação 2002"
Rara imagem de “Malhação 2002″

Décima Temporada (28/04/2003 a 16/04/2004 em 190 capítulos)
Manuela do Monte e Sérgio Marone encarnaram Luísa e Victor, o ‘casal 20′ da décima temporada. Carla (Nathália Rodrigues), a falsa amiga de Luísa, fez de tudo para roubar o namorado da morena, mas seus esforços foram em vão.

Diversos personagens inesquecíveis, como Maumau (Cauã  Reymond), Cabeção (Sérgio Hondjakoff) e Miyuki (Danielle Suzuki) também tiveram destaque, protagonizando uma das fases de maior repercussão da novela.

Manuela será a Carol de “Chiquititas”, próxima novela do SBT. Já Marone não possui contrato fixo com a Globo e pode migrar para a Record em breve.

Manuela do Monte e Sérgio Marone
Manuela do Monte e Sérgio Marone

Décima Primeira Temporada (19/04/2004 a 14/01/2005 em 257 capítulos)
Escrita por Ricardo Hofstetter, esta é, para muitos, a melhor temporada da história de “Malhação”.

Foi o ano da Vagabanda, banda fictícia que revelou nomes como Marjorie Estiano e Guilheme Berenguer. Berenguer, aliás, viveu o protagonista Gustavo, apaixonado por Letícia, interpretada por Juliana Didone.

Com cabelos vermelhos e curtos, Marjorie foi a vilã Natasha. O sucesso da trama rompeu os limites da TV e a atriz gravou um CD solo muito bem sucedido logo após o fim da novela.

Ano de sucesso absoluto
Ano de sucesso absoluto

Décima Segunda Temporada (17/01/2005 a 13/01/2006 em 258 capítulos)
Embora não tenha mantido os resultados fenomenais da temporada anterior, a décima segunda “Malhação” revelou uma boa safra de atores, tendo Bernardo e Betina, vividos por Thiago Rodrigues e Fernanda Vasconcellos, nos papéis principais.

A antagonista era Joana Balaguer, que encarnava a ciumenta Jaque. A espinha dorsal da trama se manteve: Um casal apaixonado que enfrenta diversos obstáculos até que tudo dê certo no último capítulo.

Trio manteve boa audiência
Trio manteve boa audiência

Décima Terceira Temporada (16/01/2006 a 12/01/2007 em 258 capítulos)
Para muitos fãs, os ‘dias ruins’ de “Malhação” começaram nesta temporada, que teve fotografia, cenários e personagens completamente diferentes dos da anterior.

Vividos por Luiza Valdetaro e Bernardo Melo Barreto, o casal de skatistas Manu e Cauã enfrentaram as armações de Priscila (Monique Alfradique). Seu principal desafio porém, foi o câncer de Eduardo, ex-namorado de Manu e, coincidentemente, irmão perdido de Cauã.

Luiza permanece na Globo e estará em “Joia Rara”. Bernardo, porém, não emplacou um novo papel na TV.

Casal de skatistas não empolgou
Casal de skatistas não empolgou

Décima Quarta Temporada (15/01/2007 a 12/10/2007 em 193 capítulos)
Esta foi mais uma temporada que sofreu rejeição por parte de uma parcela do público.

A trama girava em torno de um trio de amigas: Marcela (Thaila Ayala), Vivian (Fiorella Matheis) e Ciça (Maria Eduarda Machado).

O Múltipla Escolha passa por uma grande reforma, que marca o início da temporada. Na reforma, Marcela conhece André (Rômulo Arantes Neto), por quem se apaixona. O que ela, porém, não sabia é que André sonha em se vingar de seu pai, Arnaldo, que, no passado, prejudicou o pai do mocinho.
Ao fim, porém, a vingança é vencida pelo amor. A temporada foi encurtada por baixa audiência. Thaila permaneceu na Globo, enquanto Rômulo migrou para a Record até voltar para a antiga Casa no ano passado.

Rômulo e Thaila formaram o casal principal
Rômulo e Thaila formaram o casal principal

Décima Quinta Temporada (15/10/2007 a 09/01/2009 em 324 capítulos)
A mais longa temporada de “Malhação” foi responsável por revelar Nathália Dill, um dos principais nomes da nova geração de atrizes globais. A protagonista da temporada, no entanto, foi Sophie Charlotte, que viveu Angelina, par romântico de Guga, vivido por Rafael Almeida.

A trama, longuíssima, teve incontáveis reviravoltas. A temporada acumulou média de 22 pontos de audiência, pontuação considerada baixa na época, mas superior à audiência de todas as suas sucessoras.

Angelina e Guga: maior audiência dos últimos anos
Angelina e Guga: maior audiência dos últimos anos

Décima Sexta Temporada (12/01/2009 a 06/11/2009 em 215 capítulos)
Mais uma temporada considerada ‘apagada’, a “Malhação 2009″ narrou os desencontros amorosos de Marina, Caio e Luciano, vividos, respectivamente, por Bianca Bin, Humberto Carrão e Micael Borges.

Criticada pela mídia, a temporada precisou se desdobrar para segurar a audiência. Bin e Carrão continuam na Globo, onde foram ‘promovidos’ para o horário nobre. Micael, por sua vez, se tornou um ídolo teen ao estrelar “Rebelde”.

A temporada teve média geral de 20 pontos, a mais baixa da história da novela até então.

Bianca Bin e Humberto Carrão
Bianca Bin e Humberto Carrão

Décima Sétima Temporada (09/11/2009 a 20/08/2010 em 199 capítulos)
A Globo tentou apostar na fama do cantor Fiuk, que encarnou o protagonista Bernardo, apaixonado por Cristiana (Cristiana Peres). A trama, porém, não decolou em nenhum momento.

Bernardo arrancava tantos suspiros quanto Fávio Jr, pai de seu intérprete, e era amado por quatro garotas: Bia, Tati, Nanda e Cristiana, a única para quem o galã tinha olhos. Bia e Nanda se unem para afastar os pombinhos, mas, logicamente, fracassam.

Tentando reverter os maus resultados, a Globo utilizou-se de diversos recursos, mas nada surtiu efeito. A temporada foi chamada de “Malhação ID” e deveria marcar o início de uma nova era da novela, mas terminou sem deixar boas lembranças.

Nem a fama de Fiuk salvou a temporada
Nem a fama de Fiuk salvou a temporada

Décima Oitava Temporada (23/08/2010 a 26/08/2011 em 265 capítulos)
Empatou em audiência com a temporada anterior, mas teve pouca repercussão nas redes sociais e afins.

Seu casal de protagonistas era formado pelos atores Bruno Gissoni e Daniela Carvalho, que encarnavam Pedro e Catarina. Bruno está na Globo até hoje, mas Daniela não voltou à TV desde então.

O casal era infernizado por Raquel (Ariela Massotti), meia-irmã de Catarina, que se apaixonou loucamente por Pedro. Apesar da longa duração, a temporada não agradou à alta cúpula da Globo.

Casal da 18° "Malhação"
Casal da 18° “Malhação”

Décima Nona Temporada (29/08/2011 a 10/08/2012 em 249 capítulos)
Considerada por muitos como a pior de todas as temporadas, a 19° “Malhação” tentou inovar, utilizando-se, inclusive, de elementos paranormais.

Ante a rejeição do público, a trama inicial foi completamente abandonada e a mocinha Cristal acabou se tornando vilã. Os vilões, aliás, estiveram entre os poucos da história da novela que não se arrependeram no final, e acabaram presos.

Alexia e Gabriel, vividos por Bia Arantes e Caio Paduan, foram o casal principal. Uma ONG em uma comunidade carente serviu de pano de fundo para as mais diversas intrigas e aventuras.

Alexia e Gabriel passaram por muitas confusões
Alexia e Gabriel passaram por muitas confusões

Vigésima Temporada (13/08/2012 – )
Chegando ao fim no mês que vem, a 20° “Malhação” parece ter trazido algum frescor ao formato, embora tenha ‘suado’ para chegar lá. Após um início turbulento, a direção da novela optou por uma solução radical: substituir o protagonista masculino da trama.

Com isso, saiu o mocinho Dinho, vivido por Guilherme Prates, e entrou o galã Vitor, interpretado por Guilherme Leicam. A audiência reagiu ligeiramente e Vitor se uniu a Lia (Alice Wegmann) para servir de mote principal para a novela, que contou com Pedro Cassiano no papel do vilão Sal.
Outros personagens, como a sensual Fatinha, vivida por Juliana Paiva, e a doce Ju (Agatha Moreira) fortaleceram a novela, que entregará o bastão para sua sucessora com números de audiência satisfatórios.

Turma de "Malhação 2013": 20° temporada
Turma de “Malhação 2013

Em alta, Tatá Werneck terá programa de humor no Multishow

Tata Werneck no "Sem Análise"
Tata Werneck no “Sem Análise”

Além de fazer sucesso na novela “Amor à Vida”, como a periguete Valdirene, Tatá Werneck vai estrelar o “Sem Análise”, no Multishow.

A atriz já gravou as primeiras cenas do seu novo programa de humor no canal da Globosat. A estreia está prevista para outubro. Na atração, a humorista encarnará personagens com diferentes tipos de neuroses.

Em um dos primeiros programas, Tatá aparecerá como cartomante.  Ela interpretará também a “mulher bordão”, que não consegue se expressar sem uma rima ou uma piada, e uma mulher que faz tudo de forma sensual.

Heloísa Perissé deixa elenco de “Joia Rara”; atriz protagonizará nova série

Perissé retornará ao humor
Perissé retornará ao humor

A atriz Heloísa Perissé deixou o elenco de “Joia Rara”, próxima novela das 18h.

Na trama, Heloísa seria proprietária de um cabaré e contracenaria com Marcus Caruso. De acordo com o colunista Flávio Ricco, Perissé deixou a novela porque, em breve, deve comandar um novo humorístico na Globo.

A hipótese já havia sido divulgada pelo NOVELAS ONLINE. Heloísa deve protagonizar uma nova sitcom chamada “A Segunda Dama” ao lado de Ingrid Guimarães, com quem trabalhou em “Sob Nova Direção”.

Já em “Joia Rara”, a atriz Rosi Campos assumiu a personagem que seria de Heloísa. Esta foi a segunda baixa da novela, que levou um ‘não’ de Rodrigo Santoro.

Multishow aposta alto em Paulo Gustavo

Paulo Gustavo
Paulo Gustavo

Trocadilhos à parte, Paulo Gustavo é o cara. Em turnê pelo Brasil com as peças “Hiperativo” e “Minha Mãe é uma Peça” – esta, inclusive, chega aos cinemas como filme no próximo dia 21 -, o humorista está com a bola toda no Multishow.

Além do “220 Volts”, programa que já comanda no canal pago, e do “Vai Que Cola”, que estreia no mês que vem, Paulo está envolvido em dois outros projetos. Segundo Fernando Oliveira, do iG, um deles é o “Paulo Gustavo na Estrada”, espécie de reality show que acompanhará o dia a dia do humorista.

Fora isso, caberá a Paulo Gustavo a direção de um seriado de humor estrelado por Samantha Schmutz, o eterno Juninho Play do “Zorra Total”.

Rodrigo Santoro rejeita proposta da Globo

Rodrigo Santoro está ocupado em Hollywood
Rodrigo Santoro está ocupado em Hollywood

A Globo vinha sonhando em ter Rodrigo Santoro em “Joia Rara”, próxima novela das 18h. Uma proposta financeira irrecusável foi feita ao ator, mas ainda assim, a medida não surtiu efeito.

De acordo com o colunista Flávio Ricco, Rodrigo deu um ‘não’ definitivo à Globo, conversando com Amora Mautner, diretora de “Joia Rara”. A justificativa do astro foram os seus muitos compromissos em Hollywood, que o impediriam de ter tempo para as gravações da novela.

Com isso, Rodrigo continua a manter distância das novelas globais. O ator está longe da emissora desde 2003, ano em que atuou em “Mulheres Apaixonadas”.

Bernardo Velasco assina com a Record e estará em “Pecado Mortal”

Bernardo Velasco começou a carreira em "Malhação"
Bernardo Velasco começou a carreira em “Malhação”

A novelinha “Malhação”, da Globo, segue revelando novos nomes da dramaturgia, mas nem todos seguem a carreira na Casa. É o caso de Bernardo Velasco. O ex-modelo, que começou a atuar na última temporada da trama, assinou contrato com a Record e terá um importante papel em “Pecado Mortal”, próxima novela da emissora.

Na trama de Carlos Lombardi, de acordo com o jornalista Fernando Oliveira, do “iG”, o ator viverá Romeu. O personagem se envolverá com a ingênua Silva, papel destinado à Lua Blanco, também sucesso entre o público jovem após ter protagonizado a novela “Rebelde”, em 2010.

“Pecado Mortal” já conta com alguns nomes em seu elenco, como Aline Borges, Claudio Gabriel, Juliana Didone, Paloma Duarte, Simone Spoladore, Mel Lisboa, Mario Gomes, Denise Del Vecchio, Carlos Bonow, Marcos Pitombo, Luís Guilherme, Claudio Heinrich, Guilherme Winter, Victor Hugo, Carla Regina, Jussara Freire, Betty Lago, Sonia Lima, Andréa Avancini, Daniela Galli, Gabriela Moreyra, Henrique Guimarães, Fernando Pavão, Mariah Rocha, Iran Malfitano, Gero Pestalozzi, Jonas Bloch, Eduardo Lago, Nanda Ziegler, André Ramiro, Lívia Rossy, Tarciana Saad, Felipe Cardoso, Fábio Villaverde, Miguel Nader e Ricardo Duque.

Em “Amor à Vida”, Paloma entra na Justiça pela guarda da filha

Paloma descobre que Paulinha é sua filha
Paloma descobre que Paulinha é sua filha

Em “Amor à Vida”, a felicidade de Bruno (Malvino Salvador) e Paloma (Paolla Oliviera) está com os dias contados. Nos próximos capítulos da trama de Walcyr Carrasco, a pediatra enfrentará novamente a sua família e se casará com o amado, mas uma reviravolta começará quando Paulinha (Klara Castanho) for diagnosticada com lúpus.

Bruno não terá o tipo sanguíneo compatível com a filha, e, num impulso, Paloma resolve doar seu fígado para salvar a menina. Após realizar exames, a irmã de Félix (Mateus Solano) descobre que sua compatibilidade com a garota é tamanha que ela pode ser sua mãe.

Ao fazer o exame e comprovar a maternidade, Paloma resolve guardar o segredo até o fim da cirurgia. Após o drama médico, a mocinha resolve se separar de Bruno e entra na Justiça pela guarda da filha. A briga nos tribunais marcará uma virada na trama. Será que o amor vai falar mais alto?

Contos do Edgar – 01×02 – Priscila

Por Marja Martins   


Contos Edgar02 Contos do Edgar   01x02   Priscila

“Mas, enquanto o barão escutava ou fingia escutar a algazarra sempre crescente que se erguia das cavalariças de Berlifitzing- ou talvez meditasse em algum ato de audácia, mais novo e mais decidido-seus olhos se voltaram involuntariamente para a figura dum cavalo, dum colorido fora do comum, representado na tapeçaria como pertencente a um antepassado da família de seu rival. O cavalo se mantinha, no primeiro plano do desenho, sem movimento, como uma estátua, enquanto que, mais para trás, seu cavaleiro derrotado parecia o punhal dum Metzengertein”.

Decidi começar essa review de Contos do Edgar de forma diferente. Como nossa série se trata da adaptação de vários contos de Edgar Allan Poe para a realidade brasileira, decidi começar com um trecho da narrativa original que acho mais impactante em relação a adaptação feita pela produção brasileira. Lembrando que essa é minha opinião, cada um pode ter um trecho que goste mais ou menos nesse conto. Metzengertein! Sim esse conto de nome difícil é talvez um dos poucos contos de Poe que não são narrados em primeira pessoa e também um dos meus favoritos. Ele não é tão conhecido como “Os Crimes da Rua Morgue”, ou ainda “O gato Preto”. No entanto, assim como estes contos, ele tem uma profunda importância para a cultura pop de um modo geral, afinal, Poe foi uma das maiores influencias de certo escritor chamado Stephen King, autor de certo livro chamado “Cristine: o carro assassino”. A história te parece familiar?

O que todos esses “causos” têm em comum é a teoria de que objetos que pertenceram a alguém podem conter uma espécie de maldição e que está pode recair sobre o novo dono. Em Metzengertein nosso objeto era uma tapeçaria que ganhava, pelo menos é assim que me lembro, forma de cavalo e levava jovem barão Frederico de Metzengertein a obsessão, loucura e posteriormente a morte em um trágico incêndio, mais ou menos parecido com o que matou o rival de sua família, o Barão Guilherme de Berliftzing.

Uma rixa entre famílias tendo como foco um objeto de desejo e obsessão por ambas as partes. Esse não é mais a descrição do conto de Poe, mas sim o cenário em que se inicia o relato narrado pelo nosso Edgar tupiniquim neste episódio. Devo admitir que, apesar de ter gostado muito, ainda não consegui sentir a mesma tensão que sinto quando leio o conto original. Pode até ser que seja porque eu já conhecia a história, mas para mim faltou algo. Eu consegui enxergar as os pontos chaves da adaptação do conto, porém senti falta do sombrio, da descrição pesarosa que só os textos de Poe conseguem transmitir.

Contos Edgar01 Contos do Edgar   01x02   Priscila

Não quero dizer com isso que tivemos um episódio ruim, mas que talvez esteja faltando um pouco mais de tempero no suspense da série. Achei super legal que os condes tenham virado mecânicos donos de oficinas rivais, achei mais inteligente ainda que ao invés de apenas um objeto envolvido no conflito, encontramos também uma pobre alma sofredora chamada Priscila. Achei legal essa presença feminina porque ela não existe no conto original e tê-la no episódio trouxe um ar mais romântico e trágico para o episódio. No entanto, lamento que essa personagem não tenha sido explorada nos vinte e sete minutos da forma que merecia. Afinal, além de saber que ela empresta o seu nome para o episódio, que ela fez um “teste drive” na máquina do Mecânico filho do vizinho, teve o pai morto em um incêndio criminoso e depois tacar fogo nela mesma e no cara que lhe deu um pé na bunda, no que mais nossa heroína pensou? Quais eram seus sentimentos em relação ao Fred aka Frederico Mendonça?

Priscila é quem nomeia o episódio e é quem sofre com todas as ações dos outros personagens e é também quem coloca o ponto final na história, só que a impressão que tive foi que ela se tornou uma alegoria que simplesmente conduzia história e não um personagem que merecesse valor.

O foco do episódio foi todo centrado na briga entre Fred e Guilherme, até ai tudo bem, pois esse é o tema principal do conto e esses são os personagens principais. Eles foram muito bem adaptados para nossa realidade tupiniquim e muito bem caracterizados de acordo com ela também. Aliás, devo admitir que a adaptação e a caracterização de cada personagem e dos cenários em que as histórias se passam tem sido o ponto alto dessa série pra mim. Você assiste e se diverte ao ver todos aqueles personagens do século XIX retratados como brasileiros comuns e percebe que os contos escritos a mais de cem anos ainda conseguem ser atuais, se levarmos em consideração que o que Poe fazia nada mais era do que retratar histórias que apesar de estarem entre o bizarro e o fantástico, poderiam muito bem ter acontecido com qualquer pessoa na época, como poderia e acontece nos dias atuais, afinal quem nunca se sentou num bar ou na casa de um amigo e começou a contar os “causos” arrepiantes que aconteceram com o vizinho do amigo do seu irmão, ou algo do tipo.

Contos Edgar03 Contos do Edgar   01x02   Priscila

Trazer o suspense para os fatos do dia a dia e torná-lo instigante sempre foi a arma secreta de Poe, em minha opinião e não há duvida de quanto a isso a série vem fazendo um ótimo trabalho, porém o que me faz revirar um pouco os olhos é essa falta de profundidade em relação aos conflitos internos dos personagens, o que também é uma marca mais que registrada de Poe . Eu vi que esse conflito existia, mais ainda não consegui sentir, não me senti tocada ou instigada ou mesmo assustada com as coisas que estão sendo narradas. Talvez seja cricrizisse da minha parte querer tanto de uma série que apenas está começando e some-se a isso o fato de ela ser nacional.

Não estou aqui desmerecendo nossas produções nem nada do tipo, mas também não vou ser hipócrita ao ponto de dizer que curto as séries que são produzidas aqui. Creio, porém, que esses ventos podem estar mudando e nos levando para outra direção. Acredito que o que estamos vendo em Contos do Edgar pode ser o inicio de uma coisa boa para as séries desse estilo aqui no Brasil e que devemos dar sim, uma chance para elas, parabenizar e prestigiar essas produções para que elas realmente ganhem força e se tornem não só séries nacionais, mas sim séries de qualidade que todo mundo gosta de ver independente de ser brasileira ou não.

Por isso acho importante dizer o que não gostamos. É assim que fazemos com nossas séries enlatadas e não vejo o porquê agir diferente com uma série brasileira. Esse aqui é o meu recado, minha opinião sobre o que estou vendo, mas ela não significa a opinião de todos. Vocês estão mais do que convidados e expressarem a de vocês também. Eu vou ficando por aqui já esperando ansiosamente pelas angústias de certo coração delator, espero encontrar vocês nesta divertida jornada que está sendo redescobrir Edgar Allan Poe com esse temperinho tupiniquim que é só nosso e de mais ninguém.

Próxima novela das 19h da Globo será ambientada na Amazônia

Taís Araújo deve estar em “Além do Horizonte”
Taís Araújo deve estar em “Além do Horizonte”

A Globo já começa a definir os detalhes da sua próxima novela das 19h, com estreia prevista para janeiro de 2014. A trama, escrita por Marcos Bernstein e Carlos Gregório, ganhou o título provisório de “Além de Horizonte” e será ambientada na Amazônia, cenário poucas vezes explorado pela dramaturgia.

Como de costume em novelas no horário das 19h, o folhetim terá cenas de comédia e aventura. A supervisão de texto será do consagrado João Emanuel Carneiro, que já emplacou dois grandes sucessos na faixa: “Da Cor do Pecado” (2004) e “Cobras & Lagartos” (2006).

No elenco, Taís Araújo é a mais forte candidata no posto de protagonista. Camila Morgado, longe da telinha desde “Avenida Brasil” (2012), de JEC, também deve ser confirmada na trama. Ísis Valverde e Bruna Marquezine também foram cogitadas, mas as atrizes estão reservadas para outros projetos.

“Além do Horizonte” terá direção de núcleo de Ricardo Waddington.

Globo adia viagem do elenco da nova temporada de “Malhação”

Bianca Salgueiro é protagonista da nova “Malhação”
Bianca Salgueiro é protagonista da nova “Malhação”

Alguns probleminhas burocráticos fizeram a Globo adiar a viagem da equipe de “Malhação” para Miami, onde seriam gravadas as primeiras cenas da nova temporada da novelinha, intitulada de “Casa Cheia”.

De acordo com o jornal “O Globo”, a equipe vem gravando no Projac cenas dentro de um hotel, que seriam gravadas nos EUA. A produção aproveitou o imenso espaço que era construído a loja da novela “Guerra dos Sexos”, exibida no ano passado, e reciclou o cenário.
A viagem, porém, será feita no mês que vem, semanas antes da estreia da nova temporada, que será protagonizada por Bianca Salgueiro.

Relembre as mocinhas mais rejeitadas das novelas

Um casal de novela pra fazer sucesso precisa ter química, mas nem sempre a protagonista ajuda. Na história da dramaturgia brasileira, muitas mocinhas foram rejeitadas pelo público, seja pela atuação fraca das atrizes ou situações que não agradaram os telespectadores. Relembre:

Substituída às pressas, Paolla Oliveira não agradou com sua Marina
Substituída às pressas, Paolla Oliveira não agradou com sua Marina

Marina de “Insensato Coração” (2011)
Paolla Oliveira vem roubando a cena como a protagonista Paloma de “Amor à Vida”, mas há dois anos, no mesmo horário, a atriz viveu uma das mocinhas mais rejeitadas da telinha. A Marina de “Insensato Coração” (papel antes destinado à Ana Paula Arósio, que desistiu das gravações) não agradou os telespectadores. A personagem era bobinha demais, caia fácil na conversa dos vilões, chegando a casar, inclusive, com o bandido Leo (Gabriel Braga Nunes).

Helena mais jovem de Manoel Carlos também não agradou
Helena mais jovem de Manoel Carlos também não agradou

Helena de “Viver a Vida” (2009)
Manoel Carlos é famoso por suas protagonistas guerreiras. Em “Viver a Vida”, no entanto, a Helena do autor não fez sucesso. Taís Araújo, primeira protagonista negra de uma novela das oito, não foi entendida pelo público da trama. A personagem criou certa antipatia nos telespectadores e foi acusada por provocar o acidente que deixou Luciana (Alinne Moraes) paralítica. O par romântico formado por ela e Marcos (José Mayer) também não agradou. Para amenizar a antipatia, Maneco diminuiu o tom de sua protagonista e aumentou as cenas de drama.

Assim como a novela, mocinha de “Duas Caras” foi desenvolvida às pressas
Assim como a novela, mocinha de “Duas Caras” foi desenvolvida às pressas

Maria Paula de “Duas Caras” (2007)
Segundo o autor Aguinaldo Silva, a novela “Duas Caras” foi feita às pressas. Talvez por isso a trama não conseguiu desenvolver muito bem sua protagonista. Maria Clara, interpretada até então pela novata Marjorie Estiano, foi enganada pelo robótico Ferraço (Dalton Vigh) e não agradou com sua personagem. A trama teve uma reviravolta, a protagonista ganhou um ar mais solar e lutou pela simpatia do público.

Glória Perez pode dizer que é conspiração, mas sua mocinha de “América” não agradou
Glória Perez pode dizer que é conspiração, mas sua mocinha de “América” não agradou

Sol de “América” (2005)
Substituta de “Senhora do Destino” no horário nobre, “América” sofreu com vários problemas em seu início, que acabou afastando, inclusive, o diretor Jayme Monjardim da equipe. A protagonista Sol (Deborah Secco) não agradou o público com seu drama. A personagem aparecia marrom demais no vídeo e chorava em quase todos os capítulos. Se não bastasse isso, a moça não teve química com Tião (Murilo Benício) e autora arrumou um novo par pra ela, o Ed (Caco Ciocler).

“Bang Bang” foi um fracasso em todos os sentidos
“Bang Bang” foi um fracasso em todos os sentidos

Diana de “Bang Bang” (2005)
A novela “Bang Bang” marcou negativamente a dramaturgia brasileira. Sua protagonista, Diana (Fernanda Lima), foi considerada a maior responsável pela rejeição da novela. A interpretação da atriz foi considerada péssima, forçada demais. A trama escrita por Mário Prata e Carlos Lombardi também não agradou com o tema faroeste.

Adaptação de “Marisol” errou no papel principal
Adaptação de “Marisol” errou no papel principal

Marisol de “Marisol” (2002)
Depois de vencer o reality “Casa dos Artistas”, do SBT, Bárbara Paz protagonizou a novela da casa “Marisol”, mas a interpretação da atriz não ajudou. Considerada inexperiente, Bárbara foi criticada pelo tom excessivo que deu a uma personagem simples. A atriz só voltou a ser elogiada pela crítica quando viveu a alcoólatra Renata de “Viver a Vida”. Atualmente, Paz vive a Edith de “Amor à Vida”.

Novata até então, Priscila Fantin teve que lutar pra ganhar antipatia do público de "Esperança"
Novata até então, Priscila Fantin teve que lutar pra ganhar antipatia do público de “Esperança”

Maria de “Esperança” (2002)
Revelada em “Malhação”, Priscila Fantin foi escalada em 2002 para protagonizar a novela “Esperança”, mas a atriz não era considerada pronta para um papel tão importante no horário nobre da Globo. Para completar, Fantin fazia par com Tony, papel de Reynaldo Gianecchini, que também foi criticado pela crítica. Os dois permaneceram juntos até o final e se esforçaram para agradar os telespectadores.

Sandy podia fazer sucesso nos palcos, mas na TV...
Sandy podia fazer sucesso nos palcos, mas na TV…

Cristal de “Estrela Guia” (2001)
Nos anos 2000, Sandy fazia sucesso em todo o Brasil com a dupla formada com Junior, seu irmão. A boa fama da cantora, no entanto, não ajudou em sua interpretação em “Estrela Guia”, no horário das 18h. A personagem era descrita na sinopse como descolada, mas a meiguice de Sandy não ajudou na interpretação. A novela não agradou e teve apenas 83 capítulos.

Antes de arrasar como Carminha, Adriana Esteves sentiu o gostinho da rejeição do público
Antes de arrasar como Carminha, Adriana Esteves sentiu o gostinho da rejeição do público

Mariana de “Renascer” (1992)
Adriana Esteves foi eleita a melhor atriz do ano passado, após interpretar a carismática Carminha de “Avenida Brasil”. Muito antes disso, no entanto, Esteves foi massacrada pela crítica quando protagonizou “Renascer”. O caráter dúbio e o sotaque falso irritaram o público na época. A mocinha também não convenceu fazendo par romântico com Antonio Fagundes. A atriz chegou a ficar um bom tempo fora da TV e enfrentou uma depressão por causa da personagem.

Público aceita traição da mocinha? Em “O Dono do Mundo”, não
Público aceita traição da mocinha? Em “O Dono do Mundo”, não

Márcia de “O Dono do Mundo” (1991)
A novela “O Dono do Mundo” ousou em trazer à telinha uma mocinha que também erra. Márcia, interpretada por Malu Mader, traiu o esposo Walter (Tadeu Aguiar) em plena lua-de-mel. Para piorar a situação, o marido traído sofreu um acidente e morreu após descobrir que era enganado. O público não perdoou o deslize da mocinha, principalmente porque o amante era um dos bandidos da trama.

HBO produzirá “PSI”, nova série brasileira

Texto de Contardo Calligaris (foto) inspirou série
Texto de Contardo Calligaris (foto) inspirou série

A HBO anunciou oficialmente na última terça-feira (04) a produção de mais uma série brasileira. Com o título “PSI”, a obra é baseada nos romances do autor Contardo Calligaris.

Dramática, porém com toques cômicos, a atração, que mesclará suspense e romance, é ambientada em São Paulo e gira em torno do psicanalista Carlo Antonioni, de 54 anos, amante de casos clínicos pouco comuns. São histórias que envolvem paixão e até mesmo investigação policial.

Com 13 episódios, a série é dirigida por Marcus Baldini, diretor do longa-metragem “Bruna Surfistinha”. A produção é de Bianca Villar, da Biônica Filmes. O elenco ainda não foi oficialmente divulgado.

“PSI” deve ir ao ar em toda a América Latina no ano que vem.

Reynaldo Gianecchini estará em “Em Família”, novela de 2014

Reynaldo em cena em "Laços de Família"
Reynaldo em cena em “Laços de Família”

O autor Manoel Carlos deseja rechear o elenco de “Em Família”, última novela de sua carreira, com atores que, ao longo dos anos, se consagraram em seus folhetins anteriores.
Um deles é Reynaldo Gianecchini, cuja presença no folhetim de 2014 acaba de ser confirmada pela colunista Keila Jimenez (“Folha”). Giane foi revelado por Maneco na novela “Laços de Família”, em 2000, onde seu personagem se dividiu entre o amor de Helena (Vera Fischer) e Camila (Carolina Dieckmann).
A expectativa da Globo é que “Em Família”, que substituirá “Amor à Vida” na faixa das 21h, reúna diversos clichês característicos das tramas do autor, como a relação entre pais e filhos, os dilemas da terceira idade e os tórridos triângulos amorosos.

Globo “poda” Daniel na abertura de “Amor à Vida”


Após inúmeras críticas e campanhas nas redes sociais, a Globo acabou cedendo aos pedidos dos telespectadores quanto ao tema de abertura de “Amor à Vida”, nova novela das 21h.

Não que “Maravida”, composição de Gonzaguinha interpretada por Daniel tenha sido trocada por outra música. Isso está completamente descartado. Mas a canção que virou hit na voz de Maria Bethânia na década de 80 acabou ganhando nova mixagem, a fim de amenizar os gritos do sertanejo.
Nas chamadas ao longo da programação e na ida e volta dos comerciais, “Maravida” foi substituída por um tema instrumental. Já a versão da abertura conta com uma nova sonoridade. Na prática, a Globo ajustou o timbre de Daniel, adicionando uma pegada mais lenta e suave.

NET lança NETLABTV e incentiva novos talentos e ideias para séries de TV brasileira

A NET, maior empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo da América Latina, lança dia 04 de junho o NETLABTV, que identificará e premiará novas ideias de séries brasileiras para TV por assinatura nas categorias ficção e não ficção. Criado para apoiar e fortalecer a cadeia de valor do audiovisual no Brasil, NETLABTV é voltado para criadores, roteiristas, escritores ou dramaturgos, podendo ser estreantes ou profissionais.

O regulamento do concurso e a relação de documentos necessários estão disponíveis no site www.netlabtv.com.br. Dentre as informações solicitadas, estão sinopse da série, argumento, descrição de personagens/entrevistados e trechos do roteiro, dentre outros. Serão aceitas inscrições de brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil.

O site do NETLABTV também disponibilizará informações sobre roteiro e mercado de TV, com depoimentos em vídeo de roteiristas, produtores e showrunners. Há também espaço dedicado a cases, entrevistas, dicas e links de interesse.

NETLABTV é uma iniciativa idealizada pela NET e realizada pela Casa Redonda Cultural, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura. “O NETLABTV é um programa de fomento a ideias e novos talentos na indústria audiovisual, que vai apoiar toda a cadeia de valor: criadores, produtores, distribuidores, canais e programadoras”, afirma Fernando Magalhães, diretor de programação da NET. “O mercado brasileiro está passando por grandes transformações incentivadas pela nova Lei da TV Paga e a NET quer colaborar com este momento. O NETLABTV nasce para identificar talentos em todo Brasil e encontrar novas ideias e formatos de séries brasileiras, ajudando programadoras e canais na busca por conteúdos para nossos assinantes.”

“O enorme crescimento da TV por assinatura no Brasil, além de políticas setoriais bem estruturadas, abrem um universo de oportunidades à atuação de roteiristas e criadores de todo o país. Apoiar o desenvolvimento e aprimoramento de ideias de séries brasileiras significa fortalecer com novas e potentes propriedades intelectuais não apenas a indústria audiovisual do país, mas principalmente redes criativas e produtivas regionais dentro das perspectivas trazidas pela Economia Criativa. Precisamos de novas ideias e formatos para a televisão e de roteiristas dispostos a criar e empreender em diálogo com o mercado”, afirma Minom Pinho da Casa Redonda Cultural, empresa parceira da NET na realização do NETLABTV.


Processo de Seleção e Premiação

Todos os projetos inscritos serão avaliados por uma Comissão Julgadora composta por especialistas em roteiros de séries e em mercado de TV, que selecionará 20 finalistas com base nos critérios: originalidade, qualidade técnica e potencial comercial da série. Desses, serão escolhidos oito ganhadores, que participarão do Laboratório imersivo em São Paulo com monitoria de profissionais de destaque no mercado audiovisual.

Além de atuar como uma incubadora de ideias e formatos para televisão, o NETLABTV oferecerá também premiação de incentivo em dinheiro, laboratório e consultoria para o desenvolvimento dos roteiros e rodada de apresentação dos projetos de série para os principais programadores e canais de TV por assinatura do País.
 
“O laboratório de TV está começando a crescer no Brasil. É muito difícil desenvolver uma série com o olhar de um único roteirista. Trocar informações, impressões, bater bola sobre os problemas enfrentados no percurso e contar com o olhar fresco e experiente de outros profissionais é muito importante. O consultor pode ajudar a encontrar o foco e a arquitetar a coesão da série. Compartilhar sua experiência como roteirista é compartilhar técnica. O laboratório de TV é um caminho fundamental para conseguirmos séries brasileiras de qualidade” nos conta o diretor e roteirista Philippe Barcinski, um dos idealizadores do NETLABTV.



A iniciativa já conta com inúmeras parcerias a exemplo do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo - SIAESP, correalizador da iniciativa e do laboratório em São Paulo, além da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (ABPI-TV), da Associação de Roteiristas (AR) e dos principais canais e programadoras de TV por assinatura do Brasil. “Por meio dessas parcerias e aproveitando a presença da NET nas principais cidades e capitais brasileiras, vamos buscar o apoio de órgãos de governo, universidades, cursos livres de roteiro, associações regionais de produtores e roteiristas e demais grupos de interesse nas cinco regiões. Nosso objetivo é criar oportunidade para o surgimento de novos talentos, independentemente de onde eles estejam”, explica Magalhães.


NETLABTV
Inscrições gratuitas.
Período de Inscrição: de 04 de junho a 28 de julho de 2013
Regulamento e Informações: www.netlabtv.com.br


Contos do Edgar – 01×01 – Berê



edgard Contos do Edgar   01x01   Berê

Quando soube que a Fox ia produzir Contos do Edgar, uma série de TV baseada nos contos de Edgar Allan Poe, fiquei muito feliz e ao mesmo tempo bastante apreensiva. Essa apreensão não se deve só ao fato de ser fã da obra de Poe, mas pela importância da obra deste autor para a literatura universal. Poe é considerado por muitos uma espécie de avô dos contos e romances de suspense, seus poemas e contos cercados de simbolismos obscuros e cheios de reflexões metafisicas têm como característica principal o terror psicológico que é construído com base nas ações delirantes de seus personagens.

A obra deste escritor é considerada densa e acreditem, dão muuuuito pano para manga em uma aula de literatura. Por me considerar uma reles mortal que não se atreve nem por um segundo entrar nos méritos citados acima por medo de que um raio caia sobre a sua cabeça, prefiro comentar sobre os Contos do Edgar mesmo. Confesso que mesmo não sendo uma grande fã dos seriados e produções nacionais essa série me pegou de jeito. Sob a batuta do diretor Pedro Morelli, o ator Marcus de Andrade vive o paulista Edgar, uma espécie de versão tupiniquim de Poe. Na série nosso Edgar tupiniquim passa pelos mesmos perrengues que o autor real passava em vida, só que de forma adaptada a nossa realidade nacional, claro.

Como toda desgraça na vida de nosso Edgar brasileiro é pouca, a criatura arrumou como “bico” um trabalho na agencia de dedetização de seu “melhor amigo” Fortunato, a DDT Nunca Mais (qualquer semelhança entre esse carinha e o personagem que termina emparedado no conto O Barril de Amontillado PODE não ser mera coincidência … muhaahahahaha) e é graças a esse trabalho “maravilhoso” que nosso Edgar acaba se deparando com as mais bizarras histórias envolvendo a alma humana.

O primeiro deles é o caso de Berenice, uma cantora de tecnobrega que possui o sonho de fazer sucesso Brasil afora. Devo admitir que ela até poderia realizar esse sonho se não fosse um pequeno probleminha odontológico que digamos condicionava nossa Berenice ao apelido de “Berê bitoca”. Sim nossa Berê era uma pessoa desprovia de um sorriso saudável, para dizer o mínimo.

Decidida a dar um tapa no visual e um up na carreira, Berê decide procurar um dentista e com ajuda de seu primo Cicero, ou Cisso para os íntimos. O problema é que o orçamento fica um tanto pesado para nossa heroína e é aí que Cisso entra na parada e diz que vai bancar a operação toda trazendo assim a felicidade e o sorriso para a vida de Berê. Para fazer tal milagre, Cicero decide roubar dos ricos, ou melhor, dos mortos para dar aos vivos. Ele é tão fissurado na prima que acaba arrombando o tumulo de um defunto chamado Egeu L. Gonçalves para pegar seus pertences e revender (qualquer semelhança com narrador/personagem desse conto no original NÃO é mera coincidência e sim, ponto para a galera que adaptou o enredo deixando esse “brinde” no meio do caminho).

O que poderia ser o inicio de uma linda história de amor acaba virando um verdadeiro pesadelo devido ao fato de Cicero não possuir um parafuso em sua cachola. O cara é meio que fissurado por dentes, ele têm alucinações com dentes por todo o lugar e é aí que nosso Edgar tupiniquim entra na história. Nosso dedetizador vai até o bar onde Berê costuma se apresentar para conter – se é que é possível num lugar daqueles – uma infestação de ratos e acaba conhecendo nosso Cícero que trabalha ajeitando a fiação do local.

Cícero cada vez mais obcecado por dentes e em especial pelas próteses de Berê decide partir para cima da morena, pegando ela de jeito nos fundinhos do bar e é justamente no meio do rala e rola que nossa heroína sente as primeiras pontadas de uma dor de dente que acredite, será de morte.

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Até ai , confesso a vocês que ainda não tinha enxergado nada de relevante em relação e essência do terror que é descrito nas obras originais de Edgar, e o porque de eu afirmar isso? Sério gente, o fato do rapaz enxergar dentes ou arrombar uma tumba, não me deixou lá muito impressionada. Uma das coisas que eu sempre gostei ao ler as obras de Edgar Allan Poe é que elas tem o poder de me fazer pensar dias e dias a fio sobre uma situação bizarra e dedicar um tempo enorme para entender como funciona a cabeça de seus personagens. O fato é que nesse primeiro episódio, eu percebi uma preocupação enorme em apresentar os fatos e um certo descaso com a atmosfera de terror psicológico que é uma das características principais da escrita de Poe. O que torna este homem tão importante para a literatura universal é justamente a capacidade de nos assustar por meio dos devaneios da mente e não simplesmente em mostrar algo bizarro ou horrendo.

Devo admitir que essa atmosfera de thriller de suspense, eu só senti no final quando nosso  desconsolado Cícero, inconformado com a morte de Berê, por consequência de uma suposta infecção, acaba tomando a decisão de fazer uma pequena “visitinha” no túmulo da amada. Essa, devo admitir, foi a parte que melhor se encaixou, na atmosfera psicológica de Edgar Allan Poe, pois Cícero entorpecido e tomado pelo delírio e pelo álcool, acaba por fazer a maior loucura de sua vida e ao acordar no beco da boate, sem ter a certeza se o que viveu na noite passada fora apenas imaginação ou a mais pura realidade. Esse é o tipo de terror que encontramos nas histórias de Poe. A cena em que ele caminha em direção a caixinha e o flashback passando na cabeça dele, culminando com a comprovação de que realmente havia arrombado e arrancado uma por uma, as próteses de sua amada Berê (que na realidade sofria de catalepsia). Isso tudo, claro, com o pequeno detalhe de que ela já se encontrava consciente foi a ápice do episódio e com certeza um final bastante digno por ter se mantido bastante fiel ao conto original. Porém, o episódio não acabou por ai, foi realmente necessário que nosso Edgar tupiniquim reaparecesse e terminasse a conversa com seu sócio e amigo? Creio que sim, pois já que a série terá ele como fio condutor e como narrador oficial das histórias, é justo que seja ele quem coloque o ponto final na história, isso sem falar que o mistério e o suspense criado em torno de sua relação com Fortunato e que espera-se que seja desenvolvido ao longo dos próximos episódios e de preferência de um modo bem sinistro.

Aliás, SINISTRO É POUCO para os contos de Edgar. O que chama a atenção nesse episódio piloto e o que me fez querer continuar acompanhando os próximos episódios foi a maneira inteligente que a produção encontrou para adaptar as realidades vividas e retratadas pelo Edgar Allan Poe original no século XIX e a realidade brasileira vivida pelo Edgar tupiniquim da época atual.

Contos Edgar Contos do Edgar   01x01   Berê

Para quem ainda não conhece a obra desse grande autor, ai está uma boa oportunidade para começar. No entanto, o meu alerta fica para aqueles que já estão familiarizados com os contos de Poe. Tenho que admitir que apesar da série conseguir se adaptar a realidade tupiniquim de modo satisfatório, ela deixa a desejar um pouco no aprofundamento psicológico dos personagens como já mencionei. Eu atribuo essa falha a adaptação feita para que o Edgar narre a história ao invés de deixarem como no texto original, em que essa narração é feita em primeira pessoa e acredito que ela possa ser solucionada nos próximos episódios, pois a série parece bem promissora para os padrões nacionais de suspense na TV.

Outra vantagem para quem já conhece os contos de Poe é que eles provavelmente irão se divertir bastante ao se deparar com as pequenas sutilezas deixadas pela produção da série como, por exemplo, o diálogo entre Edgar e o pombo cinza no final do episódio, ou o nome da agencia (DDT nunca mais) que remetem ao famoso poema “O Corvo”, considerada uma das maiores obras primas de Poe como também um dos poemas mais significativos para o romantismo anglófono.

Julho: "Cilada" é destaque no Multishow

Durante seis temporadas e mais de 50 episódios, a série "Cilada" foi destaque nas telas do Multishow. No programa que foi uma das primeiras produções de humor do canal, Bruno Mazzeo mostra como programas bem simples podem transformar as suas poucas horinhas de folga em um verdadeiro pesadelo. Em julho, o Multishow irá exibir novamente os melhores episódios da série, a partir do dia 08 de julho, de segunda a sábado, às 22h.




Bruno Mazzeo e Fernanda Paes Leme em "Cilada.com"
Divulgação/Downtown


Ainda no mês, no dia 05 de julho, às 22h, o canal relembra as irreverentes histórias de Bruno com a exibição de "Cilada.com", adaptação do programa para o cinema. Assim como na TV, Bruno Mazzeo é quem interpreta o protagonista da comédia, que conta ainda com a participação de Fernanda Paes Leme, como ex-namorada do personagem. Ao descobrir uma traição dele, ela publica na internet um vídeo dos dois na cama. As imagens viram um sucesso e Bruno se torna uma celebridade. O motivo? Uma performance, digamos que, rápida. Para provar que é bom de cama, ele decide recorrer às ex-namoradas e pretendentes duvidosas, passando por muitas ciladas. Com direção de José Alvarenga Jr., o elenco é formado por Augusto Madeira, Carol Castro, Serjão Loroza, Fabiula Nascimento, Fulvio Stefanini e Thelmo Fernandes.