domingo, 4 de setembro de 2011

Cynthia Falabella será mega vilã em nova novela das sete

cynthia


Na próxima novela das sete que estreia em outubro, Cynthia Falabella viverá uma mega vilã que entrará no capítulo 25 da trama.


Cynthia, que dará vida a Ivete, teve uma rápida passagem pelo SBT, quando gravou "Corações Feridos", que não foi ao ar ainda no canal.


Apesar do sobrenome parecido, não se trata de novela em família. Não há grau de parentesco entre o autor de "Aquele Beijo", Miguel Falabella, e a atriz. Em tempo, ela é irmã de Débora Falabella.

SESSÃO ABERTURA: Malhação Conectados

Juliana Paes volta a atuar com Rodrigo Lombardi na telinha



A atriz Juliana Paes, que está afastada da TV desde "Caminho das Índias", fará uma participação na novela "O Astro".

De acordo com o jornal O Dia, a atriz interpretará Nina, e será a nova secretária do grupo Hayalla. Com seu charme, Nina vai mexer com o coração de Herculano, personagem de Rodrigo Lombardi, e irá atrapalhar o romance dele com Amanda (Carolina Ferraz).

Vale lembrar que a parceria dos dois vem desde "Caminho das Índia", Rodrigo e Juliana foram Raj e Maya, respectivamente.

Juliana Paes irá na próxima semana ao Projac para provar o figurino da personagem. A cena vai ser exibida no capítulo 40, terça-feira, 27.

Aguinaldo Silva comenta semelhanças entre abertura de "Fina Estampa" e novela "Brilhante"

aguinaldo silva


O autor Aguinaldo Silva, que escreve "Fina Estampa", atualmente em cartaz no horário das nove, na Globo, comentou as semelhanças entre a abertura de sua novela e a da trama "Brilhante".

No Twitter, em tom de ironia, o autor falou que ficou cheteado com a equipe que monta as aberturas de novelas da Globo: "o pessoal que fez a abertura de Fina Estampa esqueceu de botar o gato que aparecia na abertura de Brilhante!"

E ainda completou: "Vem cá ô xexelento: a abertura não é da Globo? Então ela pode usá-la quantas vezes quiser. Em Fina Estampa ela ficou supimpa: eu adoro!"

Por fim, Aguinaldo comentou o sucesso da trama e alertou que o pessoal que estava falando mal da abertura da novela, o faz porque não encontrou outro defeito algum no folhetim. 

"Fina Estampa" vai ao ar de segunda a sábado, às 21h10.

sábado, 3 de setembro de 2011

Atores de nova novela das nove serão submetidos a testes para adequação de personagens

globo
Mal estreou "Fina Estampa" no horário das 21h, e a próxima novela do horário já está sendo produzida em ritmo acelerado.

"Maria do Mar", título provisório da próxima de João Emanuel Carneiro, tem previsão de estreia para maio de 2012. No PROJAC, os atores que foram escalados farão testes para se adequar aos seus personagens.

Praticamente todo o elenco da história de Emanuel fará teste. O diretor Ricardo Waddington comanda os exercícios, que contam com textos da própria novela. O autor já entregou os 6 primeiros capítulos da trama.

João Emanuel Carneiro é autor dos sucessos "A Favorita" e "Da Cor do Pecado".

Veja o visual de Giovanna Antonelli para a próxima novela das sete

Giovanna Antonelli voltará à TV na próxima novela das sete escrita por Miguel Falabella. "Aquele Beijo", que estreia em meados de outubro, trará Giovanna em um dos papeis principais. Ela será uma designer que será traída pelo namorado. 

Segue a foto da atriz em gravação para a nova trama:

Ferdinand pode morrer em "Fina Estampa"

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Ferdinand (Carlos Machado) corre o risco de morrer em "Fina Estampa" (Globo). 



O sargento pode estar envolvido no desaparecimento de Pereirinha (José Mayer), o marido pescador de Griselda (Lilia Cabral) dado como morto, mas que reaparecerá em breve. Dizem que o fortão será assassinado quando o português ressurgir, desmemoriado, por volta do capítulo 60. 



"Ainda é cedo para ele morrer. Não é impossível, porque novela é obra aberta. Mas o Ferdinand não, por favor!", torce o ator.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Globo faz varredura na internet e retira do ar vídeos relacionados a sua programação

globo
A Globo anda caçando os vídeos que caem na internet e são relacionados a sua programação. Tudo é devidamente retirado do ar.

Só para dar um exemplo, caro leitor, tente procurar a abertura da novela "Fina Estampa". Não é possível encontrar o material disponibilizado no maior portal de vídeos do mundo, por exemplo.

Tente também buscar o mesmo conteúdo em um dos maiores portais de pesquisa do mundo. Creio que não terás êxito.

De acordo com informações da coluna Outro Canal, a Globo decidiu fazer essa limpeza depois das várias comparações da abertura de "Fina Estampa" com a novela "Brilhante". A emissora nega que esse seria o motivo.


SESSÃO CHAMADAS: Mulheres de Areia

Record deve estrear novo seriado policial ainda este ano

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O autor Marcilio Moraes


Marcílio Moraes, autor das novelas "Vidas Opostas" e "Ribeirão do Tempo", deve estrear um novo seriado ainda este ano, na Record.

O projeto, engavetado há algum tempo na emissora, segue o estilo de "A Lei e o Crime", que foi ao ar no canal em 2008.

Na história, um delegado de caráter duvidoso. A hipótese mais viável, no momento, é que a série ocupe apenas uma vez por semana a grade da Record, mas ainda não há nada definido.

Oscar Magrini é cotado para "Maria do Mar"


Afastado da telinha desde "Paraíso" (2009), Oscar Magrini é cotado para o elenco de "Maria do Mar" (chamada anteriormente de "Filha do Mar" e "Rainha do Mar"), novela de João Emanuel Carneiro que substituirá "Fina Estampa" em abril de 2012.

 
Magrini se reunirá nos próximos dias com o autor para discutir sua participação na história. Patrícia Pillar, Claudia Abreu, Adriana Esteves, Mariana Ximenes, Taís Araujo, Edson Celulari, Murilo Benício, Fábio Assunção, Cauã Reymond, Carmo Dalla Vecchia, Glória Menezes, Tarcísio Meira, Helena Ranaldi, entre outros, completam o elenco.


O ator, que nesta sexta (02) comemora 50 anos de idade e 20 de carreira, está ainda no elenco de "As Brasileiras", série de Daniel Filho.

"Fina Estampa": Antenor é desmascarado por Griselda

TV Globo / Divulgação


Não é novidade que as pernas curtas da mentira a impedem de ir longe. Quem parece se esquecer do velho ditado, no entanto, é Antenor (Caio Castro), que insiste em levar adiante a farsa de apresentar uma atriz, Mirna Belo (Ângela Vieira), como sua mãe à família de Patrícia (Adriana Birolli). No jantar oferecido pelos pais da noiva, Mirna convence no papel de Gisela Pereira e os Velmont aprovam a falsa mãe de Antenor.

A confraternização flui perfeitamente, mas o estudante de medicina nem desconfia que, naquele mesmo momento, Griselda (Lília Cabral) faz um conserto na mansão e, estarrecida, assiste à cena. Humilhada, a verdadeira mãe de Antenor chora e chega a se dirigir ao portão para ir embora, mas decide voltar e desmascarar o filho. Quando René (Dalton Vigh) propõe um brinde ao jovem casal, Griselda se une ao grupo e, ironicamente, celebra o filho mentiroso. A entrada e a revelação de Pereirão surpreendem a todos, mas isso não intimida Antenor, que se nega a assumir a armação. A atitude do filho a revolta. Diante da situação, Mirna confessa que tudo não passou de uma armação e vai embora da casa. Griselda, então, convence os presentes de que ela é mesmo a mãe de Antenor.

Atônita, Patrícia pede explicações ao noivo. Ele culpa a futura sogra pela sua atitude e diz que se apresentasse Griselda aos Velmont, Tereza Cristina (Christiane Torloni) nunca aprovaria o noivado. Após o fracasso da noite, Antenor e Griselda são expulsos da mansão. Mãe e filho, arrasados, seguem seus destinos. Ele no carro de Juan Guilherme (Carlos Casagramde) a toda velocidade. Ela, depois de tentar em vão falar com o filho, senta na calçada e desanda a chorar.

Minissérie "Dercy" virá sem censura na Globo

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A minissérie "Dercy" - que homenageará Dercy Gonçalves - estreia em janeiro, na Globo, e virá com todos os palavrões que a diva falava, já que será exibida à noite. "Lembro-me da Dercy dizendo, no nosso primero encontro, que eu falava palavrão direitinho", diz a autora Maria Adelaide Amaral.

Marco Nanini vai participar da minissérie.

A estreia está prevista para janeiro de 2012. Nicette Bruno também está cotada para ser a mãe de Dercy, mas depende de liberação das gravações da próxima trama das seis da Globo.

Em "Fina Estampa", Crô será espancado pela turma da praia

cro e terezaCrodoaldo Valério e sua patroa Tereza Cristina


Em "Fina Estampa", Crô, personagem de Marcelo Serrado, levará uma surra da turminha da praia. Tudo começou quando Griselda (Lilia Cabral) deu força para que o criado de Tereza Cristina reagisse e desse um basta nas humilhações que sofre há tanto tempo. 



Revoltado e com muita coragem, Crô resolve partir pra cima de Ferdinand (Carlos Machado). Sem sucesso, ele é imobilizado. Pezão (Marcelo Brou) e Gigante (Eri Johnson) também participam da agressão jogando areia. Tudo acaba quando Álvaro (Wolf Maya) interrompe.



As cenas vão ao ar este mês.


Carlos Lombardi entrega sinopse à Globo

 
Carlos Lombardi entregou à direção da Globo a sinopse de uma novela das sete. O autor, que não escreve desde o seriado "Guerra & Paz" (2008), aguarda uma resposta da emissora. Segundo a coluna "Controle Remoto", o tema central é viagens no tempo.

O folhetim disputa a vaga da substituta da trama de Miguel Falabella, que tem estreia prevista para 17 de outubro. Ou seja, ficará entre "Aquele Beijo" e "Guerra dos Sexos", remake de Silvio de Abreu que é cotado para o final de 2012.

Disputam a vaga com Lombardi a dupla de "novatos" Filipe Miguez e Isabel de Oliveira, bastante elogiada nos bastidores. A novela, com sinopse apresentada à direção do canal, teria supervisão de Ricardo Linhares e direção de Denise Saraceni.

SESSÃO BASTIDORES: A Vida da Gente

"Rebelde" pode ganhar mais uma temporada na Record

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Segundo informações da revista Minha Novela, são grandes as chances da novelinha teen "Rebelde" ganhar uma nova temporada na Rede Record.

A emissora está estudando a possibilidade de estender a novelinha juvenil. Mas com isso, não faria uma nova adaptação da Televisa no próximo semestre. Um outro fator estudado é o horário, alguns defendem à volta para as 19hs.

Na nova temporada os protagonistas seriam mantidos e metade do outro elenco seria renovado, com entrada de novos personagens. Bem ao estilo "Rebelde - México".

Ingrid Guimarães e Helena Fernandes entram para o elenco de "Macho Man"

Ingrid Guimarães

Fora do ar desde a estreia de "O Astro", "Macho Man" já tem data para iniciar as gravações de sua segunda temporada. O "toque de recolher" acontecerá dia 5 de setembro, ou seja, na próxima segunda. Serão ao todo oito episódios.

Além do elenco da primeira temporada (Jorge Fernando, Marisa Orth, Rita Elmôr, Roney Facchini, Natalia Klein, Luanna Jimenes e Rapha Veles), a série contará com duas novidades no elenco. Ingrid Guimarães, na pele da namorada de Zuzu, e Helena Fernandes, a Gilda de "Insensato Coração", na pele da madrasta da personagem de Ingrid, reforçam o time.

Escrita por Fernanda Young e Alexandre Machado com direção de José Alvarenga Jr, a segunda temporada de "Macho Man" não tem data de estreia na Globo.

Protagonistas de "A Vida da Gente" gravam cena de mergulho romântico

TV Globo / Divulgação

Substituta de "Cordel Encantado" na faixa das seis a partir do dia 26 de setembro, "A Vida da Gente" segue com suas gravações a todo vapor.

De autoria de Lícia Manzo com direção de Jayme Monjardim, a trama terá locações no Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Argentina.

Fernanda Vasconcellos e Rafael Cardoso, que viverão os protagonistas Ana e Rodrigo, gravaram suas primeiras cenas  em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Os atores mergulharam a cinco metros de profundidade numa cena romântica (foto acima).

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Globo decide exibir "As Brasileiras" em 2012

Ivete Sangalo fará parte do elenco de "As Brasileiras"


Devido a programação da Globo está super-lotada, a emissora decidiu fazer o lançamento do seriado "As Brasileiras", realizada em parceria com a Lereby, produtora do Daniel Filho, apenas no primeiro semestre de 2012.

Segundo informações da "Coluna Flávio Ricco", do UOL, após a exibição da novela “O Astro”, no dia 28 de outubro, a segunda linha de shows será ocupada pelas séries "A Mulher Invisível", às terças; "Força Tarefa", às quintas; e "Macho Man", às sextas.

A série poderá ultrapassar a marca de 16 episódios e com o adiamento da estreia, a equipe terá mais tempo para se dedicar ao programa.

Globo e SIC farão remake de "Dancin Days"



A parceria entre a TV Globo e a portuguesa SIC ganhará novos capítulos, literalmente. As emissoras, que emplacaram recentemente "Laços de Sangue", trama com supervisão de Aguinaldo Silva, preparam o produção de um grande sucesso.



Segundo a coluna "Outro Canal", assinada por Keila Jimenez, "Dancin Days" (1978), novela de Gilberto Braga com direção de Daniel Filho, ganhará um remake na terrinha. O folhetim, uma coprodução das duas redes, tem estreia prevista para março de 2012.



"Dancing Days" trouxe em seu elenco Sônia Braga, Antônio Fagundes, Joana Fomm, Reginaldo Faria, José Lewgoy, Cláudio Corrêa e Castro, Pepita Rodrigues, Milton Moraes, Glória Pires, Mario Lago, Lídia Brondi, Beatriz Segall, entre outros.


Fábio Assunção será dono de clube de striptease em "Tapas & Beijos"



Após uma breve participação no remake de "Ti Ti Ti", Fábio Assunção já tem data para voltar ao ar. O ator entrará para o elenco fixo da série "Tapas & Beijos", exibida atualmente às terças logo após "Fina Estampa". Sua aparição acontecerá a partir do episódio do dia 27 de setembro.

Assunção será Jorge, dono do clube de striptease La Conga. O empresário do "ramo adulto" se envolverá com Sueli, personagem de Andrea Beltrão na série.

Além disso, Assunção está em cartaz com a peça Adultério no Teatro Frei Caneca, em São Paulo, e se prepara para gravar uma participação em "As Brasileiras".

Globo não vai renovar contratos de Sérgio Marone e Kayky Brito


Segundo informações do jornal "Extra", o ator Sérgio Marone, que interpreta o personagem Marcos na novela "Morde & Assopra", não terá seu contrato renovado com a Rede Globo. A atuação não teria convencido.



Sérgio não será o único. Kayky Brito, cujo último trabalho na emissora foi em "Passione", também não terá seu contrato renovado. Kayky começou como ator, em 2000, na novela "Chiquititas". Em 2002 desempenhou o papel de Zeca na novela "O Beijo do Vampiro".

Já Sérgio estreou na TV em 2000 na novela "Estrela-Guia", no papel do misterioso paranormal Santhiago, que protegia a personagem Cristal (Sandy) das armações do vilão Carlos Charles (Rodrigo Santoro).

Confira o logotipo da nova novela das seis

Já está no site da Globo o logotipo de sua próxima novela a estrear, A Vida da Gente, às 18 horas.
 
Não sabemos como será a identidade visual da novela... mas, diga lá o que você achou desta obra prima da originalidade!
 

VALE A PENA LER DENOVO




Autoria: Carlos Lombardi
Escrita por: Carlos Lombardi, Margareth Boury e Tiago Santiago
Direção: Marco Rodrigo e Edgar Miranda
Direção geral: Wolf Maya e Alexandre Avancini
Direção de núcleo: Wolf Maya
Período de exibição: 08/01/2002 – 29/03/2002
Horário: 23h
Nº de capítulos: 48

Elenco:
Adalberto Nunes
Ademir Zanyor – escravo
Adriana Garambone – Luísa
Adriana Tolentino – Antônia
Adriano Garib – marido de Eugênia
Alexandre Barbalho – César
Ana Furtado – D. Maria Tereza
André Mattos – D. João VI
Ângelo Paes Leme – Emanuel
Antônio Grassi – capitão Vidigal
Archie Lu Drury – almirante inglês
Bettina Vianny – Escolástica
Betty Lago – Carlota Joaquina
Bruna Lombardi – Branca
Bruno Abrahão – D. Miguel (criança)
Bruno Garcia – Carlos
Caco Ciocler – D. Miguel
Caio Junqueira – Diogo
Camilo Bevilacqua – comandante Manoel Moraes
Carlos Bonow – Gastão
Carlos Gregório – Rodrigo
Carlos Machado Filho – D. Pedro (criança)
Carlos Thiré – Eduarda
Carolina Ferraz – Naomi
Carolina Galvão – Lili
Cássio Gabus Mendes – D. João VI (jovem)
Catarina Abdalla
Cecília Dassi – Maria da Glória
Chica Xavier
Cláudia Abreu – D. Amélia
Cláudia Alencar – Amapola
Cláudia Lyra – Rita
Cláudio Corrêa e Castro – Dr. Vieira
Danielle Winits – Manuela
Dartagnan Júnior – amigo de Francisco Gomes
Débora Duarte – Amália
Diogo Morgado
Eduardo Conde – Desoaseux
Edwin Luisi – Saucer
Erika Evantini – D. Leopoldina
Ernani Moraes – louco no hospício
Eva Wilma – D. Maria I
Fábio Junqueira – Avelar
Fábio Lago – Gonzaguinha
Felipe Rocha
Flávio Galvão – Cauper
Francisco Milani – narrador
Françoise Forton – Miou-Miou
Gabriel Braga Nunes – Felício
Geórgia Gomide – Aurora
Geraldo Pestalozzi – Nolasco
Gilberto Marmorosh
Heitor Martinez – Marialva (jovem)
Helena Fernandes – Chiquinha
Henri Castelli – Chico
Henrique Pagnocelli – Dr. Rebordão
Humberto Martins – Chalaça (Francisco Gomes)
Jardel Mello – almirante português
Joana Lima Verde – Benedita
Joana Tristão – escrava
John Herbert – Lobato
Jonas Bloch – Francisco I
Jonathan Nogueira – guarda
José Carlos Sanches
José Steimber – professor Cruguer
José Wilker – Marques de Marialva
Julia Magessi – Maria da Glória
Juliana Silveira – Rosaura
Julio Levy
Karina Bacchi – Letícia
Licurgo Aspínola – Fernão
Lima Duarte – Conde dos Arcos
Luana Piovani – Domitila (Marquesa de Santos)
Luiz Guilherme – Conde de Bagaceira
Marcos Breda – Frei
Maria Cristina Gatti – dona da pousada
Marcos Pasquim – D. Pedro I
Marcos Oliveira
Maria Maya – Lelé
Maria Padilha – Hemengharda
Mariana Hein – Fátima
Marilu Bueno – Violante
Mário Frias – Manuelzinho
Mario Gomes – Marques de Barbacena
Mauro Mendonça – Arcebispo Melo
Miguel Thiré – Augusto
Mila Moreira – Inês
Monah Delacy – madre superiora
Mônica Torres – Kate
Murilo Elbas
Nair Bello – Giovanna (Marquesa de Pesto)
Nathalia Timberg – Xuxu
Nuno Leal Maia – coronel João de Castro Canto e Melo (Visconde de Castro)
Oswaldo Louzada – Alencastro
Othon Bastos – Soares
Paulo Gorgulho – Juvêncio
Paulo Goulart – José Bonifácio
Pedro Paulo Rangel – Camargo
Pia Manfroni – Carmem
Raíssa Medeiros – Carlota Joaquina (criança)
Raquel Nunes – Lalá
Renato Rabello
Roberto Bomtempo – Sardinha
Rodrigo Souto Maior – capanga do conde Bagaceira
Roger Goubeth – Plácido
Rosa Diaz – Maria Tereza (criança)
Tamara Taxman – Augusta
Taís Araújo – Dandara
Tatiana Issa – Urbana
Thaís de Campos – Arminda
Thaís Muller – Rosaura (criança)
Úrsula Corona – Esmeralda
Vanessa Lóes – Mariana
Vanessa Machado – Eugênia
Walter Breda – Arcoverde
Yeda Dantas

Domitila, D. Pedro e D. Amélia

A Trama:
- Para escrever a minissérie, o autor baseou-se em obras literárias que abordam de maneira inovadora o período histórico do primeiro Império, como O Chalaça, de José Roberto Torero; A Imperatriz no Fim do Mundo, de Ivani Calado; e As Maluquices do Imperador, de Paulo Setúbal.

- O enredo de O Quinto dos Infernos mostra os bastidores da Independência do Brasil, começando com a vinda da família real, passando por suas impressões ao se deparar com o “quinto dos infernos”, até o retorno de D. Pedro I (Marcos Pasquim) a Portugal, onde vai travar uma guerra com o irmão D. Miguel (Caco Ciocler). Para retratar o panorama político-social da época, o autor injeta doses de humor, ação e sensualidade na trama.

- Narrada por Francisco Milani, a minissérie começa em 1785, com a chegada a Portugal da espanhola Carlota Joaquina (Raissa Medeiros), de apenas dez anos de idade, para se casar com D. João VI (Cássio Gabus Mendes), que tem 18. O casamento com o nobre português é um arranjo promovido pelo pai de Carlota, o espanhol Carlos IV, para selar a amizade entre as nações da Península Ibérica. Apesar de ser ainda uma criança, a menina já demonstra ter uma personalidade forte e rebelde, muito diferente das outras mocinhas de sua época.

- Adulta, Carlota Joaquina (Betty Lago) se torna uma mulher avançada para seu tempo: tem amantes, anda a cavalo, atira e exerce total controle sobre D. João VI (André Mattos), sempre amedrontado com os ataques intempestivos da mulher. Embora possa ter todos os homens que deseja, Carlota não consegue conquistar o grande amor de sua vida, o Marquês de Marialva (José Wilker). Por conta de sua relativa independência e controle sobre o marido, ela tem uma imagem negativa na corte portuguesa. Carlota é a grande vilã da minissérie e, secretamente, deseja tomar o poder do marido.

- D. João VI é um homem atrapalhado, glutão, a quem o destino, de certa forma, alterou a trajetória. Em 1972, após a morte de seu irmão, D. João VI é obrigado a assumir o trono e zelar pelo bem da Coroa Portuguesa. Além da esposa, D. João VI precisa conviver com outra mulher de gênio forte: a mãe, Dona Maria (Eva Wilma). Desde que perdeu o marido e um filho, ela passou a ser conhecida como a Rainha Louca: vive com medo de ir para o inferno e coloca a corte de pernas para o ar com seus inúmeros surtos de loucura. Apesar de submisso à Carlota Joaquina, D. João VI torna-se um grande estadista.

- Em 1808, ele resolve transferir a Corte para o Brasil, ao constatar que Portugal não teria poderio militar para enfrentar os franceses. A história, então, passa a ser ambientada no Brasil, onde a família real tenta se adaptar ao clima tropical e às diferenças de hábitos dos países.

- Toda a história é narrada sob a ótica do humor. Quando Carlota Joaquina chega ao Brasil, ela usa um turbante, pois teve que raspar a cabeleira devido a uma infestação de piolhos. As finas mulheres brasileiras aderem ao acessório pensando ser a última moda entre as européias. O universo dos habitantes da colônia é mostrado através dos Cauper, uma família classe média deslumbrada: Emengarda (Maria Padilha), Sr. Cauper (Flávio Galvão) e suas filhas Maria Laura (Raquel Nunes), Maria Lélia (Maria Maya) e Maria Lívia (Carolina Galvão); do casal Fernão Almeida (Licurgo Spinola) e Madalena (Vanessa Lóes); e também de Miou Miou (Françoise Fourton), dona do boteco, ponto de encontro dos homens da cidade.

- No Brasil, D. João VI e Carlota Joaquina criam os filhos Pedro (Carlos Machado/ Marcos Pasquim), Miguel (Bruno Abrahão/ Caco Ciocler) e Maria Isabel (Rosa Diaz/ Ana Furtado). Pedro e Miguel têm personalidades inteiramente distintas. O primeiro é amante do mar, da noite e das mulheres. O segundo, filho preferido de Carlota, vive doente, trancado em casa por horror ao sol. Miguel tem uma profunda inveja do irmão e de sua habilidade com as mulheres. Ao longo da história, percebe-se que o perturbado Miguel sente-se fisicamente atraído pelo irmão.

- Francisco Gomes (Humberto Martins), o Chalaça, é outro personagem central na história. Grande companheiro de D. Pedro, Chalaça é o típico anti-herói. Astuto, mulherengo e trapaceiro, vem para o Brasil fugindo de uma de suas inúmeras encrencas. Bêbado, ele conhece Pedro em uma noitada, e os dois partem para a briga. Mais tarde, percebem suas inúmeras afinidades, fazem as pazes e tornam-se inseparáveis amigos. Pedro o nomeia secretário e braço direito do Imperador, e ele passa a freqüentar a Corte.

- Mulherengo como Pedro, Chalaça tem um grande amor. Antes de vir para o Brasil, ele conheceu Manoela (Danielle Winits), uma camponesa bonita e doce, que fora expulsa de casa pela mãe, Amália (Débora Duarte), depois de quase ter sido estuprada pelo padrasto, Juvêncio (Paulo Gorgulho). Ao saber da tragédia, Amália não acredita em Manoela e fica contra a filha, chegando a apedrejá-la. Solitária e sem rumo, ela acaba conhecendo Chalaça, e os dois se apaixonam. Por um engano, Chalaça acha que Manoela morreu e parte para o Brasil. Ela, por sua vez, acredita ter sido abandonada e decide se vingar dele.

- Em Lisboa, Manoela tenta trabalhar como cozinheira, já que é uma excelente doceira, mas não consegue emprego fixo. Sem ter como sobreviver, ela acaba se prostituindo. Após alguns anos, decide ir para o Brasil atrás de Chalaça.

- No Brasil, Chalaça se apaixona por Branca (Bruna Lombardi), uma mulher linda e atraente, mas sem escrúpulos. Viúva duas vezes, aos olhos de todos, porém, Branca é uma mulher de respeito. É filha de um nobre falido, Camargo (Pedro Paulo Rangel), capaz de qualquer coisa para manter seu status. Ao saber que Manoela está no Brasil, Chalaça fica divido entre as duas mulheres. Mas, após muitas idas e vindas, ele termina a história nos braços de Manoela.

- As peripécias de D. Pedro e Chalaça dão o tom de aventura da minissérie. A dupla conta ainda com a amizade de Plácido (Roger Goubeth), camareiro de quarto de D. Pedro, que se torna seu companheiro. Pedro é o membro da família real que melhor se adapta às condições do Brasil. Após permanecer um tempo no Brasil, D. João VI volta a Portugal em 1821, por conta do movimento constitucionalista do Porto, e deixa o filho Pedro como regente do Brasil. Carlota e Miguel partem junto com D. João. Apaixonado pelo país, Pedro articula e lidera o movimento de independência do Brasil, em 1822.

- Mulherengo e muito sedutor, Pedro acaba se casando com Leopoldina (Érika Evantini), a arquiduquesa da Áustria, uma mulher gordinha, bem diferente das jovens assediadas pelo insaciável rapaz. Leopoldina morre, e Pedro se casa pela segunda vez com a bela e graciosa Amélia (Cláudia Abreu). Apesar de adorar a esposa, ele não consegue resistir às outras mulheres e logo se apaixona perdidamente por Domitila, a Marquesa de Santos (Luana Piovani), que se torna sua amante até o final de seus dias. Outra mulher marcante na vida de D. Pedro foi a artista Naomi (Carolina Ferraz), por quem ele se apaixonou, mas que fora obrigada por Carlota Joaquina a abandoná-lo.

- Com a morte de D. João VI, Pedro pretende que a filha mais velha assuma o trono de Portugal, e um acordo nesse sentido é acertado. Entretanto, Miguel desrespeita o trato e tenta tomar o poder para si, dando início a uma guerra civil com o irmão. Miguel chega a fazer prisioneira a própria mãe, que sempre esteve ao seu lado. Pedro volta para Portugal para enfrentar o irmão. Ao lado de Chalaça e Plácido, e contando com ajuda inglesa, ele lidera soldados e navios em uma campanha vitoriosa que restitui o regime constitucional em Portugal.

- Pedro triunfa, mas está doente e fraco. Em 24 de setembro de 1834, no Palácio de Queluz, onde nasceu, ele morre, vítima de tuberculose. Sua mulher, Amália, e sua amante, Domitila, de mãos dadas, choram sua morte, assim como o inseparável companheiro Chalaça e sua mãe, Carlota Joaquina.

- Outra personagem importante na história é Giovanna (Nair Bello), uma trambiqueira que se apresenta como Marquesa di Pesto. Ao final da minissérie, ela revela que é mãe de Branca. Giovanna se une à filha e a Camargo, e os três formam um afiado trio de trapaceiros.

Manuela e Chalaça     Marialva e Carlota

Produção:
- Para compor o ambiente da trama, que se passa no século XIX, cenografia, figurino e produção de arte se integraram e trabalharam de acordo com a orientação do autor e do diretor. As locações foram feitas na cidade histórica de Paraty (RJ) e em Bento Gonçalves (RS).

- A cidade cenográfica foi distribuída em duas partes: o Paço e o Basfond. No Paço, a grande praça no porto do Rio, foi reconstituído o Paço Imperial, casa da família real, e também seu entorno, com o Convento e a Igreja do Carmo, o Arco do Teles com o hotel L’Impére, o teatro e o centro urbano, com uma alfaiataria e as casas de alguns personagens brasileiros de classe média, como os Cauper e Saucer. O Basfond é o local da boemia, para onde D. Pedro foge durante as noites, usando uma passagem subterrânea do Paço Imperial.

- A equipe de cenografia contou com mais de 100 profissionais para montar os 26 cenários de estúdio e os 20 prédios – todos eles com mais de um andar – na cidade cenográfica construída no Projac. Os cenógrafos usaram como referência obras do inglês Thomas Ender e dos franceses Debret e Rugendas, além de se inspirarem nos desenhos do arquiteto francês Grandjean de Montigny, que veio ao Brasil em missões artísticas francesas.

- A cidade cenográfica foi construída com uma peculiaridade: todos os telhados foram preparados para suportar o peso dos atores nas cenas de fugas. Na composição de alguns cenários também foi usada a computação gráfica em 3D – que recriou os palácios de Madrid, Queluz e Mafra –, além da técnica do chromakey (processo eletrônico pelo qual a imagem captada por uma câmera pode ser inserida sobre outra, como se compusessem fundo e primeiro plano), que permitiu obter uma visão de 180º do Paço Imperial, tendo ao fundo a Baía de Guanabara.

- Os figurinos de O Quinto dos Infernos incluíam peças que combinavam o estilo histórico e o espírito pop dos personagens da comédia. O guarda-roupa também acompanhou os dois momentos da minissérie. Como a história começa em 1785, a figurinista Beth Filipecki preocupou-se em manter as características principais do período pré-Revolução Francesa. A partir da chegada ao Brasil, em 1808, os personagens começam a se “despir”, por causa do calor, e as roupas passam a ser mais leves. Além disso, alguns figurinos marcavam as diferenças entre determinados personagens. As roupas da personagem Domitila, a Marquesa de Santos, amante de D. Pedro, traziam cores fortes e cortes exuberantes. Já Dona Amélia, a esposa de D. Pedro, sua principal rival, vestia-se sempre com roupas sofisticadas, em tons claros. Vale ainda destacar o figurino de Carlota Joaquina, personagem que carregou nos acessórios, vestidos, perucas, brilhos e pedras. Seu figurino foi todo composto com muito brilho e ouro.

- Os figurinos masculinos retratavam os uniformes da época com fidelidade. Em Portugal, no século XIX, e depois no Brasil, o traje obrigatório dos homens na corte era o uniforme. Para compor o visual dos personagens, o figurinista Renaldo Machado foi buscar nos anais do Museu Histórico Nacional dados sobre os trajes dos archeiros, servos, camareiros, ministros e dos integrantes da guarda imperial e do Exército Nacional. Galões, capacetes, barretes, dragonas e até botões dos uniformes gravados com o brasão do Império são cópias fiéis dos originais.

- A produção de arte foi responsável pela reforma de carruagens, construção de maquetes de naus, reprodução de mapas, cartas, bandeiras, convites do século XIX e brasões reais, além da reprodução de um caixão nos moldes da época. A arrumação das mesas, com louça portuguesa, cristais, flores e comidas mostradas em cena foram pesquisadas minuciosamente em livros históricos e nos arquivos do Museu Histórico Nacional.

- O elenco também passou por uma preparação especial, com aulas de etiqueta, prosódia, equitação, canto, esgrima e capoeira.

Curiosidades:
- A minissérie foi criticada por historiadores brasileiros e portugueses pela forma escrachada de retratar os bastidores da Independência do Brasil, além de conter um apelo excessivo à sexualidade. Um dos maiores jornais lusitanos, o Correio da Manhã, chegou a publicar uma crítica à obra de Carlos Lombardi. Integrantes da família real brasileira também se irritaram com a versão caricata de D. João VI, apresentado como glutão covarde e marido traído.

- O Quinto dos Infernos teve grande sucesso de audiência. Cerca de um ano depois, quando foi exibida em Portugal, a minissérie ficou em quinto lugar entre os programas mais assistidos da emissora portuguesa SIC. Em setembro de 2003, foi comercializada nos canais de pay-per-view.

- O ator André Mattos se destacou no papel de D. João VI. Infernizado pela mulher, medroso e amante da boa mesa, ele vivia a repetir: “Ai, Jesus!”, expressão que se tornou marca do personagem.

Trilha sonora:
- Apesar de ser uma história de época, a trilha sonora de O Quinto dos Infernos era contemporânea. Canções como I’ve Got You Under My Skin, sucesso interpretado por Frank Sinatra, Raindrops Keep Falling on My Head, consagrada por B.J. Thomas, Barco Negro, de Ney Matogrosso, e Só Louco, na voz de Gal Costa, ajudavam a compor o clima das cenas.
 

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

"Carga Pesada" mostra a saga dos caminhoneiros Pedro e Bino

Mais do que amigos, irmãos. Assim são Pedro (Antonio Fagundes) e Bino (Stênio Garcia) de “Carga Pesada”, que estreia dia 04/09, às 19h, no canal Viva. Segunda versão da série de sucesso exibida entre 1979 e 1981, a trama conta a história de dois caminhoneiros que passam a vida nas estradas, carregando mercadorias enquanto vivem aventuras e romances.

Com direção geral de Roberto Naar e texto do novelista Walther Negrão, o remake contou com diversas participações especiais. Em destaque, Patrícia Pillar, como Rosa, um grande amor de Pedro, e Wagner Moura, que deu vida à Pedrinho, filho de Bino e afilhado de Pedro. Participaram também Cássia Kiss e Othon Bastos, entre outros.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Diretor de 'O Astro' diz que Globo está investindo em novelas mais adultas

Cena do assassinato de Salomão Hayalla, inspirada em Assassinato em Gosford Park
Cena do assassinato de Salomão Hayalla, inspirada em "Assassinato em Gosford Park"

Dinâmica, curta, com diálogos inteligentes, muitas referências cinematográficas, cenas de sexo, ótimas interpretações e uma atmosfera meio kitsch meio retrô. Esta é a novela do futuro. Ou do presente. “O Astro”, remake de Janete Clair no ar na faixa das 23h da Globo foi feita para dialogar com um público diferente do da novela das 21h. É o que diz o diretor de “O Astro”, Mauro Mendonça Filho. Leia abaixo a íntegra da entrevista:

UOL -  Por que você acha que a Globo resolveu investir em novelas no horário das 23h? Teve influência da alta audiência que as reprises do canal “Viva” têm obtido ou é também para concorrer com outras produções de outras emissoras que vão ao ar no mesmo horário?

Mauro Mendonça Filho - Existe uma demanda por uma dramaturgia mais adulta, na qual os autores possam desenvolver temas mais delicados com certa tranquilidade. Uma novela das 21hs tem classificação de 12 anos. A das 23hs, 16 anos. Aliado a isso, percebeu-se que tem muita gente chegando tarde em casa, a fim de ver novelas e séries. A Globo vem sentindo que precisa dialogar com esse público. Outro dia, o Tiago Leifert, do esporte, falou que ‘não somos mais o País do Futebol, mas o País das Novelas’. Acho que ele está certo.”
UOL -  Então a Globo descobriu um novo segmento de público de novelas, mais jovem, mais sofisticado e com menos paciência para certos clichês da teledramaturgia tradicional?
Mauro Mendonça Filho - Acho que esse público é ávido pela renovação do gênero e celebra as mudanças que dão certo. O sucesso de "Cordel Encantado" é um bom exemplo. Mas os clichês nunca deixarão de existir. Clichê só existe porque funciona, senão não seria clichê.

UOL -  “O Astro” terá 64 capítulos. Você acredita que o futuro das novelas é serem mais curtas?

Mauro Mendonça Filho - A novela longa nunca deixará de fazer parte do cotidiano do brasileiro. Ela é como um companheiro, alguém íntimo. Você vai para a casa, sabendo que vai encontrá-lo. Acho, porém, que esse formato de 60 capítulos também chegou para ficar, pois é uma novela mais ágil, mais dinâmica, sem barriga. Você fica com vontade de não perder nem um capítulo sequer.


Alex Carvalho/TV Globo
Regina Duarte se inspira em cena clássica de Bette Davis no filme "A Malvada" para "O Astro"

UOL -  Na cena da festa que antecede o assassinato de Salomão Hayalla, há uma clara referência a “Assassinato em Gosford Park” de Robert Altman, inclusive na maneira com que a câmera desliza por entre os convidados. Clô Hayalla diz, em determinado momento, “apertem os cintos que a noite será turbulenta”, frase de Bette Davis em “A Malvada”. O assassinato de Salomão também lembra cena de “Watchmen”. Que outros filmes você usa ou utilizará como inspiração na novela?

Mauro Mendonça Filho - Num sentido geral, me inspirei em Pedro Almodóvar, pela renovação do melodrama; em Hollywood dos anos 50, pelo glamour das festas; nas novelas das 22h dos anos 70, pela adequação ao novo horário das 23h; na série “Mad Men”, pelo comportamento sexual no trabalho; em “Hamlet”, pela tragédia após o crime de Salomão; em Quentin Tarantino, que é o rei do retrô; em David Cooperfield, que faz magia com o uso de mídias modernas e em Brian de Palma, que faz suspense, inspirado em filmes do passado. Pincei referências ora aqui, ora ali de filmes como “Ladrões de Bicicleta”, “Lenny”, “Watchmen”, “Caçadores de Emoção”, “Assassinato em Gosford Park”, “Estômago”, “Um Beijo Roubado”. Mas a grande referência é a própria Janete Clair, a lembrança de novelas como “Irmãos Coragem”, “Pecado Capital” e “Pai Herói”.

UOL – Quando você foi criticado no Twitter por suas referências, disse que essa patrulha da originalidade é muito chata. Por quê?
Mauro Mendonça Filho - Quando falo da “patrulha da originalidade” não quero dizer que sou contra a criação original. Falo desse movimento que vem da internet, essa coisa de não deixar passar nada de ninguém, de tudo ser comentado, dissecado e por vezes execrado. Também não sou contra a liberdade da internet, mas sempre onde há excessos, aparece a polícia, o clima de denúncia, de patrulha, que quando não atinge, soa até ingênua. A verdade é que todo o audiovisual trabalha com referências, seja filme, TV, comercial, clipe etc. É uma eterna cadeia. A própria cena do “Watchmen”, na qual me inspirei, vem de uma cadeia. Vou provar:  sou fã absoluto do Alan Moore, não do filme, mas li a HQ umas quatro vezes. Veja o caso do personagem Comedian, o mesmo que é jogado pela janela. Ele foi inspirado em outro personagem de um quadrinho dos anos 1950, chamado Peacemaker. A associação Comedian/Joker (o Coringa do Batman), é fácil de ser feita. Esse Peacemaker foi provavelmente inspirado em algum Flash Gordon ou similar dos anos 30, que se inspirou em Meliés, que se inspirava na literatura infantil do século 19. Que nome dão para a cena da escadaria em “Os Intocáveis”, de Brian de Palma, totalmente igual à cena do “Encouraçado Potemkim” ou a “Dublê de Corpo”, do mesmo Brian de Palma, inspirado em “Janela Indiscreta”? Que nome dão para “Kill Bill”, que é totalmente igual ao original do Bruce Lee? No fundo, soa até engraçado, uma cena de morte de uma novela no Brasil causar essa pequena polêmica, pois ainda estamos a anos-luz dos efeitos especiais das produções do cinema Sci-fi americano. No fim das contas, nada disso tem a menor importância.

UOL - Há muitas cenas de festa em “O Astro” e muitas em outras novelas. Por que as cenas de festa funcionam tão bem?

Mauro Mendonça Filho - Os autores adoram uma festa, onde todos estão reunidos e coisas constrangedoras podem acontecer. Mas a verdade é que dá um trabalho danado gravá-las, pois os atores são muito brincalhões, ficam muito tempo sem fazer nada, a figuração fala alto, toda hora temos que pedir silêncio, ordem. A direção e a equipe ralam em dobro. Mas percebo que funciona. Gosto de fazer uma festa, com a câmera dentro dela, perdida entre os convidados. Em uma festa boa, na vida real, depois de uns goles, a gente perde a referência do tempo e do espaço (e, às vezes, de si mesmo). Procuro passar esse clima.

UOL -  A polícia entrou no caso Salomão Hayalla e, ao contrário de outras novelas, parece mais realista. Foi uma opção estética de ter diálogos e policiais menos estúpidos?
Mauro Mendonça Filho - A gente esbarra no clichê policial, pela tangente. Não acho que estamos tentando ser realistas e sim fazer um Poirot moderno, com o investigador vivido pelo Daniel Dantas, obcecado com a solução do crime. Algo como um “Zodiac”, sem perder o romance, a tragédia. Márcio Hayalla também vai ficar também obcecado com a solução desse crime e se portará como um Hamlet, inconformado. Não faltarão emoções.

UOL -  Não espero que você conte quem será o assassino de Salomão Hayalla, mas espero que você me responda que não vai ser o Felipe [como na versão original], estou certo?

Mauro Mendonça Filho - Isso é segredo de Estado. Só posso adiantar é que haverá surpresas.

*Colaborou Edu Fernandes

Com confissão de Wanda e assassinato de Léo na cadeia, "Insensato Coração" atinge pico de 50 no Ibope

Após ser condenado por Cortez, Léo morre ao ser jogado do alto de um pavilhão na cadeia
Após ser condenado por Cortez, Léo morre ao ser jogado do alto de um pavilhão na cadeia

Conforme suspeita e postado aqui no blog NOVELAS ON-LINE, a assassina de Norma (Glória Pires) foi mesmo Wanda (Natália do Valle). Ela deu três tiros na auxiliar de enfermagem para impedir que ela entregasse o filho à polícia.

Quem descobriu tudo foi Marina (Paola Oliveira), após Wanda tentar devolver a pulseira que havia tirado do cadáver de Norma. A sequência foi ao ar no quarto bloco da novela e deu pico de 50,1 no Ibope.

O capítulo final de "Insensato Coração" ligou todas as pontas soltas das tramas e subtramas da novela e revelou o misterioso assassino de Norma (Glória Pires).  Numa reviravolta emocionante, embalada ao som de música clássica e Rolling Stones, Norma se vinga de Léo depois de morta, denunciando-o a Cortez (Herson Capri) por meio de Jandira (Cristina Galvão). O empresário, preso na mesma penitenciária, paga o "chefe da cadeia" para eliminá-lo. O rapaz é empurrado do alto de um prédio, depois de ser condenado pelos presos à moda romana - com o polegar para baixo.

Em outra reviravolta, Natalie Lamour (Deborah Secco) se candidata a deputada e se elege, sob uma plataforma de combate à corrupção.

Raul visita Léo na cadeia . Ele diz que Wanda vai recorrer em liberdade e que o filho destruiu a vida da mãe. O filho diz que denunciou Raul para fazê-lo pagar por tudo que ele fez. Ele  diz que só duas pessoas o amaram: Wanda e Norma. "Elas mataram por mim", disse.
 

Sessentão, Osmar Prado comemora ser galã em "Cordel Encantado"

Osmar Prado, o delegado Batoré de "Cordel Encantado", da Globo, comemora a retomada de seu personagem e o feito de ser um dos galãs da novela das 18h.

"Tenho motivos para estar muito feliz da minha vida. Estou com 64 anos, fazendo sucesso, galã da novela das 18h, competindo de igual pra igual com os meninos. Eles que se cuidem! Ando de moto, toco bola pra eles, faço gol. O que eu quero mais?"

O ator completou 64 anos na quinta-feira, dia 18.

Para quem não sabe, Prado tem uma paixão tão grande por moto que em 1999 foi garupa do piloto Leandro Mello na última etapa do Campeonato Brasileiro na categoria Superbike Stock, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A dupla chegou em 5° lugar.

"Com 17 tive a primeira moto. Hoje tenho duas. A paixão vem do meu pai, que era motociclista, e meus tios", contou.

Renato Rocha Miranda/Divulgação/TV Globo
Osmar Prado no papel de Batoré em "Cordel Encantado"
Osmar Prado no papel de Batoré em "Cordel Encantado"
Adeus à peruca
Quando estreou no folhetim de Duca Rachid e Thelma Guedes Prado era apenas um delegado palhaço, capacho de Timóteo Cabral (Bruno Gagliasso). Nas últimas semanas, Batoré enfrentou o rei louco, se mostrou um homem romântico ao se apaixonar pela jovem Antônia (Luiza Valdetaro) e está prestes a viver um grande romance com a rainha Helena (Mariana Lima), com direito à aposentadoria da peruca.

A novela acaba no dia 24 de setembro.

"Acho que era de se esperar que ele fosse forçado a tomar uma atitude. Essa relação que se inicia com a rainha Helena, que até então era uma personagem misteriosa, é um desabrochar dos dois. Acho que ambos vão se ajudar. Ela com sua grande experiência na Corte, com toda uma educação, e ele, embora um pouco bruto, como um amante", explicou.

E pra quem torce para que o menino Nidinho (João Fernandes) seja adotado pelo delegado, Prado adiantou que "é bem capaz disso acontecer".

Quanto à famosa peruca, ele explicou que Batoré vai tirando aos poucos. "Ela (Helena) vai tirar pela primeira vez, vai dar confiança a ele", adianta.

Calvo, o ator afirma que jamais usaria o acessório.

"Jamais usaria peruca por várias razões. Primeiro porque uso capacete toda hora e a minha preocupação com a calvície seria limitar a carreira, mas ser baixo e careca abriu um leque de possibilidades incrível", disse. "E o ator não tem altura, quantidade de cabelo, nada. Tem que ser bom no que faz. Eu posso ser galã também, do jeito que sou", completou.

"Não levo desaforo pra casa"

Mas tudo são flores nos bastidores. No início do mês, alguns veículos de comunicação disseram que Prado teve uma briga feia com a diretora do folhetim, Amora Mautner. O motivo seria o excesso de gravação, que estaria estressando o ator. Admitindo ser explosivo, ele mostrou-se incomodado com a história.

"Eu tenho potencialidades para ser explosivo como toda pessoa tem. É uma mistura de italiano com espanhol. Não levo desaforo pra casa. Há situações que você tem que responder. Algumas pessoas conseguem se controlar, eu não", explicou.

"E a notícia foi infundada. Quem plantou disse que eu estava fazendo beicinho e batendo pé. Com 64 anos de idade e 55 de carreira eu já passei dessa fase e exijo respeito. Nunca reclamei de excesso de trabalho, tanto que em 'Sinhá Moça', além de ser co-protagonista, eu fazia teatro", completou.

O ator não explicou os detalhes da briga por ser um assunto "a ser discutido em salas de bastidor, com as pessoas certas", mas que agora está tudo resolvido.

Quando terminar a novela, Prado pretende viajar com a família e as três filhas. O ator não tem projetos, mas disse que personagens vão chegando ele vai fazendo.

Deborah Secco será mãe de adolescente na TV


Deborah Secco, 31 anos, aposenta hoje o furacão Natalie Lamour pela maternidade. Em seu próximo trabalho na TV, a série "Louco por Elas", da Globo, a atriz será Giovana, ex-mulher de Léo (Du Moscovis), com quem tem uma filha adolescente.

As gravações começarão em outubro.

"Amor e Revolução" vai mostrar o assassinato do estudante Edson Luís

Cléber Martins vive o estudante Edson Luís em Amor & Revolução (19/8/11)
"Amor e Revolução" vai mostrar o assassinato do jovem estudante Edson Luís de Lima Souto, interpretado pelo ator Cléber Martins. As cenas começam a ser exibidas nesta sexta-feira (19).

Edson foi o primeiro estudante assassinado pela ditadura militar e sua morte marcou o início de um ano turbulento de intensas mobilizações contra o regime militar que endureceu até decretar o chamado AI-5.

Maria (Graziella Schmitt) assiste ao assassinato do estudante, que protestava contra a alta do preço da comida no restaurante Calabouço.

Stênio Garcia frequentará bailinhos da terceira idade em novela

O ator Stênio Garcia, 78, será um dos protagonistas da turma da terceira idade em "A Vida da Gente".

A próxima novela das 18h da Globo terá um núcleo forte de pessoas mais experientes, que inclui também a atriz Nicette Bruno, 78
.
Entre as cenas a que terão direito os personagens, estarão divertidos bailinhos.


João Miguel Junior/Divulgação/TV Globo
O ator Stênio Garcia

Rafael Almeida inspira-se em Andre Agassi para viver tenista em "A Vida da Gente"

Rafael Almeida vive o tenista Miguel na nova novela das seis
Rafael Almeida vive o tenista Miguel na nova novela das seis

Rafael Almeida deixou para trás o físico magrinho que sempre exibiu. Em "A Vida da Gente", próxima novela das seis, ele dará vida ao tenista Miguel. Por isso, está investindo em um condicionamento físico digno de um atleta. "Normalmente, quem joga tênis começa muito cedo. Para convencer como tenista, eu tenho que ter a preparação física de um deles", explica o ator, que está malhando e jogando tênis de segunda a sábado. "Estou fissurado nessa preparação física do personagem. Eu treino quatro horas por dia e muito mais vezes na semana do que foi pedido como laboratório para fazer o Miguel", valoriza.
 
Na trama de Lícia Manzo, Miguel será um rapaz de origem humilde que ganha uma grande oportunidade para jogar tênis graças à treinadora Vitória, interpretada por Gisele Fróes. "O tênis é uma atividade cara, mas ele se destaca e a treinadora acredita muito no potencial dele", conta. Para viver as dificuldades e emoções de um atleta, Rafael leu "Agassi: Autobiografia", livro sobre a vida do famoso tenista americano Andre Agassi. Além disso, toda vez que vai treinar, o ator observa a forma como os adeptos do esporte se comportam. "Acho importante eu treinar para poder desenvolver a coordenação motora e o trabalho físico. Mas observar os tenistas é tão importante quanto. Só assim eu vou entender os trejeitos, as manias e as emoções deles quando estão na quadra", destaca. Apesar de nunca ter praticado o esporte antes de começar a fazer a preparação para o personagem, Rafael acredita que está se saindo bem e admite que se apaixonou pelo tênis. "Estou viciado. Tenho certeza que vou continuar jogando depois da novela", revela.

Depois de estrear em "Páginas da Vida" como o pianista Luciano, Rafael fez "Malhação" e interpretou Raul Seixas em "Por Toda Minha Vida". Depois disso, o ator viajou pelo Brasil com a peça "Garotos" e começou a produzir videoclipes com alguns amigos. A experiência deu tão certo que ele abriu sua própria produtora de cinema, a Virtus Filmes. Enquanto se mantinha longe da tevê, ele conta que passou por um momento mais recluso e voltou-se totalmente para o estudo do cinema. "Eu me dediquei ao crescimento artístico e busquei referências em filmes nacionais e internacionais. Estava mais preocupado em aprender e evoluir", filosofa. Nessa época, Rafael deixou de lado a vaidade e ficou barbudo e com um ar mais desleixado. Mas acabou percebendo que estava descuidando muito da aparência e da saúde e resolveu mudar seu estilo de vida. Foi nesse momento que a oportunidade na novela de Lícia Manzo apareceu. Depois de vários testes, ele garantiu seu lugar no elenco e mudou de vez sua rotina. "De uma vida mais dentro do meu quarto, estudando, agora passo o dia inteiro na quadra e na academia", compara.

Apesar de admitir estar bem mais preocupado com a aparência física, ele afirma que não está apostando no "sex appeal" do personagem. "Eu quero fazer um tenista da forma mais convincente possível. Se ele vai fazer sucesso eu não sei. Não tenho o objetivo de ser galã", argumenta o ator, que também é modesto quando o assunto é sua atuação. "Hoje não sei me rotular se sou um bom ator. O que eu sei dizer é que eu me considero muito mais entregue à arte e muito mais confiante", avalia. Enquanto estiver gravando "A Vida da Gente", Rafael quer continuar se dedicando às suas duas paixões: a música e o cinema. Por isso, não quer parar de cuidar dos videoclipes de sua produtora. "Com certeza vou ter de selecionar mais os projetos nos quais eu vou entrar. O meu foco agora é a novela", conclui.

Globo preferiu não gravar tiro na cabeça na cena da morte de Leo, em ‘Insensato Coração’

Apesar de prevista no roteiro – esta era uma das 13 cenas secretas que os autores escreveram para o último capítulo de “Insensato Coração” -, a morte de Leo (Gabriel Braga Nunes) sofreu uma alteração horas antes de ser gravada, na última segunda-feira (15). A Globo considerou pesado demais exibir uma sequência em que o vilão levaria um tiro na cabeça para depois ser jogado do alto de um prédio na cadeia. Preferiu optar por uma versão mais simples, mas não menos forte. O bandido será segurado de cabeça para baixo por dois presos e sob olhar atento de companheiros que lotam o pátio para o banho de sol. Ao perceber o que acontece, a turba enfurecida começa a gritar “joga, joga!”. E assim Leo será lançado para a morte. Um final tão forte quanto o anterior para o vilão.
Outros finais de personagens já estão definidos na novela das nove. Natalia Lamour (Deborah Secco), por exemplo, vai virar deputada federal e contratará Roni (Leonardo Miggiorin) como assessor parlamentar. Já Paula (Tainá Muller) será condenada a serviços comunitários depois de agredir Kleber (Cássio Gabus Mendes) e terá de servir quentinhas. Entre os casais com final feliz estão Carol (Camila Pitanga) e Raul (Antonio Fagundes), Rafa (Jônatas Faro) e Cecília (Giovanna Lancelotti) e André (Lázaro Ramos) e Leila (Bruna Linzmeyer) – este último terá um relacionamento aberto.

Wanda mata norma e apodrece na cadeia em “Insensato Coração”

Já vamos adiantar que nada ainda é confirmado. Mas rola boatos nos bastidores da Globo que a cena em que mostra Wanda (Natália do Vale) matando Norma (Glória Pires) já foi escrita e entregue nas mãos do diretor Dennis Carvalho.
De acordo com informações, Wanda levará seu amor cego pelo filho psicopata às últimas consequências. A mãe do homem que Norma sempre alimentou uma paixão doentia não pensa duas vezes e atira três vezes na milionária. A ex do Raul (Antonio Fagundes) acredita que dessa forma, livrará seu flho Léo (Gabriel Braga Nunes) da cadeia.
No último capítulo, ao que tudo índica, Wanda vai pagar pelo crime e mofará na cadeia.