sábado, 9 de abril de 2011

VALE A PENA LER DENOVO


Vamp foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário às 19h pela Rede Globo entre 15 de julho de 1991 e 8 de fevereiro de 1992. A novela foi exibida em 179 capítulos. Foi escrita por Antônio Calmon com colaboração de Tiago Santiago, Vinícius Vianna e Lílian Garcia. Direção de Jorge Fernando, Fábio Sabag e Carlos Manga Jr.

Foi reapresentada entre 04/01 e 02/07/1993 na faixa vespertina Sessão Aventura. Reprisada também a partir de 11/04/2011, às 15h30, no canal Viva (canal de TV por assinatura pertencente à Rede Globo).

Sinopse
Em Armação dos Anjos, litoral carioca, o capitão reformado Jonas Rocha, viúvo com seis filhos, casa-se com a historiadora Carmem Maura, também viúva e com seis filhos. Eles terão problemas inéditos - além daqueles comuns a uma família numerosa - ao entrar em contacto com os vampiros que assolam a cidade com a chegada da famosa cantora Natasha para a gravação de um videoclipe.

Natasha, uma cantora de rock, vendeu sua alma ao terrível Conde Vladimir Polanski - o Vlad -, chefe dos vampiros, para brilhar na carreira. Mas ele descobre que em encarnações passadas ela era Eugênia, o seu amor, que preferiu ficar com Rocha, a outra vida do Capitão Jonas. O conde passa então a perseguir Natasha e a família do capitão, inclusive usando de seus poderes para envolver Carmem Maura.

Natasha, por sua vez, quer destruir Vlad para se livrar de sua maldição. A única arma de que dispõe para isso é a Cruz de São Sebastião, que está escondida em algum lugar em Armação dos Anjos. A cruz deve ser manejada por um homem chamado "Rocha". O herói é portanto o Capitão Jonas.

Também está em Armação o bandido Jurandir, fugindo de Cachorrão, um líder de marginais que Jurandir assaltou por engano. Na cidade, ele se esconde nas vestes do Padre Estevão, fica amigo da garotada e recebe o apelido de Padre Garotão. A batina, no entanto, não é tropeço para seu louco namoro com a bela jovem Marina, a protegida de Cachorrão.

Destaque ainda para as trapalhadas da família de vampiros liderada por Matoso, casado com Mary e pai de Motosão e Matosinho. E a dupla de caçadores de vampiros Alice Penn Taylor e seu fiel escudeiro Augusto Sérgio. 

Natasha e Vlad    Gerald e Scarleth

Matoso, Mary, Vlad, Gerald e Matosão


Elenco:
NEY LATORRACA - Vlad (Conde Vladimir Polanski)
CLÁUDIA OHANA - Natasha / Eugênia
REGINALDO FARIA - Capitão Jonas Rocha
JOANA FOMM - Carmem Maura
FÁBIO ASSUNÇÃO - Lipe
NUNO LEAL MAIA - Jurandir
PATRÍCIA TRAVASSOS - Mary Matoso
OTÁVIO AUGUSTO - Matoso
GUILHERME LEME - Gerald
VERA HOLTZ - Alice Penn Taylor
MARCOS FROTA - Augusto Sérgio
PAULO GRACINDO - Cachorrão
EVANDRO MESQUITA - Simão
BETH COELHO - Jezebel
MARCOS BREDA - Rafa / Diogo
DANIELA CAMARGO - Lena
BEL KUTNER - Scarleth
CAROL MACHADO - Dorothy
RODRIGO PENNA - León
HENRIQUE FARIAS - Nando
PEDRO VASCONCELLOS - João
JULIANA MARTINS - Esmeralda
FREDERICO MAYRINCK - Pedro
AMORA MAUTNER - Paula
JONAS TORRES - Daniel
LUCIANA VENDRAMINNI - Jade
JOÃO REBELLO - Sig
FERNANDA RODRIGUES - Isa
JOSÉ PAULO JR. - Tico
IGOR LAGE - Pingo
ANDRÉ GONÇALVES - Matosinho
FLÁVIO SILVINO - Matosão
ALEPH DEL MORAL - Rubinho
CLEYDE YÁCONIS - Virgínia
BIA SEIDL - Soninha
VERA ZIMERMANN - Marina
PAULO JOSÉ - Ivan
ZEZÉ POLESSA - Silvia
FRANCISCO MILANI - Max
TONY TORNADO - Pai Gil
AÍDA LEINNER - Branca
OSWALDO LOUZADA - Padre Eusébio
MARCOS ALVISI - Padre Estevão
INÊS GALVÃO - Joana
MARCELO PICCHI - Moreira
NORMA GERALDY - Hemengharda
HILDA REBELLO - Hermínia
JORGE CHERQUES - Frei Bartolomeu
EDUARDO MACHADO - Frei Ambrósio
REJANE SCHUMANN - Maria Carmem
WALDEMAR BERDITCHEWSKY
ERNANI MORAES - Barros
LUÍS SALÉM - jornalista que narra os estranhos fatos que ocorrem em Armação dos Anjos
JORGE FERNANDO - Vicentinho Fernando
FELIPE PINHEIRO - Giron
GIULIA GAM - Lúcia T
RITA LEE - Lita Ree
CLÁUDIA RAIA - Celeste
MARIA ZILDA BETHLEM- Telma
CRISTINA PEREIRA - Luiza
GIANFRANCESCO GUARNIERI - delegado que prende Jurandir


Gerald e Natasha    Carmem Maura e Jonas

Isa, Branca e Sig    Scarleth e Lena

Curiosidades:
Vampiros, rock, suspense, comédia e um elenco de muitos atores jovens foram os ingredientes de Antônio Calmon para emplacar esse sucesso. Uma inesperada surpresa, com roteiro incomum e muitas novidades a cada capítulo. Valorizada a direção de Jorge Fernando, empolgante ao dirigir cenas de ação e os embates com as legiões de vampiros.

O enredo aos poucos foi se transformando numa chanchada de terror. A comédia chegou ao clímax quando Ney Latorraca dançou uma coreografia mórbida ao som da música Thriller, imitando Michael Jackson.

Toda essa anarquia não ofuscou o lado romântico da novela com o casamento de Jonas e Carmem Maura (Reginaldo Faria e Joana Fomm).

A novela possuiu títulos provisórios: Os vampiros vão atacar, Sangue Preto, Azul Veneno e Crepúsculo, e na época, foi lançado um álbum de figurinhas, com os personagens da novela, que virou um grande sucesso. Bem como uma trilha sonora complementar, Rádio Corsário, com as músicas que tocavam na rádio da novela.

No elenco afiado, muitos foram os destaques: o hilário casal de vampiros Matoso e Mary (Otávio Augusto e Patrícia Travassos), a dupla de caçadores de vampiros Alice Penn Taylor e Augusto Sérgio (Vera Holtz e Marcos Frota), e o chefe dos vampiros Vlad, grande momento de Ney Latorraca. Tudo isso apesar dos "defeitos" especiais, ainda muito precários - os atores mal conseguiam falar com as dentaduras postiças, por exemplo.

Ney Latorraca comentou sobre Vamp em seu livro Muito Além do Script:
"Eles queriam resgatar a figura de um galã que eu nunca fui. Na primeira cena que gravei em São Paulo, com Jorginho (Fernando), dou uma mordida em (Cláudia) Ohana. Eu tinha de olhar para a câmera e dizer 'Gostoso', mas na hora troquei para 'Gotoso! Gotoso memo!', lembrando minha infância. Fiz isso para o personagem estourar. (...) A ideia era fazer um vampiro simpático. Virou coqueluche."

Destaque também para o elenco infanto-juvenil. Foi a primeira novela de Fernanda Rodrigues e André Gonçalves, crianças na época.

A atriz Débora Bloch e a cantora Paula Toller (do Kid Abelha) foram as primeiras sondadas para viver Natasha, papel que acabou ficando com Cláudia Ohana.

A novela contou com a participação de Giulia Gam em seu início, vivendo uma amiga roqueira de Natasha. Ainda na fase final, Maria Zilda e Cristina Pereira também marcaram presença ao interpretarem ex-mulheres de Matoso.

Além do Brasil, a novela teve Lisboa e Veneza como cenários. Ao som do grupo Enigma - famoso na época por misturar músicas sacras e profanas - Cláudia Ohana dançou numa praça em Veneza, em meio aos pombos. Sem saber que as músicas do Enigma eram proibidas em toda a Itália, a produção da novela foi abordada por policiais que interromperam a gravação. Levada ao ar, a cena é uma das mais marcantes de Vamp.

Duas novidades marcaram a linguagem desenvolvida em Vamp: a gravação de diversas cenas no formato de videoclipe - sem palavras, muita ação, sucessão rápida de planos - e a transformação do último take de cada capítulo num quadro de história em quadrinhos, idéia do diretor Jorge Fernando.

A maquiagem usou próteses dentárias, lentes de contato de diversas cores e recursos variados para a caracterização dos vampiros.

A novela também tratou da proteção das tartarugas marinhas. O merchandising ecológico surgiu de uma parceria da Rede Globo com a Fundação Boticário de Proteção à Natureza. Na trama, a ecologista Soninha (Bia Seidl) ensinava o Capitão Rocha como salvar as tartarugas que ficavam presas nas redes de pesca.

Em 2002 Antônio Calmon apresentou nova trama com vampiros - O Beijo do Vampiro - mas sem a mesma repercussão que Vamp. Ney Latorraca também retornava numa participação especial - não como Vlad, mas como outro vampiro: Nosferatu.

Teve média geral de 50 pontos.Foi reprisada onze meses após seu término, entre 4 de janeiro e 2 de julho de 1993, na Sessão Aventura, as 17h00, em 130 capítulos, tendo sido a última novela apresentada na faixa, com grande sucesso, e, média geral de 40 pontos no Ibope.



álbum de figurinhas lançado no rastro do sucesso da novela

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vale Tudo: Raquel enfrenta Odete


Mais um round da guerra entre Raquel Acioli (Regina Duarte) e Odete Roitman (Beatriz Segall) se dará no capítulo desta noite em Vale Tudo. 

Com a confirmação do envolvimento de Walter (João Bourbonnais) e a presidente da TCA, Raquel parte para a ofensiva. O gigolô está desesperado, não sabe o que fazer e Odete começa a ceder e a se mostrar humilde diante da dona da Paladar. 

Odete chega a oferecer dinheiro a Raquel para que seja livrada do flagrante, mas a mãe de Fátima (Glória Pires) tem muito caráter e jamais aceitaria qualquer quantia em troca de justiça.

Raquel e Bartolomeu (Cláudio Correa e Castro) exigem que Odete chame a polícia imediatamente. Tudo está perdido, a vilã sabe que foi vencida e parece que é seu fim.

Será que Raquel vai conseguir desmascarar Odete diante de toda a sociedade? Não perca, nesta sexta-feira, cenas clássicas de Vale Tudo.



Confira um trecho da cena:





Paulo José é aplaudido depois de gravar suas primeiras cenas em "Morde & Assopra"

Paulo José grava sua primeira cena em Morde & Assopra (8/4/11) 


Na tarde desta sexta-feira (8), Paulo José foi ao Projac, no zona oeste do Rio, gravar cenas de Plínio, seu personagem em "Morde & Assopra". Na trama, ele é irmão do prefeito Isaías (Ary Fontoura), que, sem ter para onde ir, aceita morar de favor na casa do parente, em Preciosa. Depois da gravação, Paulo José foi aplaudido pelos colegas de elenco.

Quem não fica feliz com a história é Minerva (Elizabeth Savalla). Nos bastidores, Savalla disse que a presença do ator no set é uma honra: "Nunca trabalhei com o Paulo. Ele é um ídolo para mim, um representante de uma geração".

Nos últimos anos, Paulo se dedicou mais ao teatro e ao cinema e agora vai poder matar a saudade do trabalho na televisão. "Já estava com saudades de atuar em uma novela. Estava sentindo falta desse cotidiano", contou ele aos amigos, após a gravação.

SESSÃO GRANDES ATORES: Gianfrancesco Guarnieri - parte 1


Gianfrancesco Sigfrido Benedetto Martinenghi de Guarnieri (Milão, 6 de agosto de 1934 — São Paulo, 22 de julho de 2006) foi um importante ator, diretor, dramaturgo e poeta ítalo-brasileiro, foi um artista de destaque no Teatro de Arena de São Paulo e sua mais importante obra foi Eles Não Usam Black-Tie.

Por conta do fascismo que tomava conta da Itália, seus pais, o maestro Edoardo Guarnieri e a harpista Elsa Martinenghi, decidiram vir para o Brasil em 1936 e se estabeleceram no Rio de Janeiro.

No dia 2 de junho de 2006 gravava no Teatro Oficina a telenovela Belíssima, da Rede Globo, em que interpretava o personagem Pepe, e sentiu-se mal, tendo sido internado no Hospital Sírio-Libanês, onde veio a falecer de insuficiência renal crônica, cinquenta dias depois, no dia 22 de julho. Foi enterrado no cemitério Jardim da Serra em cerimônia particular na cidade de Mairiporã onde morava.

Biografia
No início dos anos 1950 a família se mudou para São Paulo. Líder estudantil desde a adolescência, Guarnieri começou a fazer teatro amador com Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha) e um grupo de estudantes de São Paulo, e em 1955 criaram o Teatro Paulista do Estudante, com orientação de Ruggero Jacobbi. No ano seguinte, o TPE uniu-se ao Teatro de Arena, fundado e dirigido por José Renato.

Teatro
Sua peça de estreia, como dramaturgo, foi Eles Não Usam Black-Tie, encenada em 1958 pelo Teatro de Arena. A direção foi de José Renato e o elenco contou com grandes talentos que começavam a despontar no teatro brasileiro, como o próprio Guarnieri (no papel de Tião), com a estreia profissional de Lelia Abramo (Romana), Miriam Mehler (Maria), Flavio Migliaccio (Chiquinho), Eugênio Kusnet, (Otávio), Francisco de Assis (Jesuíno), Henrique César (João), Celeste Lima (Teresinha), Riva Nimtz (Dalva) e Milton Gonçalves (Bráulio).

Programada para encerrar o trabalho do grupo, que vivia uma crise financeira, alcançou sucesso imenso, sendo um dos marcos da renovação do teatro brasileiro da época. A peça, o autor e o elenco foram premiados pelo então governador de São Paulo, Jânio Quadros, e o Arena foi salvo da crise financeira que há tempos assolava o grupo. Paralelamente, o diretor Roberto Santos dava o pontapé inicial no Cinema Novo com o filme O Grande Momento, protagonizado por Guarnieri e Miriam Pérsia, um clássico do nosso cinema.

Atento a isso, o diretor Sandro Polloni encomendou uma peça a Guarnieri para ser encenada pela companhia de Maria Della Costa, esposa de Sandro e de cuja companhia teatral ele era o diretor. Guarnieri saiu do Arena por um tempo para poder realizar esse trabalho com Maria Della Costa e em 1959 veio à luz Gimba, Presidente dos Valentes. Era o primeiro trabalho de Guarnieri em palco italiano e a direção ficou a cargo de Flávio Rangel. Levava à cena de maneira pioneira a realidade dos morros cariocas, em forma de musical, inspirando-se em parte na sua própria experiência de vida. A encenação foi espetacular e a peça passou os meses seguintes excursionando pela Europa, sendo apresentada no Festival das Nações, na França.

A Semente estreou em 1961 no TBC e também contou com a direção de Flávio Rangel. A peça, de cunho abertamente político e inteiramente fora dos padrões do TBC, abordava de forma contundente a militância comunista, criticando tanto os métodos da direita quanto da esquerda. Embora contasse com atores consagrados (como Leonardo Villar, Cleyde Yáconis, Stênio Garcia e Natália Timberg, além do próprio Guarnieri, entre outros), fosse uma montagem grandiosa e contasse com o aval da crítica, a peça teve problemas homéricos com a censura, o que acabou esfriando o interesse dos frequentadores do então chamado "Templo Burguês do Teatro Paulista" e a peça saiu rapidamente de cartaz. Nesse mesmo ano, ainda no TBC, Guarnieri participou de duas montagens de Flávio Rangel: Almas Mortas, de Gogol e a primeira montagem de A Escada, de Jorge Andrade.

Em 1962 ele volta para o Arena, não só como ator e autor, mas como sócio proprietário. José Renato se alternava entre vários trabalhos no Rio e em São Paulo, e o Teatro de Arena acabou se tornando uma sociedade entre Guarnieri, Augusto Boal, Paulo José, Juca de Oliveira e o cenógrafo Flávio Império. Juntos, eles participaram de várias peças nessa nova fase, como A Mandrágora, de Maquiavel (1962) e O Melhor Juiz, o Rei, de Lope de La Vega (1963).

O Filho do Cão, de 1964, primeiro texto de Guarnieri desde A Semente, tratava da questão do misticismo religioso e da reforma agrária já em um turbulento contexto político (ano do Golpe Militar). A partir desse momento, sua carreira, como a de todos os intelectuais ideologicamente filiados à esquerda, passou por momentos difíceis. Opta então por utilizar uma linguagem metafórica e alegórica que tomaria corpo em montagens como os musicais Arena conta Zumbi, tendo como destaque a música Upa Neguinho com parceria de Edu Lobo e Arena conta Tiradentes, feitos em parceria com Augusto Boal. Na década seguinte daria prosseguimento a esse estilo em peças como Castro Alves Pede Passagem 1971 e principalmente Um Grito Parado no Ar (1973) (que encenava as dificuldades da classe artística naquele período) e Ponto de Partida (1976) (onde utilizava uma vila da Idade Média como pano de fundo para focalizar a repressão a partir da morte do jornalista Vladimir Herzog), pontos capitais do teatro brasileiro nos anos 70.

Na década de 80, sua carreira como autor de teatro se tornaria cada vez mais esparsa, lançando poucos textos. Em 1988 escreveu Pegando Fogo Lá Fora; em 1995 viria A Canastra de Macário, que é o momento em que sua saúde lhe dá o primeiro susto, com um aneurisma na aorta. Em 1998 escreve com o filho Cláudio a peça Anjo na Contramão e sua última peça foi A Luta Secreta de Maria da Encarnação, realizada em 2001.

Subiu num palco pela última vez no dia 15 de agosto de 2005 (no mesmo Teatro Maria Della Costa onde 46 anos antes apresentara a peça "Gimba"). Fez o papel de Marcelo Belluomo na gravação da peça "Você tem medo do ridículo, Clark Gable?", de Analy Alvarez, com direção de Roberto Lage, para o programa Senta que lá vem comédia da TV Cultura. O programa contou com a participação das atrizes Arlete Montenegro, Sônia Guedes,André Latorre, Neuza Velasco e o ator Luiz Serra, e foi ao ar no dia 24 de setembro do mesmo ano.

Escreveu, em 1960, o libreto da ópera Um Homem Só, de Camargo Guarnieri.

Foi parceiro musical de compositores como Adoniran Barbosa, Carlos Lyra, Edu Lobo, Toquinho e Sérgio Ricardo.

Televisão
A partir do final dos anos 50, passou a conciliar sua bem-sucedida atividade no Teatro com uma presença cada vez maior na televisão e no cinema. Virou, assim, um dos nossos melhores e mais populares atores. Em TV, atuou em novelas como A Muralha (1968) e Mulheres de Areia (1973-74), ambas de Ivani Ribeiro, Éramos Seis (1977), Jogo da Vida (1981-82), Cambalacho (1986), Rainha da Sucata 1990 e A Próxima Vítima (1995), todas de Sílvio de Abreu, Sol de Verão (1982-83), de Manoel Carlos, Vereda Tropical (1984-85), de Carlos Lombardi, Mandala (1987-88), de Dias Gomes e Que Rei Sou Eu? 1989, de Cassiano Gabus Mendes, além de minisséries como Anos Rebeldes 1992, de Gilberto Braga e Incidente em Antares 1994, de Nelson Nadotti e Charles Peixoto, baseada no livro homônimo de Érico Veríssimo. O público mais jovem provavelmente o reconhece pelo papel do carinhoso e divertido avô Orlando Silva da série juvenil Mundo da Lua (1991-92), escrita por Flávio de Souza.

Cinema
No cinema, além de protagonizar O Grande Momento, também participou de filmes como O jogo da vida 1976, de Maurice Capovilla, Gaijin – os caminhos da liberdade 1980, de Tizuka Yamasaki, Eles Não Usam Black-Tie 1981, de Leon Hirszman (versão para sua peça em que dessa vez interpretou o pai sindicalista), filme que ganhou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza, A próxima vítima 1983, de João Batista de Andrade, Beijo 2348/72 1990, de Walter Rogério e O quatrilho 1995, de Fábio Barreto. Seu último filme foi Contos de Lygia, de 98, em que contracenou com Natália Thimberg sob direção de Del Rangel.
 
 

SESSÃO CHAMADAS: Cordel Encantado

'Insensato Coração' marca apenas 34 pontos de audiência



A telenovela das 21h exibida nessa quinta (07/04) pela Rede Globo não conseguiu boa audiência.

Devido ao baixo share, Insensato Coração fechou a noite com apenas 34 pontos de média no IBOPE. Vale lembrar que a meta da emissora no horário é 40 pontos, números estes que nenhuma das últimas 3 novelas do mesmo horário consegue marcar.

Cada ponto no IBOPE equivale a 58 mil televisores na grande São Paulo e servem de referencia para o mercado publicitário.

''A Grande Família'' estreia com baixos índices nesta quinta-feira (07)


Nesta noite de quinta-feira (07), o seriado ''A Grande Família'' teve sua estreia. Em audiência, a atração registrou baixos índices, mas manteve a liderança intacta.

Em seu horário de exibição, foram 23,5 pontos para a TV Globo, contra 12,9 da TV Record, que exibia a novela ''Ribeirão do Tempo'', já em reta final. A Bandeirantes registrou a terceira colocação com 6,0 pontos.

A emissora de Silvio Santos ocupou a 4 ª colocação, com média de 5,0 pontos.

Os índices são prévios e podem sofrer alterações para mais ou para menos no consolidado. Cada ponto equivale a cerca de 60 mil domicílios ou 178 mil telespectadores na grande São Paulo.

Substituta de "Cordel Encantado" já tem primeiro nome escalado

 
"Cordel Encantado" só estreia na segunda (11), mas a Globo já trabalha em sua substituta. Escrita por Lícia Manzo, que entre outros trabalhos tem as séries "A Diarista" e "Tudo Novo de Novo" no currículo, o folhetim ainda segue sem título definido, mas já se sabe que a direção ficará a cargo de Jayme Monjardim.

A Globo estuda a escolha de um consagrado autor para supervisionar a obra, mas já tem escolhida uma das colaboradoras de Lícia, será Marta Góes, escritora, dramaturga e jornalista, que entre seus trabalhos para a TV estão as séries “Malu Mulher” e “Retratos de Mulher”.

Uma novidade para o elenco, Fernanda Vasconcellos, que recentemente esteve em "Tempos Modernos", foi reservada para a trama que tem estreia prevista para o final de outubro ou início de novembro.

VAMP: Carmem Maura e Cap. Jonas se conhecem


Este amor é daqueles avassaladores e à primeira vista. A historiadora Carmem Maura (Joana Fomm) chegou à Baía dos Anjos para pesquisar antigos documentos na Paróquia da cidade. Mas o destino quer algo mais dela.

Logo que sai de seu ônibus, a viúva esbarra no Cap. Jonas (Reginaldo Faria) que estava passando por ali. Basta uma troca de olhares para que o recado seja dado: estão apaixonados.

Depois disso, o destino parece realmente armar para esses dois e Carmem Maura vai tentar se hospedar na Pousada do capitão, mesmo sob os protestos da cunhada Mary (Patrícia Travassos) que já entendeu tudo e está morrendo de ciúmes.

É amor! É vamp! Não perca as cenas que vão ar no primeiro capítulo.

"Amor & Revolução" decepciona e perde para a Band em seu 3º capítulo

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A novela "Amor & Revolução", antes cotada para atingir facilmente a vice liderança, vai de mal a pior no SBT.
A exibição do terceiro capitulo da novela deixou os diretores da emissora paulista aflitos, já que na média o SBT empatou com a Band no terceiro lugar e ficando, por muitas vezes, na quarta posição.

Segundo dados consolidados do Ibope, "Amor & Revolução" fechou com média de 6 pontos e empatou com a Band que exibia o "Poliícia 24H".

No mesmo horário da novela de Tiago Santiago, a Record obteve 13 e a Globo liderou com 23.5 pontos.

"Vamp" estreia no Canal Viva na próxima segunda-feira

Após 20 anos da exibição original, “Vamp” retorna à TV no canal Viva a partir do dia 11, às 15h30. A novela, que substitui “Quatro por Quatro”, inovou no figurino, na trilha sonora e nos efeitos especiais dos episódios, virando um marco na televisão brasileira. Com grande elenco, “Vamp” vai garantir muitas risadas e cenas memoráveis aos assinantes. 

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No primeiro capítulo, missionários estão na Baía dos Anjos, em 1791, para exorcizar os vampiros, mas não conseguem exterminar seu líder. Quase 200 anos depois, em São Paulo, Vlad (Ney Latorraca) ouve a cantora de rock Natasha (Cláudia Ohana) dizer que daria a alma pela fama. Surpreso, ele a ataca e a leva para Veneza, onde ela conhece Gerald (Guilherme Leme), um empresário. Enquanto isso, na Baía dos Anjos de 1991, Jonas (Reginaldo Faria) e Carmem (Joana Fomm) se apaixonam, mas mentem sobre suas famílias (ambos são viúvos e pais de seis filhos). 

SESSÃO CHAMADAS: Cordel Encantado

Band estreia "Anjos do Sexo" dia 5 de julho


A Band estreia dia 5 de julho "Anjos do Sexo" , um sitcom com 9 episódios, que lida com os conflitos e amores dos casais, como traição, atração fatal, falta de apetite sexual e inúmeras outras situações com muito humor.

É escrito por Domingos de Oliveira. E conta com os atores Orã Figueiredo, Carolyna Aguiar, Priscilla Rozenbaum, Dedina Bernadelli, Zé Britto, Karina Dohme, Thogun e Isio Ghelman e participação de convidados especiais.



Os atores farão papéis deamantes, anjos, consultores sentimentais, podem estar visíveis ou invisíveis e aparecerem em qualquer lugar.

A cada episódio, os “anjos” darão diversos conselhos sobre a crise amorosa abordada no dia, mas nem sempre serão seguidas pelos personagens. O que criará  suspense a cada final.

SBT vai reprisar primeiros capítulos de "Amor & Revolução" neste sábado



O SBT enviou um realese para a imprensa avisando sobre o recebimento de muitos pedidos de telespectadores para que fosse reprisado os primeiros capítulos da novela "Amor & Revolução".

Também né, com a constante mudança de horário já na primeiro semana os telespectadores ficaram sem saber o real horário da telenovela.

A reapresentação acontece neste sábado, logo após o "Aventura Selvagem". Podemos acreditar, também, que caso a audiência dessa reprise seja boa a novela possa permanecer aos sábados - com capítulos inéditos ou somente reprises.

Confira a programação para este sábado (09).
20h30 -  SUPERNANNY
21h30 -  AVENTURA SELVAGEM
  22h30 -  AMOR E REVOLUÇÃO - compacto dos primeiros capítulos
23h45 -  CINE BELAS-ARTES
               "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford"
02h45 -  DOIS HOMENS E MEIO

Insensato Coração: Natalie se casa com Cortez e vira amante de Wagner

Natalie arma e, com a ajuda de Wagner, consegue se casar com Cortez
Natalie arma e, com a ajuda de Wagner, consegue se casar com Cortez

O corpo de Clarice (Ana Beatriz Nogueira) nem bem esfria e Cortez (Herson Capri) já parte para outra. Quer dizer… Na verdade, continua quase na mesma, já que pede a amante, Natalie (Deborah Secco), em casamento. E, apesar de ser até esbofeteada pelo empresário antes do pedido, a perua aceita, achando que entrará numa bolada.

Não é bem assim. Cortez prepara um pacto antenupcial, determinando um pequeno valor como pensão, caso eles venham a se separar. Natalie se revolta e resolve pedir ajuda ao advogado do empresário. A proposta é clara: a moça promete agradá-lo de qualquer jeito, caso ele consiga fazer com que Cortez aumente a quantia de sua mesada.

Wagner (Eduardo Galvão) dobra o cliente e em troca… É isso mesmo. Vira amante de Natalie, que se casa com o ricaço e se muda para a mansão de sua família.

A partir daí, a casa vira um inferno. Paula (Tainá Müller) e Rafa (Jonatas Faro) ficam inconformados em dividir o mesmo teto com a biscate. A garota, falsa como o pai, ainda finge não se importar com a presença da madrasta, mas Rafa abre guerra mesmo. Ele deixa claro que não aceita o fato de Cortez ter levado para a casa que foi de sua mãe um tipo tão controverso como Natalie.

As discussões passam a ser constantes e o carinho que reinava entre pai e filho vai por água abaixo. Espevitada como só, a “modelo” também não facilita, posando de poderosa rainha. O clima fica tão ruim, que Rafa vira um garoto rebelde, assustando até mesmo a cínica Paula.

Apesar da baixa audiência, Aguinaldo Silva manda recados para a concorrência



Esse é Aguinaldo Silva, sempre soltando seu veneno através do Twitter, e dessa vez não foi diferente.

Apesar da baixa audiência da estréia do seriado "Lara com Z", o autor cutucou a concorrência e se gabou pela alta qualidade da atração.

"Lara com Z pegou a faixa de audiência que me interessava: a que acredita que ainda há vida inteligente na televisão. O resto é "Idolos"." Alfinetou pelo Twitter.



E sobre a qualidade, direção e elenco, Aguinaldo não faltou com os elogios:
"Agora me diz, ô Zé Ruela: há quanto tempo tu não via um programa tão bem escrito, produzido, dirigido e interpretado? Aquilo foi um luxo!"

"Vou contar uma coisa pra vocês: escrever "Lara com Z" e depois vê-la tão luxuosamente no ar foi uma das grandes alegrias da minha vida!"

Apesar dos 14 pontos de média, contra 11 da Record, Aguinaldo comentou sobre o número de telespectadores ligados na atração:
"Sabem quanto foi o share de "Lara com Z"? 49! Isso quer dizer que de cada 100 tevês ligadas, 49 estavam sintonizadas em "Lara com Z"!"

Porém, a audiência divulgada pelo Ibope, aponta a estreia de "Lara com Z" com apenas 29% de share, e não 49 como Aguinaldo informou.

Val precisa organizar um rodízio do carro da empresa em Batendo Ponto

batendo ponto (Foto: Rede Globo)

No segundo episódio de Batendo Ponto, previsto para ir ao ar dia no dia 10, logo após o Fantástico, na Rede Globo, os funcionários da empresa Colapax vão aprender, ou não, o que é a noção de propriedade.

Tudo começa quando o automóvel da empresa que Nestor (Stênio Garcia) está dirigindo, quebra e ele acaba sendo assaltado.  

batendo ponto (Foto: Rede Globo)

A partir daí, os funcionários se unem para pressionar Guilherme (Pedro Paulo Rangel) a pedir uma nova frota de carros à matriz. Como, entretanto, só um veículo é liberado, ele decide fazer um rodízio na tentativa de evitar brigas na equipe. E para o controle desta “simples” tarefa, é claro, ele nomeia Val (Ingrid Guimarães), sua secretária.

Convicto de que alguns funcionários cometem certos exageros com o veículo da Colapax, e têm dificuldade para compreender a diferença entre um patrimônio da empresa e um bem pessoal, Guilherme recruta também os serviços de Amanda (Daniele Valente). Para tentar conscientizá-los sobre a noção de propriedade, a assistente de RH, então, prepara uma palestra que os leva a uma viagem pela história da civilização.

SESSÃO CHAMADAS: Cordel Encantado

Insensato Coração: Ildi Silva entra na trama como nova conquista de André

ildi silva (Foto: divulgação)

André (Lázaro Ramos) até pode ficar fofo com a gravidez de Carol (Camila Pitanga), mas a paternidade não faz com que ele perca o seu jeito mulherengo, como prova a sua atitude no capítulo de Insensato Coração que a Rede Globo exibe nesta sexta, 8, às 21h10, logo após o Jornal Nacional.

Daniela (Ildi Silva) chega na trama para entrar no rol de conquistas do mulherengo designer. A bela morena não consegue fazer com que o moço quebre a sua regra: ela passa somente uma noite com ele.

Com a nova conquista, André mais uma vez prova para Beto (Petrônio Gontijo) que pode ter a mulher que quiser.

Macho Man: Marcelo Saback está no episódio de estreia da série na sexta, 8

macho man (Foto: divulgação)

Marcelo Saback faz uma participação especial na estreia de Macho Man, que a Rede Globo exibe nesta sexta-feira, dia 8, às 23h25, logo após Globo Repórter.

No episódio, Marcelo, responsável pela redação final da série Divã, será a drag queen que protagoniza o acidente que faz com que o cabeleireiro Zuzu (Jorge Fernando) deixe de ser gay.

VAMP: A Cruz de São Sebastião se perdeu no mar!


Foi na Baía dos Anjos em 1781 que Vlad (Ney Latorraca) e seu exército foi perseguido por Frei Bartolomeu (Jorge Cherque) e seus fiéis. 

A região estava tomada pelo demônio e eles saem à caça com o objetivo de destruir todos e livrar a pequena região das mãos do vampiro-mor de uma vez por todas.

Chegam a localizar um dos vampiros de Vlad e quando aparece um cachorro no alto da colina já sabem o que devem fazer. Somente um instrumento é capaz de destruí-lo: a Cruz de São Sebastião. 


Cunhada por frades portugueses para combater o demônio, a Cruz foi levada à Baía dos Anjos pelo próprio Frei Bartolomeu e Frei Ambrósio.

Mas Vlad é poderoso demais para se deixar abater e consegue driblar seus perseguidores, abrindo uma enorme fenda no chão que mata a todos e o joga no fogo do inferno. A cruz que pode destruir o vampiro cai das mãos de Frei Bartolomeu e permanece no fundo do mar por séculos.

Assista estas cenas no primeiro capítulo de VAMP!

Cordel Encantado: Veja a primeira foto das cenas de guerra da estreia, dia 11

Confira a primeira foto das cenas de guerra que agitam Cordel Encantado logo no primeiro capítulo da próxima novela das seis da Rede Globo, dia 11. A batalha ocorre entre os dois reinos europeus fictícios da trama: Seráfia do Norte e Seráfia do Sul.


cordel batalha (Foto: divulgação)

A gente já pode adiantar que nessa guerra é a Seráfia do Norte, cujas tropas são lideradas pelo monarca Augusto (Carmo Dalla Vecchia), que leva a melhor.

A sequência, que contou com mais de 150 figurantes, foi gravada na zona oeste do Rio de Janeiro e dirigida por Amora Mautner.

Fernando tenta raptar Lavínia momentos antes do casamento dela

Lavínia fica desesperada ao ver o casamento ameaçado


Quando Lavínia (Nívea Stelmann) já está pronta para se casar, acontece algo que ela nem poderia imaginar. Minutos antes da cerimônia, Fernando (Rodrigo Hilbert) fica encantado ao ver o grande amor vestido de branco, e tenta convencê-la a fugir com ele de Preciosa.
saiba mai

“Eu caso com você, Lavínia. Caso diga uma palavra. Diga sim. E nós vamos ficar juntos para sempre. Pensar que você podia ter se casado comigo... Mas vai casar com o meu pai. Basta uma palavra sua pra nós sermos felizes”, propõe.

Assustada, a noiva lembra que eles não podem magoar Oséas (Luis Mello): “Felizes? Traindo a quem nós mais amamos?”, questiona antes de pedir ao mauricinho para levá-la à igreja.
Fernando tenta dissuadir a amada

Nada satisfeito, Fernando concorda, mas avisa que vai dar voltas com o carro, enquanto os convidados chegam à igreja. O que era para ser um dia de felicidade, transforma-se em momentos de angústia para a morena.

O filho do noivo diz que ela não está agindo com o coração e desvia a rota, saindo da cidade. “Você está maluco, Fernando? Primeiro ameaça me raptar. Agora para a limusine no meio do nada. Vamos, me leve pra igreja. Agora!”, pede, desesperada.

Decidida a se casar com Oséas, Lavínia lembra que ele mesmo tinha desistido de atrapalhar a felicidade do pai. “Eu sei que me decidi, mas é mais forte que eu! Você acha que eu não estou aqui, me remoendo de remorsos, por tentar fugir com a mulher que meu pai ama? Mas fui eu que te amei primeiro”, lembra, emocionado. Depois é levado pelo coração, sai do carro e tasca um beijo na amada.

E agora, será que Lavínia vai abandonar tudo e fugir com Fernando? Descubra nos próximos capítulos de Morde & Assopra. Essas cenas vão ao ar a partir do dia 16 de abril. Não perca!

Rei Augusto decide ir ao Brasil

rei augusto 

Zenóbio (Guilherme Fontes), botânico e amigo de Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia), interrompe o jantar da realeza trazendo o mapa de onde estaria o tesouro desaparecido do reino de Seráfia: “O tesouro foi enterrado em pleno sertão brasileiro! Uma enorme quantia em ouro e diamantes!”, comemora o botânico.


Sem pestanejar, Duque Petrus (Felipe Camargo) sugere que seu irmão vá imediatamente ao Brasil atrás do tesouro. Zenóbio acha que o rei deve mandar uma expedição às terras brasileiras, mas Augusto decide ir junto: “Com os reinos de Seráfia em trégua, eu quero ir também!”.


Rainha Cristina (Alinne Moraes) se antecipa e anuncia que irá acompanhar o marido e levará a Princesa Aurora com eles. Essa viagem promete grandes emoções... Não perca! A cena vai ao ar na segunda-feira, 11 de abril.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

SESSÃO ABERTURA: Tapas & Beijos

HBO aposta em série machista filmada no Rio Grande do Sul


Mulher de Fases, a nova série brasileira da HBO, não é nem complicada nem perfeitinha, como diz a música da banda  Raimundos que lhe empresta o título. Mulher de Fases é simplesmente bem-feitinha. E machista.
Com 13 episódios, a série coproduzida pela Casa de Cinema explora a busca de um novo parceiro por uma mulher recém-separada, jovem e bonita. Ela trabalha como corretora de imóveis em Porto Alegre, o que justifica sua mobilidade e circulação por universos distintos.

O problema é que Graça (Elisa Volpatto), essa mulher, não tem personalidade. Ela se adapta ao universo de cada potencial parceiro que encontra, adotando seus comportamentos.

No primeiro episódio, que a HBO leva ao ar em toda a América Latina no próximo dia 11, às 20h30, Graça se apaixona por um fumante e se interessa por guru místico. Passa a fumar e a andar toda "zen".

No segundo episódio, ela se envolve simultaneamente com um personal trainer e um empresário milionário. Da noite para o dia, vira atleta e flerta com vitrines.

E assim sua jornada prossegue. Sempre, a cada episódio, dois homens diferentes. E duas novas facetas. Graça se torna poeta, militar, política, surfista, maníaca por limpeza.

Apenas em um episódio essa regra será quebrada. Graça se sentirá atraída por "uma pessoa", segundo a produtora Nora Goulart _o que induz à crença de que ela terá um caso com uma mulher.

A saga da busca de um parceiro se transforma em um desfile de tipos masculinos. E Graça, apesar de não ser vulgar, em um pesadelo para as feministas, um retrocesso para as heroínas.

Mulher de Fases, no entanto, está longe de ser um programa ruim. É um bom entretenimento, uma comédia romântica leve para quem quer apenas espairecer depois de um dia de trabalho. Aparentemente, é a isso que se propõe. E consegue.

Tem uma edição ágil, uma boa direção, um bom elenco fixo (alguns atores, como a protagonista, são gaúchos; outros foram içados no teatro). A seu favor, ainda há o fato de revelar paisagens de Porto Alegre, quebrando a hegemonia de Rio-São Paulo.


Cada episódio dura 30 minutos. Foram todos filmados em 16 mm, o que lhe confere granulação nas imagens, e finalizados em alta definição. Mulher de Fases é a última série da HBO em película _as próximas serão todas captadas com câmeras digitais.

A série, apesar do componente machista, teve mulheres em pontos-chave de sua produção. A história é baseada no livro Louca por Homem, da escritora brasileira Claudia Tajes, que coordenou os roteiros, em parceria com Pedro Furtado e Duda Tajes. A produção é assinada por Nora Goulart, e a direção, por Ana Luiza Azevedo (diretora do filme Antes que o Mundo Acabe) e Marcio Schoenardie.

Heroína ingênua
Em entrevista coletiva na última terça-feira, a produtora Nora Goulart defendeu Mulher de Fases. "Nós passamos mais de dois anos trabalhando no texto, perseguindo um tipo de comédia que não fosse escrachada, tentando dar dignidade à Graça", afirmou.

Elisa Volpatto, intérprete de Graça, disse ver "referências" de The Sex and The City na série gaúcha. "A Graça tem uma coisa um pouco parecida comigo, que é a ingenuidade. Se ela não tivesse essa pureza, não teria esse envolvimento todo [com diferentes e variados homens] e seria até vulgar", disse a atriz.

Nata do cinema
Mulher de Fases ainda tem outro nome importante em seus créditos: Giba Assis Brasil, diretor e montador de filmes. É dele a edição da série. Sócios da Casa de Cinema de Porto Alegre, Giba Assis Brasil, Ana Luiza Azevedo, Carlos Gerbase e Jorge Furtado são alguns principais nomes da produção cinematográfica e televisiva nacional contemporânea.

A série custou R$ 7,7 milhões, dos quais 95% são recursos de incentivo fiscal.

Público reclama de apelação em cena de Deborah Secco



Por um lado Natalie Lamour é sucesso em Insensato Coração, tanto que a Globo vem recebendo pedidos de telespectadores para aumentar a participação de Deborah Secco.

Mas a ala conservadora também tem voz ativa na hora de opinar, claro.

A cena em que Natalie arranca a calcinha para mostrar sua nova depilação ao amante Cortez, personagem de Herson Capri, gerou muita reclamação e protestos.


 Ela tira a calcinha para o amante...

O banqueiro resolve terminar sua aventura com Natalie que, numa última tentativa de continuar com o caso, diz que vai embora, mas sente muito que Cortez não conheça a surpresinha que ela havia preparado.

- Só fico triste porque você não vai aproveitar uma surpresinha que eu fiz pra você, uma depilação nova...

Ele fica doido na hora, curioso para ver a tal surpresa.

 

A câmera focaliza as pernas de Natalie, pelas quais a calcinha desce, e corta para o banqueiro com uma expressão das mais sacanas, dizendo "eu quero"... Aí Cortez parte para cima dela.


Novela da Globo cria polêmica ao dar informação errada

Material de divulgação feito pelos protetores de animais para desmentir a Globo

Está a maior confusão entre a Globo e entidades protetoras dos animais.

A novela Insensato Coração passou uma informação errada para o público. A personagem de Camila Pitanga se recusou a colocar a mão em um gato, pois está grávida e poderia pegar toxoplasmose.

Na verdade, a doença só é transmitida pelo gato se a pessoa ingerir as fezes do bicho.

Os protetores estão usando redes sociais para divulgar a informação correta sobre a doença. Eles temem que as pessoas sejam influenciadas pela Globo e comecem a abandonar seus animais de estimação.

A emissora ainda não disse se vai se retratar ou não.

A resposta oficial da Globo para uma das protetoras é: "É inconcebível que uma pessoa mentalmente sadia vá se desfazer de um animal de estimação por conta de um comentário de personagem de novela. No campo da realidade, é mesmo recomendado que mulheres em fase de gestação tenham mesmo muito cuidado no contato com animais incluindo os domésticos".

O que você quer ver no lugar de Vale Tudo?


É, realmente uma pena, mas Vale Tudo já está entrando na reta final. E bem, hein?

Capítulos emocionantes como o da festa surpresa de Íris. Bonitinha né gente? A chegada da personagem fez diferença, assim como a safadinha da dona Pequenina hahah

E Leila? Vai dar certo o casamento? hum...

Mas não é esse o assunto, a questão é: o que queremos assistir depois de Vaale Tudo?

Ao que parece tem duas opções: Roque Santeiro e Dancing Days.

Eu fico com a segunda opção!

O motivo? É outra trama que ainda não assisti e que tenho curiosidade por ver.

Roque Santeiro passou esses dias atrás no Vale a Pena!

E sabe o que mais? Tô com preguiça para reprises.

Achei que eu fosse me interessar por Senhora do Destino e nada; O Rei do Gado parei assim que começou a segunda fase!

Não sou muito fã desse negócio, viu? A Muralha também desempolguei, vamos ver o que vai rolar com Vamp!

A gente já tem tanta coisa pra ver e fazer, por isso acho um desperdício de tempo ficar revendo as coisas rs

Aliás, parece que vem aí uma nova faixa de novelas no Viva: 13h30.

E vocês, o que querem rever?

Canal Viva exibe último capítulo da novela "Quatro por Quatro"



O Canal Viva exibe nesta sexta-feira (08/04), às 15h30, o último capítulo da novela “Quatro por Quatro”. Raí (Marcello Novaes) se fantasia de bailarino e interrompe o casamento de Babalu (Letícia Spiller) com juras de amor. Os dois empurram Ralado (Marcelo Faria) na piscina e saem de lá. Duda (Luana Piovani) chega e os dois ficam juntos.

Babalu e Raí se reconciliam e terminam cheios de filhos. Tatiana (Cristiana Oliveira) e Bruno (Humberto Martins) continuam juntos. Auxiliadora (Elizabeth Savalla) torna-se uma empresária de padarias, com Alcebíades (Tato Gabus Mendes) como seu empregado. Abigail (Betty Lago) publica o livro “O doce sabor da vingança”, que conta a história das quatro amigas.

Na última cena da novela, os quatro maridos estão na praia reclamando de suas parceiras quando descobrem que houve um acidente de carro que envolveu quatro mulheres. As quatro estão na mesma cela do primeiro capítulo, reclamando de seus homens e, mais uma vez, jurando vingança.

A Justiceira enfreta armamentos pesados e e de alta tecnologia

A Justiceira


A Organização terá que enfrentar o mercado da morte no episódio de “A Justiceira” deste domingo (10), às 20h. 

Tudo começa com uma suspeita de atentado contra o prefeito, mas ao longo da investigação, nossos heróis vão descobrindo que a situação é ainda mais grave. 

Armamentos pesados e de alta tecnologia, estão em poder de uma nova quadrilha, altamente perigosa.

SESSÃO ABERTURA: Divã

Amor e Revolução apresenta um protagonista: A Ditadura Militar

Estreou nesta terça-feira, no SBT, a nova novela e maior investimento em dramaturgia da emissora provavelmente nos últimos 15 anos. Com a assinatura de Tiago Santiago (A Escrava Isaura, Os Mutantes), Amor e Revolução entrou no ar com pouco mais de 15 minutos de atraso, ou seja, exatamente no momento em que Insensato Coração teve seu capítulo encerrado na Rede Globo.

É realmente difícil escrever uma crítica sobre esta novela, porque em um capítulo foi possível observar uma gama tão grande de detalhes que certamente merecem uma análise apurada e um texto melhor planejado. Contudo, como estamos falando de uma estreia, é preciso analisar apenas o conjunto geral do que foi veiculado pela emissora.

A começar pela direção, o SBT deu claros sinais de avanços nesta área. É evidente que, a tentativa de comparar esta produção com obras da concorrência torna tudo mais complicado, mas, quando comparado aos últimos trabalhos da própria emissora, há de se concordar que houve avanços significativos. O diretor Reinaldo Boury conseguiu dar um ar menos populacho e formalizar as cenas. Além disso, nota positiva para a fotografia, realmente muito boa e que conseguiu se destacar nesta estreia.

É muito complicado tentar analisar o elenco. O primeiro capítulo contou com muitas cenas cortadas e diversas passagens de tempo que impediam cenas longas e com diálogos muito amplos, assim sendo, não é possível analisar com clareza o elenco. Ainda assim, até o momento, ninguém do núcleo principal chegou a comprometer ou a se destacar, porém, o único ponto que merece menção trata-se de Patrícia de Sabrit que conseguiu compôr uma personagem bem interessante que, aparentemente, vai da futilidade fingida a participação ativa, passando pela tênue linha do sarcasmo, com muita rapidez. 

Não é fácil inserir uma novela dentro de um período histórico como se propôs fazer Tiago Santiago. Ao contrário do que boa parte dos novelistas fazem, o autor decidiu não utilizar o período de Ditadura Militar como pano de fundo para sua história, ao contrário, ele transformou o momento histórico brasileiro no verdadeiro protagonista de Amor e Revolução e, para conseguir envolver o telespectador diante de um protagonista abstrato, se fez necessário pontuar historicamente os fatos enquanto apresentava os personagens. E isso, Tiago Santiago conseguiu fazer muito bem. O golpe militar de 64 foi o grande destaque deste primeiro capítulo e envolveu o telespectador e por conta disso, merece elogios.

A bem da verdade é que Tiago Santiago se propôs a contar a História da Ditadura Militar através de uma novela e, a princípio, ele conseguiu. Objetivo atingido. Cenas fortes, reais, sem falso moralismo e que não descambaram para a apelação ou mau gosto marcaram esta estreia. Ainda assim, a marca registrada do autor esteve presente: os diálogos irreais e ruins. Frases que nunca seriam ditas por ninguém em quaisquer situações como as que foram ao ar foram mostradas numa freqüência muito grande e isso, em determinado momento, mais do que incomodou, irritou.

Amor e Revolução não conseguiu ser a estreia marcante a que se propunha, mas conseguiu mostrar uma novidade, um protagonista abstrato, a Ditadura Militar e, além disso, conseguiu mostrar histórias que poderão render, mas é preciso com urgência melhorar os diálogos e aproximá-los da realidade, pois o que dá vida a uma obra de teledramaturgia são os diálogos.

Em tempo: A estréia da novela registrou modestos 7 pontos de média com 9 de pico. O que, em tese, não significa nada, afinal, números numa estreia quase sempre não são indicador para coisa alguma.

Divã aposta apenas no talento de Lília Cabral

Estreou na Rede Globo na última terça-feira, na segunda linha de Shows, a série inspirada no filme, que já havia sido inspirado na peça teatral de sucesso, Divã. A produção estrelada por Lília Cabral é, talvez, um dos produtos de maior sucesso dos últimos anos, visto que são raros os produtos que conseguem se inserir nas três linguagens dramatúrgicas mais populares do país: televisão, cinema e teatro.

A peça sempre foi riquíssima por ter sido planejada para este tipo de veículo, quando produzido para o cinema, foi necessário uma série de adaptações que deixaram o roteiro um tanto quanto manco, ou seja, tendo que inserir situações que tiraram a simetria perfeita que era vista no teatro. Agora na TV, Divã deu mostras já no episódio de abertura que o roteiro está totalmente esgotado e que uma produção desta espécie, talvez, não fosse a melhor aposta.

Ao pensar num roteiro para a TV, a produção precisou fazer novos ajustes que acabaram por, mais do que o cinema fez ao tirar a simetria, deformar a obra original. O que se viu no ar não foi o mesmo produto criado originalmente, apenas uma sombra da extraordinária qualidade textual que foi apresentada para o teatro. A série não conseguiu dar a mesma dimensão e densidade que o tema exigia, porque foi necessária a chamada adaptação popular que somente prejudicou o ritmo e a qualidade da obra.

A verdadeira aposta de Divã como série concentra-se no talento de sua protagonista, Lília Cabral, que, além de ser ótima atriz, domina a personagem com rara maestria. Ela conseguiu criar clímax e anticlímax necessários para emocionar o telespectador, mas isso, não graças ao texto específico para a TV, e sim, ao seu conhecimento e domínio de uma personagem que já pode ser considerada experiente, madura e extensamente estudada. De qualquer forma, Divã aparenta não ter mais potencial para tantos episódios no ar. Uma pena.

Tapas e Beijos tem estreia morna e frustrante

Existem profissionais que merecem ser respeitados em qualquer ramo de atuação. Na teledramaturgia também e, Fernanda Torres conseguiu inserir seu nome no hall das atrizes de humor respeitadas pelo público e pela crítica, principalmente por conta do excelente trabalho desenvolvido por ela em Os Normais. Outro nome que ganhou respeito nos últimos anos através de trabalhos cômicos é Andréia Beltrão, a eterna Marilda de A Grande Família.

Por conta deste respeito é que todos criaram grande expectativa para a estréia da nova série cômica da Rede Globo, que estreou na primeira faixa de seriados da última terça-feira. Tapas e Beijos  tinha tudo para funcionar, mas, ao menos na estréia, não funcionou.

O talento de Fernanda Torres e Andréia Beltrão estavam lá e eram latentes. As duas conseguiram imprimr um ritmo ágil às cenas e demonstraram terem a boa química apresentada já no especial de fim de ano. O elenco de apoio também esteve bem em todos os momentos e demonstrou segurança, fato raro quando a série tem um ou dois "donos". Normalmente, protagonistas não gostam de dividir os holofotes com o elenco de apoio, não foi o caso, todos puderam se destacar graças a dupla que deixou todos à vontade em cena.

A direção também acertou a mão e colocou ao produto o ritmo necessário para uma série cômica, praticamente uma sitcom, agilidade, cenas curtas e muito bem cortadas. Ou seja, com bom elenco e boa direção era impossível não gostar de Tapas e Beijas, mas ainda assim a estréia não conseguiu o resultado crítico esperado.

Ocorre que o texto, ao menos neste episódio inaugural, esteve bastante aquém da qualidade da produção. As piadas não foram rasas mas, em muitos casos, eram simplesmente sem graça. Em alguns pontos deu a impressão que os roteiristas se esforçaram para fazer o público rir com algo cult e, quando há o esforço para tornar algo engraçado, certamente o resultado não será bom. E não foi.

Tapas e Beijos tem potencial para se tornar uma excelente produção de humor, algo que está cada vez mais raro na programação da TV aberta brasileira, mas é preciso que os roteiristas se libertem da preocupação em fazer o público rir em todas as situações e se preocupem apenas em construir histórias e situações interessantes e engraçadas e, automaticamente, o resto vai fluir. Se continuar com um texto tão arrastado, a série será frustrante.

Batendo Ponto faz o pior tipo de humor possível

Estreou no último domingo na Rede Globo, mais um seriado de comédia - como a emissora aparentemente não se cansa de investir no formato para o horário - Batendo Ponto, série idealizada por Ingrid Guimarães que também é a protagonista. O episódio piloto da atração foi exibido no final de ano, juntamente com os especiais que a emissora é acostumada a exibir neste período, sendo aprovado para a grade fixa de 2011.

Logo no início do episódio exibido no domingo, ficou claro o tipo de caminho que o produto iria seguir, aquilo que podemos chamar de "o trash do universo cômico". Ou seja, roteiristas, direção e elenco optaram pelo caminho mais fácil na tentativa de fazer o telespectador rir, ou seja, o humor raso. Piadas extremamente óbvias, sem profundidades, todas explícitas marcaram o tom desta estreia.

Há de se fazer uma observação importante. O humor escrachado não é criticado neste espaço. Exemplos não faltam de produções deste tipo e que eram extremamente felizes e de bom gostos - Sai de Baixo e Os Normais são os de maior lembrança por todos - porém, Batendo Ponto não faz isso, na verdade, apenas tenta. 

A série se esforça muito na tentativa de levar o telespectador a risada, mas o esforço é sem validade, pois todas as caras e bocas realizadas pelo elenco e todas as cores e efeitos produzidas pela direção se perdem em meio a um texto raso, tão raso, que não consegue sequer, arrancar um sorriso amarelo do telespectador.

Com uma média de 12 pontos, deixando a Globo em 2º lugar de audiência (contra 14 da Record) e, em determinados momentos, chegando ao 3º lugar perdendo também para o SBT aliado a um humor extremamente sem graça, Batendo Ponto não deve ter futuro longo nas noites de domingo.

Personagem de Bernardo Falcone em "Rebelde" pode ajudar contra o bullying

A novela "Rebelde", além de trazer entretenimento ao público da Record, vem mostrando que tem um lado preocupado com o social, deixando a mensagem de que não pode haver diferenças entre ricos e pobres, bulimia, anorexia e também o problema do bullying na escola.

Téo, personagem vivido pelo ator Bernardo Falcone, sofre de bullying no colégio Elite Way, onde é vítima constante de Pilar e João, os vilões da trama.
 
Em conversa com o NaTelinha, Bernardo acredita que com o personagem a questão do bullying possa ser discutido nas escolas e tenha uma maior visibilidade quanto ao problema.
 
"O Téo foi um presente. Interpretar alguém que sofre de bullying é algo que me remete muito aos tempos de colégio. As crianças e adolescentes podem ser bastante cruéis, às vezes. Eu espero que com o personagem, a gente consiga levantar a questão e levar o debate para as salas de aulas, para as casas das pessoas. É papel dos nossos adultos protegerem as crianças. Sejam eles filhos, alunos ou qualquer pessoa que esteja passando por isso. Bullying é coisa séria", disse o ator.
 

Foto: Eduardo Rangel/NaTelinha
 
O Bullying, que é utilizado para falar sobre violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, e tem como objetivo agredir ou intimidar uma pessoa, é bastante frequente ultimamente no Brasil, preocupando as autoridades brasileiras que tem na novela uma forma de divulgação maior desde tipo de problema.
 
Falcone espera que seu personagem possa ser um exemplo para as pessoas que sofrem de bullying, e conta que nenhuma pessoa que passa por isso consegue sair ileso: "Eu não sei o desenrolar da história e a trajetória do personagem, mas sei que ninguém passa por isso e sai ileso, acredito que haverá uma transformação. Ao mesmo tempo que o bullying traz sofrimento, traz também uma força muito grande para as pessoas que sofrem com esse problema. E o Téo não é diferente. Espero que ele seja um exemplo de que as coisas sempre melhoram", completou.
 
O ator comentou ainda que está sendo um prazer enorme fazer a novela "Rebelde", e que o clima nas gravações rendem boas risadas.
 
"O prazer começa desde o momento que leio o texto que a Margareth Boury tem escrito brilhantemente e passa para o momento das gravações, as risadas do camarim, as brincadeiras com o elenco, os ensinamentos dos nossos diretores, Ivan, Rudi e Léo e vai até o resultado que é esse que estamos vendo na TV. A novela está linda", comemorou Bernardo.
 
Além de ator, Bernardo Falcone é cantor e está desenvolvendo em paralelo à novela um projeto musical. Recentemente, ele lançou a música "Do Jeito Que Sempre Foi", composta por ele mesmo, e vem recebendo vários elogios por sua canção.
 
"A novela tem como elemento muito importante o amor pela música. Eu sou um apaixonado por música e foram os estudos dedicados a música que me levaram a ser ator. Eu poderia ficar horas falando da alegria que tem sido esse momento profissional. Estou bastante otimista em relação ao futuro", finalizou.